Sumário cachoeira indiciado em 8 crimes – o popular



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PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA FEDERAL - GOIÁS





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DATA

16.03.2012















BIBLIOTECA





PÁGINA Nº

de 25






















RESPONSÁVEL

Leonardo Lorena





SUMÁRIO

  • CACHOEIRA INDICIADO EM 8 CRIMES – O Popular

  • QUEM TEM MEDO DA LEGALIZAÇÃO DO JOGO? – O Popular

  • DELÚBIO PODE FICAR 16 ANOS INELEGÍVEL – O Popular

  • ONU APOIA DENÚNCIA CONTRA CURIÓ – O Popular

  • DEPENDENTE É A PRINCIPAL DÚVIDA – O Popular

  • DO VIRTUAL AO REAL – Folha de São Paulo

  • CACHOEIRA – Folha de São Paulo

  • MEIO SÉCULO DEPOIS, STF JULGA AÇÃO MAIS ANTIGA – Folha de São Paulo

  • CONSELHO PARA AUDITAR OS TRIBUNAIS DE CONTAS – Correio Braziliense

  • STF JULGA O PROCESSO MAIS ANTIGO DA CORTE – Correio Braziliense

  • PLÁGIO NO CONCURSO DO SENADO – Correio Braziliense

  • POLÍCIA FEDERAL LANÇA EDITAL PARA 600 VAGAS – Correio Braziliense

  • JETONS SÓ ATÉ O TETO, DIZ JURISTA – Correio Braziliense

  • RUMO À REFORMA AGRÁRIA – Correio Braziliense

  • SUPREMO JULGA PROCESSO DA DÉCADA DE 50 – Valor Econômico

  • STJ RETOMA ANÁLISE DE INCIDÊNCIA DE IR SOBRE JUROS – Valor Econômico

  • DESTAQUES – Valor Econômico

  • APROVAÇÃO DE PROJETOS PELOS MINISTÉRIOS – Valor Econômico

JORNAL – O POPULAR – 16.03.2012 – PÁG.04
Cachoeira indiciado em 8 crimes
O Ministério Público Federal (MPF) deve denunciar na próxima segunda-feira os envolvidos no esquema de exploração de jogos de azar revelado há 17 dias, na Operação Monte Carlo. A denúncia será baseada no inquérito feito pela Polícia Federal (PF) que o órgão ministerial recebeu na quarta-feira. Ao todo, 82 pessoas foram indiciadas, entre elas Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A ligação do empresário com políticos goianos será objeto de duas investigações: uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara dos Deputados (leia reportagem na página 5) e outra a ser realizada pela Procuradoria Geral da República (PGR).
Dos indiciados, apenas dois não foram enquadrados penalmente no crime de formação de quadrilha. Do total, 68 pessoas foram indiciadas por crime continuado, 41 membros do grupo por corrupção passiva e outros 31 por corrupção ativa. No rol de crimes praticados ainda aparecem ocultação de bens oriundos de crime, evasão de divisas do País, falsidade ideológica, contrabando, quebra de sigilo telefônico e prevaricação (veja quadro nesta página).
Cachoeira
Apontado como líder da quadrilha, Carlinhos Cachoeira foi indiciado por oito crimes: corrupção ativa, contrabando ou descaminho, crime continuado (que é uma agravante), falsidade ideológica, formação de quadrilha, ocultação de bens oriundos de crime, evasão de divisas do País, quebra de sigilo garantido pela Justiça. A defesa do empresário entrou com pedido de habeas-corpus, que deve ser julgado somente na segunda-feira pelo Tribunal Regional Federal da 1° Região, em Brasília. O MPF deu parecer contrário ao pedido.
CPI já tem assinaturas suficientes
Deputado federal Protógenes Queiroz: assinaturas extras como prevenção
O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) afirmou que vai apresentar na próxima semana o requerimento de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Jogos na Câmara dos Deputados. Protógenes já conseguiu 208 assinaturas – são necessárias 171 para que a comissão seja instalada – e diz que pretende chegar a 300 para então protocolar o pedido. As assinaturas extras são uma forma de prevenir que possíveis retiradas de assinaturas na última hora inviabilizem a investigação.
“O objetivo desta CPI será investigar a espionagem política patrocinada pelo grupo ligado a Carlinhos Cachoeira, lavagem de dinheiro e, principalmente, a ligação de políticos com o esquema. Pelo que sabemos, são muitos”, afirmou ontem Protógenes ao POPULAR. O Senado assiste com “alguma ansiedade”, segundo uma fonte, as novas denúncias que vêm surgindo sobre a ligação de Demóstenes Torres (DEM) com Carlinhos Cachoeira.

