Questões sobre psicologia do desenvolvimento


Kohlberg – julgamento moral



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Kohlberg – julgamento moral
Começa a partir, mais ou menos, dos 16 anos os estágios 5 e 6 da moralidade pós-convencional que pode ser alcançada na vida adulta. Entretanto, grande número de pessoas jamais consegue atingir este nível em que os valores morais são aceitos conscientemente.

No estágio 5, o certo e o errado dependem de padrões aprovados pela sociedade como um todo. A pessoa sente que tem obrigação de obedecer à lei, mas entende que as leis não são absolutas. Podem ser mudadas, se todos concordarem. Orientação para o contrato social, as ações são orientadas por princípios elaborados de comum acordo como essenciais ao bem-estar público; a pessoa adere aos princípios para manter o respeito de companheiros e, portanto, o auto-respeito. Nesse estágio, a preocupação é com o respeito da comunidade e de si próprio, mas do que com a cadeia. Exemplos de respostas para o caso Heinz: “Sim, pois se ele deixasse sua mulher morrer seria por causa do medo, e não uma coisa racional. Ele perderia o auto-respeito e provavelmente o respeito dos outros também”, ou “Não, se ele violasse a lei, ele perderia o respeito dos outros e o se si próprio por ter-se deixado levar pelas emoções esquecido o ponto de vista menos imediato”.

No estágio 6, as ações são orientadas por princípios éticos auto-selecionados, que geralmente valorizam a justiça, dignidade e igualdade; a pessoa adere aos princípios para evitar autocondenação. É quando a pessoa consegue vislumbrar vários lados de um assunto. Um princípio ético, por exemplo, seria a Regra Áurea, dada por Jesus: “Faça aos outros o que você gostaria que fizessem a você” (Mateus, 7:12) ou o imperativo categórico, de Kant: “Aja somente como você gostaria que todos agissem em situação idêntica”. Exemplos de respostas para o caso Heinz: “Sim, se ele não roubasse o remédio e deixasse sua mulher morrer, ele sempre se condenaria por isso depois. Ele não seria acusado e ter-se-ia mantido fiel à lei externa; mas ele não teria satisfeito seus próprios padrões de consciência. Roubando o remédio, Heinz estava obedecendo a um princípio universal: o valor da vida humana é maior que o da propriedade. Mas, ao mesmo tempo, ele deveria reconhecer que cometeu um ato de desobediência civil e deveria aceitar a punição por furto”, ou “Não se ele roubasse o remédio, mesmo que ele não fosse acusado por outras pessoas, ele poderia condenar-se a si próprio por ter violado seus padrões de honestidade”.




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