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Referências bibliográficas

COLL, César & col. Os conteúdos na reforma: ensino e aprendizagem de conceitos, procedimentos e atitudes. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

MATHEWS, Donald. Medida e Avaliação em Educação física. 5ª ed. – Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.

GIANNETTI, Eduardo. Auto-engano. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Anexo 1 - Ficha de avaliação funcional.


ALUNO(A):




TURMA:

Data de Nascimento: / /19

1. Nível de atividade física: ( ) Ativo ( ) Inativo / Nº de refeições diárias:_________

2. Histórico familiar:

Diabetes

Sim ( )

Não ( )

Pai ( )

Mãe ( )

Avô ( )

Avó ( )

Hipertensão

Sim ( )

Não ( )

Pai ( )

Mãe ( )

Avô ( )

Avó ( )

Infarto cardíaco

Sim ( )

Não ( )

Pai ( )

Mãe ( )

Avô ( )

Avó ( )

Derrame cerebral

Sim ( )

Não ( )

Pai ( )

Mãe ( )

Avô ( )

Avó ( )

Obesidade

Sim ( )

Não ( )

Pai ( )

Mãe ( )

Avô ( )

Avó ( )

3. Quanto tempo disponível e quantos dias na semana você possui para praticar uma atividade física ?

____________________________________________________________________



4. Composição corporal:




Ago / 2002

Nov / 2002




Ago / 2002

Nov / 2002

Peso:







Altura:









Mulher

Subescapular

Supra ilíaca

Coxa

Abdominal




























Homem

Peitoral:

Suprailíaca:

Coxa:

Abdominal




























5. Medidas de circunferência:




Ago / 2002

Nov / 2002




Ago / 2002

Nov / 2002

Braço Dir.







Ant. Br. Dir.







Braço Esq.







Ant. Br. Esq.







Coxa Dir.







Perna Dir.







Coxa Esq.







Perna Esq.







Cintura







Quadril







6. Avaliação Postural:

Ombros:




Quadril




Coluna:




Escápulas




Joelhos




Pés:




7. Flexiteste:




Ago / 2002

Nov / 2002




Flexão de Quadril










Flexão de Tronco










Extensão + Abd. Post. Tronco










Extensão posterior de ombro










OBSERVAÇÕES:








O ESPORTE NA ESCOLA NUMA PERSPECTIVA CRÍTICA:

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

Hildebrando Souza Santos



Resumo: Relata uma experiência de aula de educação física (EF) na escola, realizada pelo projeto de ensino estruturado numa perspectiva crítica relacionada ao esporte. Durante o segundo semestre de 2000, a disciplina “Educação Física Escolar de 5a a 8a série”, possibilitou a elaboração desse projeto. Baseado numa abordagem histórico-crítica o projeto foi planejado com: pesquisa com os alunos, fundamentação teórica, aplicação e balanço final das aulas. Na problematização utilizou-se a questão social: a violência, contextualizada ao esporte. Os resultados são considerados animadores e indicam possibilidades no trato do conteúdo esporte, coerente com os objetivos de uma educação cidadã e crítica.

Introdução

Muito se tem discutido sobre as abordagens críticas que surgiram no Brasil ao longo das décadas de 70 e 80. Essas concepções iam de encontro as ideais de EF como: o homem biológico – “ [...] biologização do movimento humano, utilizando o paradigma biológico de forma exacerbada quase como a única maneira para orientar o desenvolvimento da atividade física” (CAPARROZ, 2001, p. 20); “ [...] o homem militar e seus métodos ginásticos (FERRAITA NETO, 1997, p. 111); o homem esportista – “ [...] escola enquanto celeiro de atletas” (DA COSTA, 1987, p. 3).

Por sua vez, debruçando-se sobre os conteúdos da EF física na escola, cabe aqui um direcionamento à instituição esportiva, que aparece arraigada de significados, como: utilitarista, alienante, mercadológica e como elemento “legitimador” da EF escolar (CAPARROZ, 2001). “ [...] esses e outros adjetivos foram suficientes para tornar o esporte um conteúdo de dimensão exclusiva e hierárquica (OLIVEIRA, 2001, p. 16).

A esse conteúdo críticas continuaram a surgir. Na década de 90, é lançado o trabalho Coletivo de Autores (1992) – movimento “renovador”, liderado por um conjunto de pensadores que sugerem um “novo” caminho a ser seguido, por meio de questionamento dos já traçados até então. Esse trabalho propõe a abordagem histórico-crítica que discute/tenta discutir em seu âmbito mais amplo a forma de tratar os conteúdos dessa disciplina (componente do currículo), que é legalizada atualmente pela LDB/96 (CASTELLANI FILHO, 1998, p. 22).

Embasado na proposta do Coletivo de Autores, partimos para construção desse projeto de ensino, que agrega a questão da violência (aqui adotada como “problema”) ao esporte (um dos conteúdos da disciplina educação física).

Esporte e violência

Na tentativa de nos reportar a um tema que fizesse parte do cotidiano dos alunos, que pudesse transitar pelo conteúdo esporte e que fosse minimamente atrativo, potencializando uma repercussão em sua prática social, focalizamos a questão da violência, pois consideramos que a violência está cada vez mais presente em nosso dia-a-dia.

Planejamos, então, um conjunto de onze aulas para o desenvolvimento do projeto. As aulas foram ministradas numa turma masculina, de dezessete alunos, da 7a série do ensino fundamental, uma vez por semana no próprio horário das aulas de EF do Colégio de Aplicação João XXIII (escola de ensinos fundamental e médio da rede pública da Prefeitura Municipal situado na cidade de Juiz de Fora – MG).

Com o objetivo de trabalhar o conteúdo esporte nas aulas de EF, focando a temática violência, fundamentamo-nos na proposta histórico-crítica, norteada pelo Coletivo de Autores, pois, como processo de formação, percebemos quão relevante é essa proposta.



Recursos estratégicos didáticos / estratégias didáticas

À equipe de trabalho (os alunos do curso de EF: Hildebrando S. Santos e Renato V. Linhares, orientados por André Martins, professor da matéria) coube a pesquisa inicial para organização das aulas, levantamento de dados a serem convertidos em material didático, análise sobre as possibilidades de estudo de cada esporte, bem como as definições das mediações necessárias para tratar da temática violência no conteúdo esporte (questão-probrema).

Ao final de cada aula, retornávamos à questão-problema, procurando apresentá-la a partir de dados concretos, ou seja, as manifestações referentes, direta ou indiretamente, à violência. Os depoimentos eram registrados e, após cada aula, discutidos pela equipe de trabalho com o objetivo de estabelecer os passos seguintes. Ao final dessa fase, os alunos adquiriram referências importantes para tratar do tema central com mais propriedade. Os argumentos eram mais bem estruturados, os problemas discutidos coletivamente, as experimentações ricas em dados, etc.

Como registro, vale destacar que a violência física e simbólica (os “xingamentos”) esteve mais presente nas aulas em que tratamos o futsal. Os próprios alunos também chegaram a essa conclusão. Diferentemente das expectativas e curiosidades, em nossas versões do hóquei, de rúgbi e lutas, as manifestações de violência foram pequenas e explicadas pelos alunos mais como simples acidentes decorrentes das desatenções e da falta de habilidade técnica do que de fato por ações intencionais.

A equipe de trabalho contou com sala de aula, sala de vídeo (TV e Vídeo), laboratório de informática (internet), quadra poliesportiva, salão, anfiteatro e com o material disponível (cabos de vassoura, bolas de meia, bola de superbol). Esses elementos foram necessários para o desenrolar das aulas.



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