Psicopedagogia clínica: caminhos teóricos e práticos makeliny Oliveira Gomes Nogueira, Daniela Leal



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Site

Psicopedagogia Brasil. Psicopedagogia Brasil: prazer em aprender. Disponível em: . Acesso em: 25 maio 2010.

O site Psicopedagogia Brasil reúne um vasto acervo de artigos sobre a psicopedagogia, bem como as discussões sobre a regulamentação da profissão; também conta com indicações de sites voltados para as mais diversas temáticas da psicopedagogia, contatos com especialistas da área, dicas de livros, biografias e eventos.

Filme


Nell. Direção: Michael Apted. Produção: Jodie Foster e Renée
Missel. EUA: 20th Century Fox Film Corporation, 1994. 112 min.

Esse filme apresenta a história de Nell, uma jovem sozinha que vive em uma casa na floresta, após a morte de sua mãe. Por ser eremita, Nell se expressa por meio de um dialeto próprio. Após o encontro com um médico, passa-se a verificar a disponibilidade do profissional para trabalhar com Nell, a tentantiva de integrá-la à sociedade.

Atividades de autoavaliação

1. Assinale a alternativa correta:

a) O sentido mais amplo do psicodiagnóstico é que, por meio dele, discernimos, conhecemos e vemos o que ocorre com o sujeito.

b) O sentido mais amplo do psicodiagnóstico é que este
possibilita ir além do senso comum.

c) O sentido mais amplo do psicodiagnóstico é que ele nos possibilita que o conhecimento vá além do senso comum, ou seja, ele nos possibilita significar a realidade, fazendo o uso de conceitos, noções e teorias científicas.

d) O sentido mais amplo do psicodiagnóstico é que ele nos possibilita significar a realidade.

2. Assinale (V) para as alternativas verdadeiras e (F)para as falsas:

( ) O diagnóstico psicopedagógico é utilizado para detectar problemas de aprendizagem.

( ) O diagnóstico psicopedagógico é em si uma das intervenções do psicopedagogo para com o sujeito, a família, a escola e os demais envolvidos no processo.

( ) O diagnóstico psicopedagógico busca enquadrar o indivíduo em categorias patológicas.

( ) O diagnóstico psicopedagógico possibilita o início de uma ação capaz de ajudar o sujeito a retomar o prazer de aprender e de mostrar-lhe sua capacidade.

3. Assinale a afirmativa correta que complete a fala: “Uma vez que o psicopedagogo reuniu o maior número de informações possíveis sobre os diferentes aspectos que envolvem as dificuldades de aprendizagem durante o processo diagnóstico, este deverá...”:

a) se preparar para sistematizar todas essas informações de forma coesa e precisa por intermédio do informe psicopedagógico.

b) se preparar para sistematizar todas essas informações de forma coesa e precisa para obter a categoria patológica na qual se encontra o sujeito.

c) se preparar para sistematizar todas essas informações de forma coesa e precisa para obter uma visão particular e única do sujeito.

d) se preparar para sistematizar todas essas informações de forma coesa e precisa por intermédio do relatório psicológico.

4. No que diz respeito ao informe psicopedagógico, assinale com (V) as afirmações verdadeiras e com (F) as afirmações falsas:

( ) No informe psicopedagógico, temos de comunicar tudo o que é feito em consultório, sem pensar no outro que está nos ouvindo, mas somente no sujeito com dificuldade no processo de escolarização.

( ) A palavra informe se refere à fotografia de uma conjuntura complexa, que, no caso da psicopedagogia, é o que se pretende ao final de um diagnóstico.

( ) O informe psicopedagógico se refere à fotografia no ­sentido do jeito de se ver e de se observar a realidade.

( ) No informe psicopedagógico, temos de comunicar ao outros as conclusões, sem agredir ou gerar culpa, mas sim
esclarecer.

5. Assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas:

( ) Os três momentos que compõem a elaboração de um informe são: considerar a quem se destina, verificar a forma de apresentação e o conteúdo a ser escrito.

