Zoiuda: a monstrinha que bebia palavras Flor de lótus



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Zoiuda: A monstrinha que bebia palavras
Flor de lótus

RESUMO DO LIVRO


Zoiuda: A monstrinha que bebia palavras se constitui numa produção altamente afetiva para o autor porque imbricada de significados autobiográficos e autocatárticos. Tomei a liberdade de nomeá-la na categoria prosa poética. Constitui-se em três partes: a primeira a tratar do afeto pelo mundo dos livros, a segunda a discorrer acerca da alteridade com o mundo das pessoas e a terceira a poetizar a presença inexorável da memória afetiva.

Tentei colocar toda a tessitura poética em torno de três pilares principais: paixão pelo mundo dos livros, dificuldades em lidar com a solidão e a despersonalização do indivíduo pós-moderno e a importância das memórias agradáveis da infância.

Embevecida de metalinguística a referida obra tenta voltar-se sobre si própria para num movimento de diálogo constante além de trazer a necessidade de pensar a despersonalização de forma poética tentando transformar o diálogo e a alteridade numa comunhão de significados.

Entrai pelo portão estreito. Porque larga e espaçosa é a estrada que conduz à destruição, e muitos são os que entram por ela; ao passo que estreito é o portão e apertada a estrada que conduz à vida, e poucos são os que o acham. (Mateus 7:13,14).


Desfaleceu a minha alma, esperando por tua salvação; mas confiei na tua palavra.

Os meus olhos desfaleceram, esperando por tua promessa; entretanto dizia: Quando me consolarás tu?

Pois fiquei como odre no fumo; mas não me esqueci dos teus estatutos.

Quantos serão os dias do teu servo? Quando me farás justiça contra os que me perseguem?

Os soberbos abriram covas para mim, o que não é conforme a tua lei;

Todos os teus mandamentos são verdade: Com mentiras me perseguem; ajuda-me.

Quase que me têm consumido sobre a terra, mas eu não deixei os teus preceitos.

Vivifica-me segundo a tua benignidade; então guardarei o testemunho da tua boca. (Salmo 119).




DEUS!
Eu me lembro! Eu me lembro! – Era pequeno

E brincava na praia; o mar bramia

E, erguendo o dorso altivo, sacudia

A branca espuma para o céu sereno.


E eu disse à minha mãe nesse momento:

“Que dura orquestra! Que furor insano!

Que pode haver maior do que o oceano,

Ou que seja mais forte do que o vento?


Minha mãe a sorrir olhou pr’os céus

E respondeu – “Um Ser que nós não vemos

É maior do que o mar que nós tememos,

Mais forte que o tufão, meu filho, é – Deus!”

(Casimiro de Abreu)



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