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Referências bibliográficas

GADOTTI, M.(1991). Educação e Poder. São Paulo: Cortes Editora.

KUNZ, Elenor.(1994). Transformação didático-pedagógica do esporte. Ijuí: UNIJUÍ.

LIBÂNEO, José C.(1995). Didática. São Paulo: Cortez Editora

LOVISOLO, H.(1997). Estética, Esporte e Educação Física. Rio de Janeiro: Sprint.

SILVA, Tomas Tadeu.(1999). Documento de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica.



RÍTMICA BÁSICA E PERFORMANCE

Kátia Monteiro Nardi



Identificação

Este projeto propõe o desenvolvimento de atividades rítmicas estruturadas à partir das vivências individuais e coletivas através dos conceitos e formas inerentes ao acervo da cultura local específica e gradativamente inserindo novas experiências advindas da diversidade cultural universal.

A intenção é de oferecer uma opção a mais no que se refere às atividades físicas tradicionais da escola como forma, por vezes, a compensar a deficiência de performance de habilidades desportivas que a clientela feminina demonstra nas sessões semanais em contraposição a masculina.

O corpo no espaço, seus movimentos, as formas, o ritmo e a coordenação com os objetos são a finalidade das aulas de Educação Física, que na sua forma convencional não colabora para a superação das deficiências psicomotoras da grande maioria que, por preconceito talvez (“jogar bola é coisa de homem”), não tenham tido experiências corporais fora da escola e/ou dentro dela, lhes faltou um trabalho progressivo no processo pedagógico dos movimentos. Sem contar com a ausência de profissionais nas séries iniciais do ensino fundamental.

Torna-se, então, necessário um resgate das habilidades básicas que possibilitará a sua aquisição através do trabalho da ginástica rítmica.

Justificativa

A ginástica rítmica tem como base o trabalho psicomotor. Os movimentos de andar, correr, saltar, manipular objetos e coordenar ações no tempo e no espaço levarão as praticantes a vivenciarem situações de superação destas “deficiências” na performance de maneira agradável e lúdica.

Tendo em vista que o ritmo é inerente em todos os seres vivos e que o meio é fonte inesgotável e determinante de limites e liberdades , consideramos imprescindíveis algumas experiências corporais harmônicas com a própria realidade.

Ou seja, através do ritmo, captaremos comportamentos, necessidades e anseios.

Se o corpo é o objeto de tantas formas de preconceitos, traumas e até discriminações, é através dele que poderemos ouvir o que o mesmo nos quer dizer através dos variados ritmos vislumbrando novas linguagens. À partir do corpo em movimento, ouviremos o seu grito, a sua “FALA”.

Desta forma todo o trabalho coreográfico advirá da naturalidade e espontaneidade desta linguagem e se definirá através dos trabalhos práticos que culminarão em conjuntos e séries para exibição expressando sua realidade perceptivo-motora em relação à realidade sócio-cultural.



Objetivos

  • Experimentar as variadas formas de locomoção no espaço através de ritmos musicais variados.

  • Vivenciar, de forma lúdica, movimentos corporais básicos como: andar, correr, saltar, lançar objetos, rolar, etc.

  • Motivar a emoção através das estruturas de movimento internas e externas, desenvolvendo sua expressividade.

  • Superar “deficiências” de performance através das situações problemáticas criadas por limitações físicas e/ou emocionais.

  • Construir uma cultura corporal inovadora que determine uma transformação de valores comportamentais, individuais e coletivas.

  • Formular cadeias de movimentos capacitando-se para a exposição em público.

Desenvolvimento

Partindo de uma avaliação de básica postural e psicomotora, identificar indivíduos e oferecer-lhes a opção de atividade no contra-turno das aulas e ainda como opção dentro da própria aula de Educação Física.



1ª Fase:

Criando elementos harmoniosos com música.

Propõe-se que a própria aluna se posicione corporalmente através dos ritmos.

Ou seja, serão oferecidas dinâmicas em ritmos variados para que se possa experimentar movimentos e criatividade em relação ao espaço e o tempo de forma lúdica.

2ª Fase:

Inserção de movimentos básicos posturais visando os variados planos espaciais em relação ao corpo, tendo sempre como referencial o trabalho de ritmo.

3ª Fase:

Conceituação e desenvolvimento de trabalhos de manipulação de aparelhos utilizáveis na aprendizagem do desporto Ginástica Rítmica, detectando talentos e direcionamento técnico para esta modalidade. Culminância com exibições dos trabalhos.



Recursos

  • Salão, auditório, quadra de esportes ou pátio coberto.

  • Aparelhagem de som (microsistem, com CD e cassete)

  • Professor orientador

  • Equipamentos referentes à GR: cordas, aros, bolas, fitas, etc.



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