( ) A análise dos resultados é considerada o momento em que se expõem as conclusões às quais o psicopedagogo chegou e em que se articula a queixa com os sintomas, os obstáculos e as possíveis causas do não aprendizado.

( ) Segundo o momento do conteúdo do informe, o relatório deve ser conduzido a um prognóstico fechado.

( ) O que menos ajuda durante o processo de escrita e análise do informe é a queixa expressa no primeiro encontro.

Atividades de aprendizagem

Questões para reflexão

1. Explique a afirmação: “O informe psicopedagógico tem sido um grande desafio para muitos psicopedagogos”.

2. “Uma vez que o psicopedagogo reuniu o maior número de informações possíveis sobre os diferentes aspectos que envolvem as dificuldades de aprendizagem durante o processo diagnóstico, ele deverá se preparar para sistematizar todas essas informações de forma coesa e precisa por intermédio do informe psicopedagógico”. Diante de tal afirmação, explique qual a diferença existente entre o informe psicopedagógico clínico e o informe psicopedagógico institucional e/ou familiar.

Atividades aplicadas: prática



1. Aproveitando os resultados obtidos na caixa operatória e nas provas projetivas realizadas, providencie a anamnese e a Eoca da mesma criança estudada nos exercícios dos capítulos anteriores.

2. Estando em posse dos instrumentos de análise e das hipóteses de cada um deles, elabore um informe psicopedagógico clínico e um informe institucional.

Considerações finais

Foram estudados e trabalhados nesta obra conceitos chaves para a compreensão da clínica psicopedagógica, tais como a Eoca, a observação lúdica, as provas operatórias, as provas projetivas psicopedagógicas, as provas pedagógicas, as entrevistas, a anamnese, a avaliação psicomotora, as provas e os testes complementares, além da análise e elaboração do diagnóstico, do encaminhamento e da intervenção psicopedagógica. Tais tópicos foram apresentados em um viés ­teórico-prático fundamentado na visão da epistemologia convergente de Jorge Visca, trazendo ao leitor uma vasta fonte de informações e conhecimentos que contribuirão de maneira muito significativa para uma prática psicopedagógica consciente e crítica, que priorize, antes de tudo, a ética e o ensino-aprendizagem de qualidade.

Com base nesta obra, os futuros psicopedagogos terão uma base para desenvolver o diagnóstico clínico passo a passo em uma perspectiva ampla e abrangente. Os profissionais que já atuam na clínica, por sua vez, poderão rever sua prática com base em um olhar holístico, integrando diversas áreas do saber, tais como a psicologia, a epistemologia genética, a psicanálise, a psicomotricidade, a educação etc., como previsto no resgate histórico realizado no primeiro capítulo desta obra.



A prática que ilustra todo o livro é uma tentativa de aproximar o leitor da realidade clínica, instrumentalizando-o e dando suporte e orientação para ampliar sua atuação profissional. Nesse sentido, foi reunida aqui a experiência de anos de estudo e atendimento psicopedagógico ao longo da formação e da atuação das autoras.

A teoria apresentada foi minuciosamente selecionada com base em várias obras de autores renomados da psicopedagogia no Brasil e no mundo, complementada pelos conhecimentos teórico-técnicos das autoras.

De posse desses instrumentos, os leitores construirão ou reconstruirão sua ação psicopedagógica, criando seus caminhos próprios de atuação na clínica, já que, ao longo do processo de trabalho, a partir de cada caso específico, vamos analisando e transformando nossa práxis como profissionais, assumindo nossa responsabilidade sócio-histórica e cultural e contribuindo com as áreas da saúde e da educação brasileira.

Os desafios são enormes, mas enorme também é a nossa capacidade e nossa vontade de superá-los, criando novas formas de trabalhar, de ser e de reinventar nossos caminhos teóricos e práticos por meio da psicopedagogia clínica.



Glossário

Abordagem clínica: Procedimento que envolve diagnóstico da queixa ou do sintoma apresentado; atendimento terapêutico previamente combinado com a família e a escola da pessoa a ser atendida (Fontes, 2006).

