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4.0 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao realizarmos esse estudo, pudemos nos defrontar com dois momentos acerca do movimento inclusivo: Um momento cercado por lutas e preconceito, onde ser diferente era estranho e segregador. Outro momento foi aquele em que reconhecemos uma mudança no paradigma social e que o movimento de inclusão passou ser garantido por lei e a partir dessa ocasião, seguimentos sociais e educacionais passaram a perceber a inclusão de pessoas com necessidades especiais como aceita e possível. A escola enquanto instituição de ensino e campo propicio para se conviver com a alteridade e trabalhar com ela, começou a ter um novo olhar que ultrapassava o modelo antigo de ensino, que visava ensinar para estabelecer metas e resultados, ao modelo de integração em que se passava a valorizar as potencialidades e a tentar oferecer uma educação para todos os alunos, independente de suas dificuldades e peculiaridades.

Do ponto de vista legal, a inclusão escolar está assegurada, mas no plano vivencial, no cotidiano da escola, ainda existem barreiras pedagógicas, físicas, institucionais, administrativas bastante significativas que acabam por comprometer o processo inclusivo de pessoas com necessidades especiais.

Pudemos realizar um estudo bastante interessante durante a nossa pesquisa, existem escolas que adotam as políticas inclusivas, simplesmente para cumprir as prerrogativas estabelecidas por lei, todavia efetivamente não se encontram preparadas para receber o aluno especial. A constatação a que chegamos através desta pesquisa é que : praticar a inclusão no sentido de simplesmente agrupar, sem um trabalho consciente, coeso que apóie o movimento inclusivo, não significa incluir, mas sim excluir, deixar à margem. Apontando para esse horizonte, um grupo de profissionais especializados de diversas áreas do conhecimento surgem para auxiliar na inserção de pessoas com necessidades especiais no contexto escolar e vem a ser a atuação desses profissionais frente a inclusão o cerne de nossa pesquisa. Conseguimos observar o quanto é importante o trabalho desses profissionais junto a escola na reflexão acerca de uma metodologia curricular integrativa e o quanto a comunicação entre esses profissionais e a escola precisa ser organizada conjuntamente para proporcionar uma escuta compartilhada entre todos.

Para respaldarmos o propósito de nosso estudo , podemos nos posicionar dizendo que, sem a atuação das equipes multidisciplinares, o movimento prático da inclusão escolar de pessoas com necessidades especiais se tornaria muito difícil de ser realizado.

É na alteridade que se observa o outro, quando estamos vivenciando algo, estamos em relação, a riqueza pessoal que esse estudo nos trouxe, consistiu no fato que em nosso grupo de pesquisa, existem integrantes que já vivenciaram em suas vidas pessoais os fenômenos da inclusão/exclusão e na agoridade, no presente estudo tiveram a oportunidade de refletirem sobre eles.


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