Questões sobre psicologia do desenvolvimento


Kohlberg – julgamento moral



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Kohlberg – julgamento moral
Estágio 1 da fase da moralidade pré-convencional (ou pré-moral). Os valores morais da criança pré-escolar são os de seus pais. O critério para julgar se um ato é certo ou errado são suas conseqüências e não as intenções de quem realizou a ação. Para a criança desta fase, um ato é errado quando acarreta castigo, quando é punido pelos pais, ou seja, um comportamento é mau se recebeu castigo e é bom se recebeu prêmio. A criança valoriza grandemente a obediência inquestionável à autoridade e a fuga da punição.

No caso Heinz, as crianças nessa fase, geralmente, respondem: “Sim, porque se ele deixasse sua mulher morrer, ele se meteria numa encrenca. Ele seria acusado de não gastar o dinheiro para salvá-la e haveria um processo contra ele e contra o farmacêutico, por terem deixado a mulher morrer” ou “Não, o marido não deveria roubar o remédio porque seria apanhado e mandado para a cadeia. Se ele conseguisse fugir, sua consciência o incomodaria, pensando que a polícia poderia prendê-lo a qualquer minuto”.

Piaget, também formulou suas teorias acerca dos julgamentos morais da criança na fase da meninice. Segundo Piaget, por volta dos cinco anos, é o segundo estágio dos julgamentos morais (o primeiro estágio seria a fase do egocentrismo), no qual a criança trata as regras como permanentes, sagradas, tratando-as como imperativos absolutos fornecidas pelos pais ou Deus. É a fase do realismo moral na qual ocorre uma confusão entre leis morais e físicas. A criança julga um ato mais por suas conseqüências do que pelas intenções. Ex: a) uma criança que quebra quinze xícaras é considerada pior do que aquela que quebra apenas uma, mesmo que a primeira tenha quebrado as xícaras quando tentava ajudar sua mãe, enquanto a segunda criança quebrou-a em uma crise de raiva. Percebe-se, então, que a criança esta mais propensa a julgar mais “malcriada” ou desobediente a pessoa que causa o maior dano nas histórias, não importando as intenções ou motivações por trás do ato. A criança pré-operacional não diferencia entre mentiras deliberadas e oportunistas e exageros ou enganos inofensivos.



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