Abordagem institucional: De caráter preventivo, tem como foco a instituição de ensino, ou seja, o trabalho é realizado diretamente com os profissionais da instituição, ajudando o aluno de forma indireta (Fontes, 2006).

Abordagem interacionista: Considera-se nesse tipo de abordagem a interação entre o organismo e o meio, ou seja, a criança é vista de forma dinâmica, interagindo a todo tempo interage com sua realidade (PPD, 2010).

Afasia: Transtorno da comunicação adquirido por lesão nas regiões
cerebrais especificamente envolvidas no processo linguístico, após a estruturação daquelas. Em relação a crianças, não podemos falar em afasia, pois esta normalmente ocorre em consequência de um acidente vascular cerebral (AVC) ou por lesões nas áreas da fala e da linguagem que geralmente prejudicam a evocação de palavras em idosos (Rotta; Ohlweiler; Riesgo, 2006).

Ambientalismo: “Para essa linha, há uma imensa influência do ambiente no desenvolvimento humano. Nessa concepção, o homem é considerado um ser completamente plástico, ou seja, moldado pelo meio em que vive. Segundo essa perspectiva, todo conhecimento humano provém do ambiente externo, pois a criança é concebida como uma tábula rasa (do latim, ‘folha em branco’), ou seja, sem saber nada, sem conhecimento nenhum, sem qualquer registro de informações. Dessa forma, os conhecimentos vêm do mundo externo, e o sujeito os recebe passivamente” (Nogueira, 2009, p. 28).

Anatomofisiologia: É a fusão de duas áreas de conhecimento: a anatomia e a fisiologia. A anatomia busca estudar a forma e a estrutura do seres vivos; a fisiologia, por sua vez, estuda o funcionamento dos organismos. Ou seja, uma define o nome e a outra descreve o funcionamento (Dauber, 2009).

Anormalidade: Quando o indivíduo foge das condutas previstas para uma determinada faixa etária (Cabral; Nick, 2006).

Crianças asiladas: Indivíduos que eram considerados “entraves” para o bom desenvolvimento da nova e organizada sociedade republicana, ou seja, separava-se a “população doente” da “saudável” (Rocha, 2004).

Crianças excepcionais: O termo em questão é utilizado de duas formas – para se referir a uma criança particularmente inteligente ou a uma criança com talentos pouco comuns. No entanto, o termo é muitas vezes utilizado de forma pejorativa para identificar a pessoa com algum tipo de deficiên­cia. Nesse sentido, com base na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela ONU em 2006, o mais correto é usar a designação pessoa com algum tipo de deficiência (ex.: pessoa com deficiência visual) (ONU, 2006).

Dificuldade de aprendizagem: É um termo geral que se refere a um grupo heterogêneo de desordens manifestadas por dificuldades significativas na aquisição e utilização da compreensão auditiva, da fala, da leitura, da escrita e do raciocínio matemático (Fonseca, 1995a).

Disfunção cerebral mínima: “As crianças com disfunção cerebral mínima têm, em geral, inteligência média ou acima da média, mas apresentam certos problemas de aprendizagem ou de comportamento associados a desvios das funções do sistema nervoso central” (Saúde Informações, 2010). Segundo Bossa (2000), o nome de disfunção cerebral mínima consolidou-se em 1962, em um simpósio em Oxford, para designar a causa de muitos problemas de aprendizagem. Atualmente, não se utiliza mais essa terminologia, e sim transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

Disgrafia: Está relacionada à incapacidade de recordar e traçar a grafia das letras, o que torna a letra ilegível. Cabe aqui ressaltar que a questão da disgrafia não está relacionada com comprometimento intelectual, mas sim com comprometimentos motores (Psicopedagogia Brasil, 2004).

Dislexia: É um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, comprometendo, assim, o desenvolvimento das habilidades de reconhecimento de palavras e da compreensão da leitura (Rotta; Ohlweiler; Riesgo, 2006).

