Universidade Federal Fluminense


Processo histórico da escola



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Processo histórico da escola

Falamos um pouco sobre a Educação Física e o que a circunda, sem, contudo, focalizar onde ela está inserida, a escola. Procuraremos fazer com a escola o mesmo que fizemos com a Educação Física, um sucinto resgate histórico (tendo como base estudos realizados por Vago, 2001).

As escolas, no início do século XX, tinham como característica o isolamento, situavam-se afastadas dos grandes centros e ofereciam um ensino precário, daí o surgimento de um novo modelo escolar, organizado pela lógica do sistema capitalista. Esse novo modelo escolar tinha como objetivo a formação de cidadãos capacitados e disciplinados para o trabalho (a Educação Física era de fundamental importância). Mas não era somente o corpo dos alunos que deveria ser “perfeito”, para que essa cultura ficasse marcante. A beleza e a educação/disciplina começavam pelas estruturas dos próprios prédios, que possuíam uma arquitetura apropriada para tal. É notável como os alunos (e por que não os professores?) eram influenciados pelo sistema. Não havia a preocupação em se educar criticamente. Os conteúdos eram impostos e muitas vezes sem questionamentos por parte daqueles que eram responsáveis pela educação. Mas, como fazemos parte do processo histórico, quanto aos ideais das escolas (assim como sua arquitetura) e à forma como os professores foram se colocando perante o processo educativo, hoje podemos perceber, “[...] a escola como lugar de organização e produção de uma cultura específica e de professores, de alunos e da comunidade envolvida como sujeitos praticantes e produtores dessa cultura” (VAGO, 2001, p. 17).

Os resgates históricos da Educação Física e da escola se fizeram necessários para que pudéssemos compreender essas duas esferas na atualidade, e partir daí se pensar em perspectivas e possibilidades para alcançar as metas atuais de ambas (educação crítica em que professor e aluno são agentes sujeitos do processo).

Acreditamo te inter-relacionada a aspectos históricos, sócio-econômicos e culturais que se refletem e se reatualizam na sua própria prática (FALCÃO, 1996, p. 27).

Pensando na perspectiva de uma educação crítica, é preciso ter em mente que “[...] a escola e seus agentes não são objetos manipuláveis de conhecimento dito científico racionalizado, pronto, mas lugar e sujeitos praticantes e produtores de conhecimento” (VAGO, 2001, p. 17).





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