O POPULAR apurou que já é comentado nos corredores do Congresso a possibilidade de ser encaminhada na próxima semana representação contra o democrata no Conselho de Ética do Senado, embora, hoje, a medida ainda seja considerada como pouco provável. Segundo fontes de Brasília, a tendência é de que as movimentações mais visíveis contra o senador continuem partindo da Câmara, como a CPI.


“Os senadores não têm disposição de investigar seus pares, até pelo clima ruim que cria na Casa, que tem poucos membros e todos convivem muito entre si. O ruído mais forte que percebemos hoje vem da Câmara”, avalia uma fonte, que complementa: “É evidente que alguns senadores e até membros do governo que não têm boa relação com Demóstenes devem estar inflando a Câmara a agir contra ele”.
Políticos, policiais e parentes na lista
Ex-presidente da Câmara de Goiânia, Wladmir Garcêz (PSDB) fazia a intermediação entre os membros da organização criminosa desbaratada pela Polícia Federal, na Operação Monte Carlo, e agentes públicos, como policiais e delegados. Indiciado por corrupção ativa, crime continuado e formação de quadrilha, ele continua preso no Núcleo de Custódia da Penitenciária Odenir Guimarães, em Aparecida de Goiânia. Identificado pelas investigações como sócio oculto de Cachoeira em fazendas, empresa de segurança e outros negócios, o ex-diretor da Delta Construções, Cláudio Dias Abreu, também foi indiciado.
Outro nome conhecido entre os indiciados é o de Idalberto Matias, o Dadá. Sargento reformado da Aeronáutica, ele trabalhava como araponga na obtenção de informações sigilosas acerca de operações que objetivassem combater as atividades da quadrilha. Dadá é acusado de recrutar policiais corruptos e fez parte do grupo clandestino de investigadores que atuou na Operação Satiagraha, deflagrada em 2008, cujo principal alvo era o banqueiro Daniel Dantas. Ex-cunhado e laranja de Carlinhos Cachoeira, Adriano Aprígio de Souza foi indiciado.
Entre os servidores públicos acusados de participar do esquema, 11 ocupavam postos elevados nas estruturas policiais a que pertencem. Dois são delegados da PF, seis da Polícia Civil e três policiais militares de alto escalão.
Aparelho de rádio usado por quadrilha era habilitado nos EUA
O uso de aparelhos de rádio da marca Nextel habilitados em Miami, nos Estados Unidos, foi uma tentativa do empresário de jogos de azar Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, de driblar a interceptação de conversas dele com aliados pela polícia. A ideia teria partido do sargento da Aeronáutica Idalberto Matias, o Dadá, apontado como principal responsável pela “inteligência operacional” da quadrilha, e do delegado da Polícia Federal, Fernando Byron. O uso destes aparelhos foi noticiado pelo POPULAR com exclusividade no começo da Operação Monte Carlo.
O responsável pela aquisição dos aparelhos, no começo do ano passado, teria sido Gleyb da Cruz, apontado como o principal homem de confiança de Carlinhos Cachoeira para resolver “assuntos externos”. Cada um que recebia o aparelho era festejado como “membro do grupo”. Isso porque, conforme noticiado pela revista Época, apenas 15 pessoas integravam esse grupo.
A intenção do grupo era evitar a escuta telefônica, mas conforme O POPULAR apurou, a Polícia Federal conseguia captar os áudios da conversas. Os agentes federais não podiam obter o extrato da conta (detalhamento das ligações) nem o cadastro de interlocutores ou mesmo saber qual antena o telefone estava usando. Isso impedia, por exemplo, algum flagrante como fotos e filmagens da pessoa que está usando o aparelho. Entretanto, os policiais conseguiram com outro aparelho captar as conversas na mesma frequência usada pela quadrilha.
Além do próprio Cachoeira, Byron, Dadá e Gleyb, integravam o seleto grupo de proprietários do aparelho, suspeitos indiciados pela Polícia Federal, como Geovani Pereira da Silva, Lenine Araújo de Souza e José Olímpio de Queiroga Neto. O delegado da Polícia Federal Deuselino Valadares também teria um.
Outro que ganhou o aparelho foi o senador Demóstenes Torres (DEM), que não aparece entre os indiciados pela Polícia Federal, mas cujas conversas com Cachoeira pelo aparelho serão alvo de investigação na Procuradoria Geral da República (PGR). O senador diz que as conversas eram de assuntos triviais, admite manter amizade com o empresário, mas desde quarta-feira se mantém em silêncio. Procurado ontem pelo POPULAR, ele voltou a dizer que não falaria sobre o caso.


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