Epistemologia genética: “A epistemologia genética de Piaget tem como foco principal o sujeito epistêmico, ou seja, o sujeito que constrói conhecimentos. Ao refletir sobre esse processo no decorrer do desenvolvimento humano, Piaget parte da relação entre o sujeito e o objeto (meio físico e social), postulando que estes estabelecem contínuas relações entre si, em que um constitui o outro mutuamente” (Nogueira, 2009, p. 40).

Escola Nova: “Movimento de renovação do ensino que foi especialmente forte na Europa, na América e no Brasil” (Hamze, 2010). Defendia a universalização da escola pública, laica e gratuita. Afinal, para os idealizadores desse movimento, o único meio efetivo de combate às desigualdades da nação seria por um sistema estatal de ensino público, livre e aberto.

Etiologia: Estudo ou ciência das causas de um determinado conheci­mento ou de um determinado objeto.

Inatismo: “Essa linha de pensamento parte do pressuposto de que tudo o que ocorre após o nascimento do bebê não é importante para o seu desenvolvimento, ou seja, acredita-se que a capacidade de desenvolvimento e de aprendizagem do ser humano já está determinada, e nada, ou quase nada, que aconteça depois pode mudar isso. Dessa forma, a personalidade, a inteligência, os valores, as crenças, a forma de pensar e de ver o mundo nasceriam com a pessoa, sofrendo pouca alteração ao longo de sua existência” (Nogueira, 2009, p. 23).

Interacionismo ou sociointeracionismo: “A denominação interacionista ou sociointeracionista não é unânime entre os pesquisadores que se dedicam aos estudos das obras de Piaget e Vygotsky [...]. Dessa forma, utilizaremos essa denominação para nos referirmos às linhas de pensamento que influenciam a perspectiva do ‘aprender’
por meio da interação do sujeito com o meio sócio-histórico-cultural” (Nogueira, 2009, p. 38, grifo do original).

Método clínico: “Nasceu no século V a.C. na Grécia. Desde seu nasci­mento até o momento atual tem sido aplicado a diferentes objetos de estudos: às enfermidades do corpo, [...], ao inconsciente e às funções cognitivas. [...]. As investigações iniciadas por Freud levaram à elaboração de um modelo diagnóstico/terapêutico cujo objeto de estudos é o inconsciente. A partir de tais trabalhos que, inicialmente, se restringiram aos adultos, se estenderam às crianças, adolescentes e grupos” (Visca, 2008, p. 21).

Normalidade: Indivíduos que possuam uma inteligência “para adotar e manter uma direção definida [do comportamento mental]; a capacidade de fazer adaptações com o intuito de alcançar determinado fim; e o poder de autocrítica” (Bianet, citado por Cabral; Nick, 2006, p. 47).

Pedagogia: Significa o total da prática educativa, como também o esclarecimento teórico e a delimitação dessa prática (Brunner; Zeltner, 2007).

Pedagogia curativa: De origem terapêutica, tem por função atender a crianças e adolescentes desadaptados didática e socialmente.

Psicanálise: Essa escola psicológica denominada psicanálise (ou análise da mente) foi iniciada em Viena (Áustria) no começo do século XX e teve como precursor o médico psiquiatra Sigmund Freud. “Seu interesse inicial era pesquisar as causas das doenças mentais (neuroses e psicoses). Sua obra foi influenciada pelo modelo cartesiano de ciência, embora ele discordasse dos racionalistas em relação à razão humana, pois acreditava que o homem é fortemente comandado pelo inconsciente (conteúdos reprimidos – não presentes – da consciência pela ação de censuras internas) e por forças instintivas” (Nogueira, 2009, p. 25).

Psicologia: “A definição mais abrangente designa a Psicologia como ciência do comportamento e da vivência e de suas pressuposições, condições e consequências conscientes e inconscientes. As tarefas da Psicologia são as pesquisas do comportamento e da vivência, isto é, a descrição e explicação dos fenômenos psíquicos e a aplicação dos resultados na área [sic] cultural, social e econômica” (Brunner; Zeltner, 2007, p. 207).

