Um pouco de história: o despertar para a questão



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Trabalhando na Internet:

Filosofia Cliente-Servidor; Segurança na Internet: Encriptação; Acesso a Bancos; Jornais virtuais, Sites do Governo: PJF e Governo Eletrônico; Escolas Virtuais.

Ementa:

Segurança na internet: uso de senhas e encriptação; Acesso a bancos(consultas, extratos, etc.); Jornais virtuais; Sites do governo(consultas); Escolas virtuais(cursos virtuais).

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Servidores de WWW

Instalação do Apache

Ementa:


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Administração de Servidores WWW

Ementa:


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Programação em Internet

PHP

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JAVA SCRIPT

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PESQUISA BIBLIOGRÁFICA EM BASES DE DADOS

Ementa :


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UTILIZAÇÃO DO PORTAL CAPES DE PERIÓDICOS ELETRÔNICOS
Ementa :

Carga Horária:


UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA E SEUS RECURSOS INFORMACIONAIS
Ementa :

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ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS
Ementa :

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1 O Grupo LIC (Linguagem, Interação e Conhecimento) é formado por professores da UFJF, doutorandos, mestres, mestrandos e bolsistas de Iniciação Científica e é coordenado pela Profa. Dra. Maria Teresa de Assunção Freitas, que atualmente desenvolve a pesquisa “Computador/internet como instrumentos culturais de aprendizagem na formação de professores em diferentes contextos educacionais de uma Universidade Federal”. Esta pesquisa é financiada pelo CNPq e pela FAPEMIG.

2 Posteriormente utilizarei apenas a abreviação TIC quando referir-me às Tecnologias da Informação e da Comunicação.

3 Este trabalho refere-se a dissertação defendida no início do ano de 2005 por Olívia Paiva Fernandes, integrante da pesquisa “Letramento Digital e Aprendizagem na era da internet: um desafio para a formação de professores”, cujo título é “O computador/internet nas vozes de futuros pedagogos: uma relação em formação”.

4 Para Silva, M. (2002) o computador não deve ser entendido como uma ferramenta, pois esta visão o classificaria como uma extensão da força do braço, fazendo com que esteja retido à técnica. Ao contrário, considerá-lo como um instrumento significa que este representa a extensão do pensamento.

5 Muitos alunos reclamavam a falta de um espaço para que pudessem utilizar o computador; já que o da Biblioteca é apenas para uso de pesquisas ao acervo; nos departamentos quase nunca é possível utilizar e o D.A. nem sempre está aberto.

6 Na Bahia existem os “Tabuleiros Digitais” (UFBA) e, recentemente, dois infocentros foram implantados na UNEB, parte do Programa “Inclusão Digital da Bahia”.

7 O infocentro pesquisado foi instalado em um único local para atendimento dessas três faculdades.

8 Cadernos de Pesquisa, Caderno Cedes, Educação & Sociedade, Educação e Pesquisa e Revista Brasileira de Educação – 2001 a 2007.

9 Grupo de Trabalho 08 – Formação de Professores – e Grupo de Trabalho 16 – Educação e Comunicação.

10 Dentre eles: Cadernos de Pesquisa da Fundação Carlos Chagas, Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Tecnologia Educacional, Revista da Faculdade de Educação da USP, Teoria e Educação, Caderno Cedes, Educação e Realidade, Educação & Sociedade, Em Aberto e Revista Brasileira de Educação.

11 Olhando superficialmente não é possível notar, em relação à análise realizada anteriormente, alterações significativas nos temas e respectivas porcentagens dos trabalhos. Isso é real quando pensamos nas dissertações; contudo, ao tratar-se das teses, notamos uma maior ênfase na profissionalização docente (21%), seguida da formação inicial (58,5%) e da formação continuada (20%).

12 Quatro trabalhos referem-se à Escola Normal e dois referem-se à licenciatura.

13 A idéia de “tabuleiros digitais” será aprofundada posteriormente.

14 O tema “inclusão digital” será aprofundado no capítulo 3, no qual abordo também sua relação com a inclusão social.

15 www.tabuleirodigital.org

16 De acordo com Lèvy (1999), diante das tantas informações propiciadas pela internet, torna-se difícil atingir a totalidade de conhecimentos. Daí, também, não ser condizente dizer que alguém é o dono de todo o saber. Conhecemos apenas parte do todo e isso se materializa de acordo com nossos interesses próprios.

