Universidade paulista – unip


– Histórico sobre deficiência



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1.1– Histórico sobre deficiência.
O assunto deficiência não é abordado de forma simples, pois cada indivíduo percebe essa problemática através de perspectivas distintas. Não obstante, essa é uma questão que abarca os mais diversos setores da sociedade: educacionais, sociais e de políticas publicas. Ao refletirmos sobre deficiência tornou-se relevante realizar uma passagem histórica para contextualizar a abrangência desse assunto, explicitando circunstâncias que enfatizavam como o deficiente era visto socialmente e etimologicamente pelos grupos e comunidades das diferentes épocas. Na antiguidade a pessoa com deficiência era estigmatizada pela sociedade, o que passa por sentimentos de piedade e culminava em atos de preconceito, levando-as a serem marginalizadas e malogradas em sua existência. Tal concepção se restringia à população comum, mas perdurava também entre os intelectuais.

Nas cidades gregas de Atenas e Esparta havia uma lei que defendia como também

fomentava o genocídio de crianças com deficiência – Martin Lutero, o reformulador

protestante, aconselhava que se matasse as assim denominadas ‘crianças monstras’.

(BEYER 2005, p. 14):

A sociedade imbuída de preconceitos, colocava a pessoa com deficiência em um lugar de distanciamento que chegava aos mais elevados tópicos da indiferença a a marginalização. Nos períodos subseqüentes, as pessoas com deficiência começaram a galgar seu espaço buscando a junto aos demais, o que resultou em lutas e reivindicações na tentativa de uma inserção social mais ampla. Essas pessoas recebiam os mais variados rótulos e classificações como: aleijado”, “anormal”, “retardado”.Desse modo o “grito” emitido por essas pessoas especiais não ressonava para os ditos “normais” e esse grupo de pessoas continuava à margem sociedade:

A terminologia portador de necessidades especiais é ainda hoje utilizada, inclusive na literatura que compõem essa pesquisa, e em alguns documentos oficiais, mas essa nomenclatura está sendo repensada e não é mais empregada atualmente, pois , tenta estabelecer a ideia de que o deficiente é portador de uma deficiência no sentido de carregar algo. Os documentos atuais postulam que a deficiência não é portada pelo individuo, mas sim é parte constituinte do mesmo e consequentemente a denominação que está tendo maior aceitação é pessoa com necessidades especiais.
“Todas essas palavras têm relação com o profundo desconhecimento que a maioria das pessoas acumulam durante suas vidas, são reflexos das imagens que visualizam e incorporam como “pessoas capacitadas” de participarem ativamente na sociedade”. (BUSCAGLIA,1997 p. 124) .
O que se evidencia é a necessidade de uma reflexão mais ampla para que a sociedade de forma geral discuta acerca do tema, para que a sociedade aceite a pessoa com necessidades especiais e seus direitos, que precisam ser frisados e legitimados. Há a necessidade de proporcionar a estas pessoas as mesmas condições de realização e de aprendizagem, independentemente das suas características peculiares e de suas limitações O direito a igualdade é um direito humano e implica na obrigatoriedade de garantir ensino para todos, quer tenham ou não, alguma deficiência. Em síntese a pessoa com necessidades especiais deve ter igualmente seus direitos garantidos. Ter uma limitação corporal ou mental não os faz desiguais, somente diferentes.

 


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