Psicologia escolar: “É a aplicação dos conhecimentos psicológicos, sobretudo da psicologia da aprendizagem, da psicologia do ensino, da psicologia do desenvolvimento, da psicologia social e da psicologia clínica à área escolar e ao ensino. Além disso,
a Psicologia escolar procura embasar este campo prático de forma científica através de pesquisas e trabalhos teóricos” (Brunner; Zeltner, 2007, p. 211).

Psicologia individual: “Designação geral e pouco usual para áreas parciais ou teorias da psicologia que têm como ponto de partida a consideração do indivíduo em particular em contraposição àquelas disciplinas, como a psicologia social, que colocam como ponto central as interações do indivíduo com o ambiente que lhe é significativo” (Brunner; Zeltner, 2007, p. 212).

Psicologia social: Ramo da psicologia que tem o “Objetivo de [...] explicar como a estrutura social chega a se tornar fantasia inconsciente [...] sobre os processos de constituição da subjetividade [do sujeito]” (Adamson, 2000).

Psiconeurológica: Abordagem fundamentada na biologia, na psicologia e nos processos educativos e de treinamento, permitindo ver a criança ou o discente em quatro aspectos – seu organismo, seu corpo, seu desejo e sua inteligência, ou seja, no seu “ser total” (Pinel, 2002).

Psicopedagogia curativa: Segundo Bossa (2000, p. 37), “O termo psicopedagogia curativa, adotado por Janine Mery, é usado para caracterizar uma ação terapêutica que considera aspectos pedagógicos e psicológicos no tratamento de crianças que apresentam fracasso escolar”[grifo nosso].



Sistema de hipóteses: “O vocábulo hipótese do grego hypóthesis, originou a palavra latina hypóthese. No novo dicionário Aurélio, tem o significado de ‘suposição’, ou de ‘conjetura’. A hipótese é como uma proposição antecipadora à comprovação da realidade existencial; uma forma de pressuposição acerca da constatação dos fatos. Trata-se de formulações provisórias a respeito de fatos que se procura conhecer. [...] No que concerne ao diagnóstico psicopedagógico, o levantamento de hipótese tem a finalidade de direcionar o trabalho de avaliação, tornando-o mais objetivo, evitando-se especulações que possam desviar o examinador do campo focal de estudo” (Chamat, 2004, p. 38)

Zona de desenvolvimento proximal: “Se caracteriza pela distância entre o ‘nível de desenvolvimento real’ (o que a criança sabe realizar sozinha, sem auxílio) e o ‘nível de desenvolvimento próximo’ (o que a criança faz com a mediação de um adulto), uma ideia, segundo Vigotsky, fundamental para indicar o aproveitamento da criança na escola” (Leal, 2008, p. 46-47).

Referências

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Bibliografia comentada

Neste espaço destinado às leituras de aprofundamento e de materiais extras, buscamos indicar a vocês, leitores, algumas obras que constam da bibliografia utilizada para a construção deste livro, assim como leituras que recomendamos para uma melhor compreensão dos aspectos abordados no decorrer da obra.

Bossa, N. A. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Nesse livro, Bossa faz um resgate histórico da psicopedagogia no Brasil e na Argentina, dando destaque à ética profissional e defendendo a promoção da aprendizagem como o objetivo primordial da atuação do psicopedagogo em qualquer campo de atuação. A autora apresenta ainda o objeto da psicopedagogia, o campo de atuação psicopedagógico, a formação do psicopedagogo, a prática clínica e a institucional dessa área de atuação, assim como as teorias que embasam esse trabalho.

Fonseca, V. da. Psicomotricidade: perspectivas multidisciplinares. ­Porto Alegre: Artmed, 2004.



O livro em questão vem complementar todo o trabalho que Vitor da
Fonseca vem realizando sobre psicomotricidade. Nessa obra, é possível obser­var e recuperar a discussão sobre o conceito de psicomotricidade, ­assim como permite que psicopedagogos e psicomotricistas observem as dificuldades no processo de aprendizagem não somente por intermédio de aspectos cognitivos, mas também de aspectos psicomotores.