17 Pesquisa financiada pelo CNPq e FAPEMIG.

18 Busco alicerçar os dados coletados com a visão destes teóricos, aliada a autores atuais que versam sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação.

19 Ao falar em responsáveis estou me referindo à professora Fernanda Campos, então coordenadora geral dos infocentros; ao Diogo Carneiro, que na época assumia algumas das funções atribuídas à Abel Leocádio, como coordenar o trabalho dos bolsistas e aos diretores das faculdades de Comunicação, Educação e Economia/Administração.

20 Essas entrevistas foram gravadas em áudio (e posteriormente transcritas) para que, sempre que necessário, esse momento pudesse ser retomado. Acompanhando essa gravação e essas observações, foram feitas notas de campo expandidas ao final de cada encontro, com apontamentos sobre o que os alunos e responsáveis pensam sobre o computador/internet, possíveis relações com o referencial teórico adotado, etc, se constituindo em uma análise inicial do material coletado.

21 Pensar em signo é nos conscientizar de que uma palavra pode representar além de seu conceito por estar embuída por um sentido social a partir do momento que é compartilhada por um grupo. Então, como pesquisadora, torna-se indispensável a busca pela compreensão destes signos, que são o reflexo da realidade no qual se originam.

22 Mais tarde esse horário foi alterado e o infocentro passou a funcionar de 14:00 às 22:00, com exceção de segunda-feira, que funcionava de 12:00 às 22:00. No dia 17 de maio, todavia, houve uma nova reformulação do horário: das 10:00 às 22:00.

23 Visando proteger a identidade dos sujeitos da pesquisa, os nomes dos bolsistas do infocentro, assim como os nomes dos alunos participantes da pesquisa, são fictícios. Essa foi a negociação que fizemos antes da entrevista (com os bolsistas) e antes do início dos Grupos Focais Reflexivos (com os alunos do curso de Pedagogia da UFJF).

24 Vide anexo A – Fichas de Acesso ao infocentro.

25 Os nomes de Fernanda Campos e Diogo Carneiro, assim como os nomes dos diretores de unidade entrevistados, foram mantidos em função da autorização por eles concedida, ainda no período de negociação da entrevista.

26 No mesmo dia em que realizei a entrevista com Diogo Carneiro ele me enviou por e-mail alguns documentos do infocentro: Edital de bolsistas, quantitativo de máquinas existentes em cada infocentro e o site do mesmo, onde encontraria o regulamento. Todavia, faltou o seu projeto que, segundo ele, deveria ser disponibilizado pela própria professora Fernanda Campos.


27 Quando voltei ao infocentro, em janeiro de 2007, André e Janaína não assumiam mais as funções de bolsistas, sendo substituídos por Telma e Taís. Mateus, como foi selecionado para um novo turno (10:00 às 14:00), não substitui nenhum outro bolsista.

28 Vide anexo B – Cartaz de divulgação – horário do infocentro.

29 Vide anexo C – Edital para seleção de sujeitos.

30 Anexo D – Termo de compromisso.

31 Anexo E – Projeto Organizacional e Pedagógico do infocentro.

32 No momento em questão, o professor Paulo Vilella assumia o cargo de Pró-Reitor de Infra-Estrutura. Atualmente, todos os nomes citados aqui não mais assumem funções na UFJF devido ao término do mandato desta reitoria e posse dos novos dirigentes em setembro de 2006.

33 Na época, diretora da Biblioteca Universitária e mentora do projeto do infocentro, ao lado do professor Paulo Vilella. Era, ainda, uma das encarregadas pelo projeto pedagógico deste ambiente.

34 Então pró-reitor de logística, membro da equipe que elaborou o projeto físico dos laboratórios (arquitetura, visual, mobiliário, rede, etc).

35 Na época, coordenadora do Núcleo de Educação a Distância, participante da equipe do infocentro e uma das encarregadas pelo seu projeto pedagógico.


36 O Projeto Conceitual contém apenas seis folhas, mas por corresponder ao “Anexo A” do Projeto Organizacional e Pedagógico, mantenho a numeração nele apresentada.

