The bonds, the mass, the riots



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Palavras-Chave: Teorias da comunicação. Nova psicanálise. Manifestações de rua.
Abstract: This paper aims to: place the Communication Theory in the general field of knowledge (scientific or other); consider it a tool for studying, researching and to be used in a wide variety of communicative situations (not exclusively those involving human beings); depict the general bonding theory which grounds ‘Transformatics’, the psychoanalytical communication theory; display a definition of Communication derived of this general bonding theory; and address its application to understand some aspects of the riots which have been happening in Brazil since June 2013.

Keywords: Communication theories. New psychoanalysis. Riots.

A hipótese é: uma teoria da comunicação depende de uma teoria geral dos vínculos. A definição de vínculo (ligação, laço, elo, liame entre coisas, pessoas, ideias...) que ela aplica em suas análises e intervenções dá sustentação a seu arcabouço conceitual e prático. Quanto mais abstrata esta definição, isto é, quanto menos dependente de elementos circunstanciais (conteúdos culturais, construções sociais, crenças, ideologemas, gostos, modas...), mais condições tem a teoria de arrazoar os sentidos e as intencionalidades adscritas aos processos comunicacionais. Cabe à teoria contemplar o que diversos campos de conhecimento já apresentaram sobre as transações e performances das pessoas, das mentes, do mundo, das pessoas com o mundo e vice-versa. Por exemplo, o que explicitaram mediante termos como: ‘relação’, ‘influência’, ‘sugestão’, ‘transferência’, ‘hipnose’, ‘transe’, ‘possessão’, ‘fascínio’, ‘conversão’, ‘contágio’, ‘adesão’, ‘opinião’, ‘poder’, ‘memória’, ‘contato’, ‘sinapse’, ‘informação’, ‘interface’... São, todos, termos designativos de acontecimentos que, direta ou indiretamente, podem ser arrolados no conceito genérico de Vínculo.

Dada a hipótese acima, este artigo tem o intuito de: (a) situar a teoria da comunicação no campo geral do conhecimento (e não apenas naquele definido pela epistemologia); (b) tomá-la como ferramenta de estudo, pesquisa e aplicação a uma ampla gama de acontecimentos vinculatórios (e não apenas àqueles dependentes da relação sujeito/objeto); (c) descrever a teoria geral dos vínculos que embasa a teoria da comunicação aqui considerada; (d) expor a definição de comunicação (seus processos, suas formações e resultantes) decorrente desta teoria geral dos vínculos; e (e) endereçar sua aplicação a acontecimentos recentes (manifestações de “massa”). Neste sentido, temos trabalhado4 uma teoria psicanalítica produzida no Brasil dos anos 1990, que, em mão dupla, postula: a psicanálise é uma teoria plena da comunicação, e uma teoria plena da comunicação é uma teoria psicanalítica.



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