Fonseca, V. da. Manual de observação psicomotora. Porto Alegre: Artes


Médicas, 1995.

Nessa obra, Vitor da Fonseca propõe ao leitor e aos profissionais da educação e saúde uma abordagem psiconeurológica da observação psico­motora da criança. Para tanto, o autor oferece instrumentos de observação psico­educacional, a qual, em vez de medir o produto motor da criança, busca verificar a qualidade dos processos envolvidos na integração, na programação, na elaboração e na regulação dos atos motores.

Fontes, M. A. Psicopedagogia e sociedade: história, concepções e contribuições. São Paulo: Vetor, 2006.



Nesse livro, Fontes traz aos leitores que querem se embrenhar pela ceara da psicopedagogia pontos cruciais da história, trazendo informações complementares para o trabalho realizado por Nadia Aparecida Bossa no livro
A psicopedagogia no Brasil.

Gorman, R. M. Descobrindo Piaget: um guia para professores. Rio de Janeiro: LTC, 1976.



Esse livro traz de forma bastante didática e, portanto, de fácil compreen­são, uma introdução ao pensamento de Jean Piaget para educadores, psicó­logos e psicopedagogos, dando ênfase aos anos escolares e às aplicações das teorias de Piaget à educação e ao processo de ensino-aprendizagem de uma maneira geral. Além disso, toda a obra é delineada por atividades teórico-práticas para que os pesquisadores possam testar seus conhecimentos durante a leitura.

Griz, M. das G. S. Psicopedagogia: um conhecimento em contínuo processo de construção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.



Esse livro de Maria das Graças S. Griz nos ajuda a compreender por quais paradigmas a psicopedagogia já passou, bem como a fazer articulações entre os diferentes momentos históricos vivenciados por essa área de atuação e conhecimento. Além do trabalho histórico realizado pela autora, os estudos de casos apresentados elucidam significativamente os primeiros passos do profissional de psicopedagogia, para que este possa pensar de forma ampla e dialética sobre o fenômeno dos problemas de aprendizagem.

La Taille, Y.; Dantas, H.; Oliveira, M. K. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

Essa obra apresenta uma interlocução entre Piaget, Vygotsky e Wallon, apontando os fatores biológicos e sociais no desenvolvimento psicológico e a questão da afetividade e da cognição presentes nas concepções desses teóricos, com base na visão de três professoras da área de psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem da Universidade de São Paulo.

Weiss, M. L. L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 8. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.



Maria Lúcia Lemme Weiss expõe com maestria o passo a passo do diagnós­tico psicopedagógico em cada um dos capítulos dessa obra, com descrições fascinantes de casos reais para ilustrar cada uma das técnicas utilizadas na obtenção de um informe diagnóstico preciso e um prognóstico com o maior número de possibilidades de intervenções.

Apêndice


Modelo de entrevista inicial
(entrevista com a mãe e/ou pai e/ou responsável)

Data da entrevista:


Nome:

Data de nascimento:

Nome da mãe:

Profissão:

Nome do pai:

Profissão:

Nome da pessoa que supervisiona a criança:

Telefone(s):

Endereço:

Escola:


Professor(a):

Coordenador(a):

Série:

Telefone(s):



Endereço:

Atendimentos anteriores? Atuais? Qual(is)?

Uso de medicamentos?

Indicação:

Queixa (motivo da consulta):

Expectativa da família e da criança:

Idade:

Turno:
Esclarecimento sobre o trabalho psicopedagógico



ANAMNESE

1 − Identificação

Nome do cliente:

Data de nascimento:

Naturalidade:


Nome do pai:

Idade:
Nome da mãe:

Idade:

Profissão do pai:



Profissão da mãe:
Escolaridade do pai:

Escolaridade da mãe:


2 – Motivo da consulta (início, desenvolvimento, fase de agravamento e melhora do sintoma)

3 – O dia da criança

Manhã:


Tarde:

Noite:


4 – Ambiente familiar

Quem mora na casa?