37 Na época de escrita do Projeto Conceitual: 11.948 alunos distribuídos pelos 29 cursos de graduação diurnos e noturnos; 1.100 alunos de ensino fundamental; 1.500 alunos de ensino médio e educação tecnológica; 1.172 alunos matriculados em 45 cursos de especialização; 243 alunos distribuídos pelos 9 cursos de mestrado/doutorado; e 86 alunos cursando 21 especialidades de residência médica.

38 Os bairros considerados vizinhos ao campus são Nossa Senhora de Fátima, Jardim Universitário, Tupã, Santana, São Pedro, Dom Bosco, Cascatinha e Aeroporto.

39 No Projeto Organizacional e Pedagógico (2005) não há uma distinção entre hacker e cracker; contudo, cabe destacar a diferença entre ambos. Hackers são indivíduos que utilizam seu conhecimento de informática para modificar e até mesmo elaborar um software ou hardware. Ao contrário, os crackers são aqueles que praticam a quebra de algum sistema de segurança de forma ilegal ou sem ética, estando ligados a atos de vandalismo e roubo.

40 A denominação de “Sociedade Aprendente” ou “Sociedade da Informação” feita pelos autores do projeto do infocentro pode ser encontrada na página 199 desta dissertação, ao apresentar o Projeto Organizacional e Pedagógico, no anexo E.

41 Ex-diretor da Faculdade de Comunicação

42 Obtida a partir das fichas de acesso preenchidas pelos alunos freqüentadores do infocentro, que contêm informações como: número de matrícula, curso e data.

43 Este gráfico corresponde a três períodos de aula da UFJF: janeiro a março de 2006 (1/2006); abril a agosto de 2006 (2/2006); setembro de 2006 a janeiro de 2007 (3/2006).


44 Ao falar “central”, a aluna estava se referindo à “Biblioteca Central”, localizada na praça cívica da UFJF.

45 Este regulamento encontra-se no site do infocentro (www.infocentro.ufjf.br) e, em função disso, parece que os gestores sentem-se como que com o “dever cumprido”. No entanto, nem a existência desse site é divulgada e a maioria ignora sua existência, inclusive os diretores das unidades.


46 Edméa Oliveira dos Santos era, na data desta entrevista, professora visitante da Universidade Federal de Juiz de Fora e integrante do grupo LIC. Interessada em questões relativas à inclusão digital e ao processo de implantação do infocentro na UFJF, se dispôs a acompanhar-me na entrevista com Fernanda Campos.

47 Diretora da Faculdade de Educação.

48 Diretora da Faculdade de Comunicação.

49 Ex- diretor da Faculdade de Comunicação.

50 Diretor da Faculdade de Economia e Administração.

51 Já explicitadas no capítulo teórico-metodológico.

52 Este termo foi trabalhado nos capítulos 3 e 4.

53 Os gráficos encontram-se nas páginas 116 e 117 desta dissertação e apontam para a pequena utilização do infocentro pelos alunos do curso de Pedagogia.

54 A primeira pesquisa desenvolvida pelo LIC em relação ao computador/internet foi “A construção/produção da escrita na internet e na escola: uma abordagem sócio-cultural” (1999-2001). Depois dessa pesquisa foram realizadas: “A construção/produção da leitura/escrita na internet e na escola: uma abordagem sócio-cultural – continuidade e desdobramentos (2001-2003); e “Letramento digital e aprendizagem na era da internet: um desafio para a formação de professores” (2003-2007). Atualmente, inicia a pesquisa "Computador/internet como instrumentos culturais de aprendizagem na formação de professores em diferentes contextos educacionais de uma Universidade Federal" (2007-2011). Todas essas pesquisas foram aprovadas e financiadas pelo CNPq e FAPEMIG.

Catálogo: ppge -> files -> 2010
ppge -> Ata da ducentésima octogésima sexta reunião ordinária do colegiado delegado do programa de pós-graduaçÃo em educaçÃO/ced/ufsc
files -> Faculdade de educaçÃo programa de Pós-Graduação em Educação edital processo seletivo 2014 o programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora faz saber a todos quantos virem o presente
files -> Maria fernanda van erven
files -> O interessante é que o próprio Estevam de Oliveira em seus escritos não utilizou apenas uma denominação quando se referia às escolas graduadas
2010 -> Um labirinto
2010 -> Universidade federal do pampa
files -> Universidade federal de juiz de fora faculdade de educaçÃo programa de pós-graduaçÃo em educaçÃo quadro de disciplinas para 2018/3

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