Revista agrogeoambiental agosto/2009 o uso de peixes como bioindicador ambiental em áreas de várzea da bacia amazônica



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admin, agrogeoambiental volume 01 num 02.48-54


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REVISTA AGROGEOAMBIENTAL - AGOSTO/2009
O USO DE PEIXES COMO BIOINDICADOR AMBIENTAL EM ÁREAS 
DE VÁRZEA DA BACIA AMAZÔNICA
Carlos Edwar C. Freitas & Flávia K. Siqueira-Souza; Departamento de Ciências Pesqueiras
Universidade Federal do Amazonas - Av. Gen. Rodrigo Otávio, 3000. Manaus - Amazonas. 69077-000
Email para correspondência: cefreitas@ufam.edu.br
RESUMO
O uso de bioindicadores pode constituir uma importante ferramenta para monitoramen-
to ambiental, e para ecossistemas aquáticos o uso de espécies de peixes é bastante eficiente
pois são componentes comuns e de fácil amostragem, bem como podem apresentar diferentes 
estilos de vida e habitats durante seu ciclo de vida. Neste artigo utilizamos como critérios para 
a seleção das espécies indicadoras, as seguintes características: ser taxonomicamente bem defi-
nido e facilmente reconhecível por não-especialistas, apresentar distribuição geográfica ampla, 
ser abundante ou de fácil coleta, preferencialmente possuir tamanho médio/grande, apresentar 
baixa mobilidade e longo ciclo de vida, dispor de características ecológicas conhecidas e ter 
possibilidade de uso em estudos em laboratório. Desta forma, indicamos oito espécies de peixes 
típicos das várzeas amazônicas: Pellona castelneana, Potamorhina altamazonica, Prochilodus 
nigricans, Mylossoma duriventre, Pygocentrus nattereri, Serrasalmus rhombeus, Triportheus 
angulatus liposarcus pardalis, para uso como bioindicadores em programas de monitoramento 
ou de avaliação de alterações ambientais.
INTRODUÇÃO
O termo “bioindicadores” pode ser definido como a escolha de espécies dada sua sensi-
bilidade ou tolerância a diversos tipos de alterações ambientais, geralmente causadas por ações 
antropogênicas, como poluição orgânica, assoreamento, construção de barragens, pesca predatória 
entre outros (Washington, 1984, Agostinho et al., 2005). Os indicadores biológicos são muito úteis 
por sua especificidade em relação a certos tipos de impacto, já que inúmeras espécies são compro-
vadamente sensíveis a um tipo de poluente e mais tolerantes a outros (Washington, 1984). Assim 
índices podem ser criados especificamente, conforme o tipo de impacto ambinetal, para se detectar 
derramamento de óleo, poluição orgânica, alteração de pH e oxigênio na água, lançamento de pes-
ticidas, entre outros fatores (Buss et al., 2003).
De forma geral, quanto mais rápido for a identificação de fatores que propiciem condições 
adversas ao ambiente, maior será as chances de mitigação deste impacto aos níveis superiores da 
organização biológica como comunidades e ecossistemas (Arias et al., 2007) (Figura 01) 

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