Irmão(s):
Nome:

Escolaridade:

Idade:
Nome:

Escolaridade:

Idade:
Nome:

Escolaridade:

Idade:
Nome:

Escolaridade:

Idade:
Como é a residência?

Como é a vizinhança?

Relacionamentos afetivos mais importantes:

Como reagiu ao nascimento de novos irmãos?

Relacionamento entre os irmãos:

Relacionamento do pai com a criança:

Relacionamento da mãe com a criança:

Relacionamento entre os pais e os avós da criança:

Relacionamento do casal:

Perderam algum filho?




5 – Se pais separados

Época da separação?


Como foi?

O que e como foi explicado à criança?

Reação da criança?

Visitas: quando e como?

Houve novo casamento do pai ou da mãe?

Nasceu(ram) novo(s) irmão(s)?

Relacionamento da criança com ele(s)?


6 − Gestação

Como o casal reagiu à notícia?

Qual o sexo desejado?

Ocorreram doenças ou acontecimentos graves durante a gravidez?

A mãe fez pré-natal?


7 – Parto: Transcorreu normalmente? Anestesia? Tempo de duração? Local? Como a mãe se sentiu?

Como era a criança quando bebê?

Quem cuidou da criança nos primeiros dias?

Tomou leite materno até quando?

Como e quando foi a passagem para a alimentação sólida?

Usou chupeta até quando?

Como era utilizada? Como deixou?

Alimenta-se sozinha? É necessário forçar a alimentação?

Como?

A criança tem diarreias? Prisão de ventre?



Quando nasceram os primeiros dentes?


8 − Sono

Como dormia quando bebê?

E atualmente?

Precisava (precisa) de alguém ou algo para pegar no sono?

Ia (vai) à noite para o quarto dos pais?


9 – Desenvolvimento psicomotor

Quando sentou?


Quando engatinhou?
Quando andou?
Quando se equilibrou?
Tem noção de lateralidade?
Quando disse as primeiras palavras?

Quando falou corretamente?

Tem algum problema de linguagem?

Quando controlou o esfíncter diurno?

Quando controlou o esfíncter noturno?

Como foi ensinado o controle?

Toma banho sozinha?

Veste-se sozinha?




10 – Doenças

Da criança:

Da família:


11 – A criança apresenta algum tique?


12 − Escolaridade

Com que idade entrou na escola?


Como foi a adaptação?

Houve mudança de escola?


Quando?
Por quê?

Como foi a nova adaptação?

Rendimento e comportamento escolar?

Precisa de auxílio fora da escola?

Relata de forma compreensiva sobre o que assiste e o que faz?

13 – Mudanças e acontecimentos importantes (mortes, doenças graves, mudança de casa etc.: como foi explicado e como a criança reagiu)?

14 – Sexualidade (curiosidade, informação, masturbação, brincadeiras sexuais)?
15 – Brincadeiras prediletas:


16 − Quanto à curiosidade:


17 – Atenção/concentração:


18 – Amigos (quem? idades, preferências, quem escolhe?)

19 – Como é comemorado o aniversário da criança?


21 – Comportamento

Agressividade:

Medos:

Aprendizagem:



O que mais gosta de fazer:

O que faz melhor:




22 – Retrato da criança (pede-se a cada um dos genitores que descreva física e emocionalmente o filho).

23 – Observações sobre a entrevista (o entrevistador deverá relatar o seu sentimento sobre a entrevista e começar a levantar hipóteses sobre o caso, para serem reunidas com as demais ao final do diagnóstico, pois é com base na reunião e no cruzamento de todas as informações obtidas durante o diagnóstico que será redigido o informe psicopedagógico).

Gabarito


Capítulo 1

Atividades de autoavaliação

1. c

2. F, F, F, V



3. V, F, F, F

4. b


5. d

Atividades de aprendizagem





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