Universidade paulista – unip


) R.: A relação com o deficiente na minha opinião é a mais importante, pois se não existir relação não existe inclusão 12)



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11)

R.: A relação com o deficiente na minha opinião é a mais importante, pois se não existir relação não existe inclusão


12)

R.: Sim, mas não é tão incisivo, existe caso que eu vou todo mês para a escola, mando e-mail para o professor tem casos que realmente temos que continuar acompanhando.

A intensidade depende muito do envolvimento da escola, da disponibilidade do professor.

ENTREVISTADA 6


R.: Primeiro é porque eu acredito que todos os profissionais devem que olhar para a necessidade de individuo, compreendê-lo enquanto indivíduo com suas necessidades específicas.

É importante o olhar de toda equipe multidisciplinar, mas um olhar dentro da sala de aula, não um olhar terapêutico, olhar para construir estratégias para o aprendizado dentro da salda de aula.


1)

R.: Na verdade a inclusão ainda está caminhando a gente tem dois movimentos isto é:

Quando aconteceu a inclusão há dez anos nesse momento era uma novidade e até hoje não estamos preparado para entender como aquele individuo iria aprender, que recursos ele precisaria para aprender.

Durante todo esse caminho eu percebi duas situações, primeiro a situação que houve realmente interesse de entender a inclusão e o segundo que houve um movimento que todo PNE querer ir para escola regular.

Atualmente o que a gente tem observado é que hoje eles estão saindo da escola regular e indo para a escola especial para ter todos os recursos e estratégias para aprender.

Eu acho que houve um movimento da escola regular aceitar o individuo com necessidades especiais e não existia uma capacitação do educador apropriada para conduzir.

Aí eu acho que começa o grande desafio.

Eu acho que a inclusão ainda não aconteceu.

Ainda tem um caminho grande a percorrer, esse olhar essa capacitação do professor de uma escola regular depende muito de quem é esse aluno dentro do contexto de sala de aula.

2)

R.: Meu papel é olhar como esse indivíduo aprende e que para ocorre a aprendizagem tem que ter o olhar de diferentes profissionais.

Eu como fisioterapeuta, fiquei apaixonada pela educação como é importante construir a mobilidade desse indivíduo para que ele pudesse agregar a alfabetização á estrutura.

Meu grande papel é dentro da sala de aula, pois, o objetivo é construir uma rotina de tal maneira que possibilite esse individuo ativo dentro da sala de aula.

Ou seja, você trazer o que ele aprendeu na terapia recursos de mobilidade seja ele qual for dentro da sala de aula.

Como a primeira relação é com o corpo essa é a relação que você vai construir nessa criança que vai começar a aprender.

Meu papel é despertar no individuo o desejo de aprender é oferecer para esse individuo os recursos que qualquer escola ofereceria.
3)

R: Sim desde que essa equipe tenha um olhar voltado para educação porque nós sabemos a importância da fonoaudiologia no desenvolver da linguagem.

Acho que o trabalho da equipe é fundamental, mas sempre tendo a frente o educador.

O individuo está na escola para aprender, o referencial quem constrói tudo é a pedagoga nesse caso a equipe vira uma rede contensora.



4)

R: Acho que a maior dificuldade é o educador da escola regular entender quem é esse aluno que ele vai receber, quem é esse aluno que ele vai ensinar.

Precisa se construir recursos para que o professor tenha essa capacitação.

Sem essa capacitação não tem como entender o aluno que ele recebe. Se o educador tem essa compreensão a inclusão acontece de todas as maneiras e na sociabilização.


5)

R: Nosso trabalho tem como principal objetivo construir estratégias dentro da sala de aula que possibilite o aluno aprender juntamente com a equipe e com o grupo de mães construir recursos para esse aprendizado.


6)

R: Sim a família é o ponto central da aprendizagem, pois, na verdade não podemos ser um núcleo fechado.

O núcleo familiar é importante como parte integrante de como a criança aprende, como parte integrante ser ouvido acrescenta no processo de aprendizagem.

Existe uma continuidade na família esse aprendizado.


7)

R: Sim toda equipe entra nesse processo de inclusão também a família do individuo e a escola

O aluno tem o período de adaptação nessa escola e a equipe é chamada para dar todo o apoio que o aluno precise nós temos uma escuta importante para receber esse aluno.
8)

R.: Tem que existir uma capacitação constante, uma união constante, um planejamento diário para que toda essa equipe se entrose dentro dos objetivos apresentados em sala de aula.

A ação da equipe multidisciplinar como recurso de ajuda para o pedagogo é muito importante.

Eu acho que essa reciclagem que a gente faz essas reuniões semanais é muito importante.


9)

R: Na verdade muita coisa mudou sobre o ponto de vista da aprendizagem.

Eu percebo que ao mesmo tempo que o professor tem que ter uma capacitação eu vejo que precisa ter uma vontade muito grande desse profissional receber o PNE por isso as reuniões é muito importante para pontuar o que precisa ser trabalhado.
10)

R: Adquirir conhecimentos de como esse aluno aprende, nosso objetivo é garantir a inclusão nosso objetivo é que ele tenha a extensão de todos os recursos para aprender exemplo levantar quais são as dificuldades desse aluno para aprendizagem.

Nós temos o objetivo de obter informações para que todos possam assimilar.

Nosso objetivo também é ajudar o professor construir dentro da sala de aula as estratégias referentes a posicionamento referente a adaptação para escuta.

Olhar para as dependências da escola, conhecer o que é adaptativo ou perigo para o aluno.
11)

R: Acho que formamos uma equipe pois o olhar da equipe multidisciplinar com o PNE é uma construção de conhecimentos para compreender as dificuldades que ele tem para aprender.

Tenho que criar mobilidades dentro da capacitação da equipe para ter criatividade, pois, cada aluno tem sua modalidade de aprender.

.
12)



R: Sim se estamos colocando o aluno PNE dentro da escola regular a equipe tem que estar a disposição para esse acompanhamento. Isso vai depender muito da escola o quanto a escola está disponível para as informações.


1 Segundo os documentos atuais e oficiais o termo PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS não é mais empregado para referir-se as pessoas com algum tipo de deficiência, todavia como ainda existe na literatura pesquisada ela será utilizada neste trabalho embora estejamos cientes da sua não empregabilidade atual.



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