Psicologia e educaçÃo matemática: um olhar sobre as pesquisas produzidas no brasil nos últimos anos


QUADRO GERAL DAS PESQUISAS PRODUZIDAS NO BRASIL



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QUADRO GERAL DAS PESQUISAS PRODUZIDAS NO BRASIL


Tabela 1: distribuição das pesquisas, por instituição, do período de 1975 a 2003.

INSTITUIÇÃO


75-79

80-84

85-89

90-94

95-99

00-03

MON. ESP.

DIS.

TESES

TOTAL

UERJ







1













1




1

UNICAMP




1

1

1

5

5




3

10

13

PUC-SP




1



















1

1

PUCCAMP
















1

1







1

USP

2










2

1




3

2

5

PUC-RJ




2




1










3




3

UFPE




2

5

1

4

1




13




13

UFSCar







2

1










3




3

UFRS

1

1

1













3




3

UNESP-IGCE







2













2




2

PUC-RS

1










2







2

1

3

UFMS







1













1




1

UFC










1










1




1

FGV




1
















1




1

UFBA










1










1




1

UnB




1




1

1







3




3

UFSC













1







1




1

UFPR







1













1




1

UFGO













1







1




1

UFRJ













1







1




1

UFSantaMaria













1







1




1

TOTAL

4

9

14

7

18

8

1

45

14

60


A tabela acima mostra a distribuição das 60 pesquisas sobre Psicologia e Educação Matemática produzidas no Brasil ao longo de 1975 a 2003, relacionando a instituição em que foram produzidos os trabalhos e o período em que foram defendidos. Os dois estudos (FALCÃO, 2003) e Anais de encontros investigados não foram representados nesta tabela por não se tratarem das classificações nela apresentadas.

Podemos observar que a maior produção acadêmica aconteceu no período de 1980 a 2000, chegando a 48 trabalhos. Cabe destacar que, bem antes desta época, vários trabalhos na área de Educação e Educação Matemática com enfoque em Psicologia já tinham sido escritos, porém não se classificavam nesta linha pesquisa. Podemos observar ainda que no período de 2000 a 2003 foram encontrados apenas 8 trabalhos.

Os primeiros estudos tiveram início em 1975, um ano anterior ao surgimento do grupo internacional (PME), por ocasião do (ICME), realizado em Karlshure (Alemanha).

Podemos notar que os grupos de pesquisa em Psicologia e Educação Matemática que mais de destacam são: UFPE (13 trabalhos), USP (5), UNICAMP (13), Rio de Janeiro (5) e sul brasileiro (9).

Em relação à categoria dos trabalhos acadêmicos, há uma maior concentração de dissertações de mestrado, com 75%. As teses de doutorado compõem 23,34% das pesquisas analisadas, sendo que uma delas é uma tese de livre docência (BRITO, 1996). A UFPE se destaca com o maior número de dissertações defendidas (13). Em seguida, temos a UNICAMP com 3 trabalhos defendidos. A UNICAMP também se destaca com 10 teses de doutorado.

A tabela a seguir mostra a distribuição das pesquisas analisadas por categoria, instituição, número de trabalhos e autor/ano.


Tabela 2: distribuição das pesquisas por categorias

CATEGORIA

INSTITUIÇÃO

N

AUTORES

Atitudes

UNICAMP; PUC-Campinas; Universidade Paulista; UFRS; UFMS; USP-SP;

10

Brito (1996); Gonçalez (2000); Mendes (s/d); Mendes (s/d); Moron (s/d); Blumenthal (1983); Domingues (1985); Gonçalves (1981); Ragazzi (1976); Araújo (1999)

Metacognição

UERJ; UNICAMP; UFRJ

3

Almeida (s/d); Ferreira (2003); Chahon (1999)

Cognição

UNICAMP; PUC-SP; UFMG; USP-SP; CUML-SP; PUC-RJ; UFPE; PUC-RS; UERJ; UFRS; UFC; FGV-RJ; UFSCar; UFBA; UnB; UFSC; UFPR;

45


Lima (1996); Pavanello (1995); Brenelli (1993); Esteves (s/d); Xavier (s/d); Zuffi (s/d); Pinto (s/d); Abreu (1990); Acioly (1985); Aguiar (1980); Campos (1975); Costa (1980); Estácio (1988); Fagundes (1970); Faria (1979); Leão (1986); Lima (1981); Lima (1985)Magalhães (1990); Magina (1988); Mazulo (1990); Melo (1980); Mendes (1989); Moralles (1986); Moro (1984); Rangel (1987); Sabak (1980); Santos (1990); Silva (1987); Souza (1981); Mendes (1991)Rodrigues (1999); Martins (2001); Monteiro (1998); Bolda (1987); Muniz (1992); Gonzalez (1998); Adriano (1987); Vieira (1999), Taxa (1996); Taxa (2001); Gomes (1998); Lima (1998); Brando (2000); Tancredi (1990)

Desenvolvimento Conceitual

Educação em Revista; Ed. Autêntica

2

Falcão (2002); Falcão (2003)

Concepções

PUC-Campinas; UFSCar; IGCE-UNESP; UFSanta Maria

4

Rogovski (2003); Azevedo (1988); Imenes (1989); Bathelt (1999)

Etnomatemática

IGCE-UNESP

1

Buriasco (1989)

Psicanálise

USP-SP

1

Cabral (1998)

Psicologia Junguiana

UnB; USP-SP

2

Braz (1997); Saiani (1999)

Psicologia Experimental

USP-SP

1

Prado (2001)

Interacionismo-Contrutivismo

UFGO

1

Silva (1995)


Como podemos observar, 45 pesquisas referem-se à cognição, 10 à atitudes e 4 às concepções. Procuramos organizar as pesquisas em categorias, considerando instituição, autor/ano, questão de investigação, metodologia e resultados. A seguir, cada categoria considerada no quadro acima será brevemente descrita.

1. Atitudes


Dez dos trabalhos analisados compõem essa categoria, sendo a maioria (6) oriunda da UNICAMP. Podemos observar tanto trabalhos recentes quanto mais antigos. Esse tema vem sendo abordado por pesquisadores desde a década de 1970, quando Ragazzi (1976) estudou a escala de atitudes tipo Likert em relação à Matemática aplicada em alunos da 5ª série do Ensino Fundamental.

Cerca de 60% dos trabalhos tratam das atitudes dos alunos em relação à Matemática. Duas delas analisaram também a atitude dos pais em relação à Matemática e a atitude dos vestibulandos em relação à Matemática e a escolha profissional. Os demais investigaram as atitudes dos professores (ex. DOMINGUES, 1985).

A maioria da pesquisas utilizou a escala de atitudes adaptada por Brito (1996). Apenas uma pesquisa (DOMINGUES, 1985) utilizou a escala Likert. Um estudo utilizou os resultados da prova de Matemática do vestibular (BLUMENTHAL, 1983) e outro os testes de aptidão matemática e de raciocínio (GONÇALVES, 1981).

Os resultados indicam que o desempenho escolar dos alunos propicia o desenvolvimento de atitudes negativas em relação à Matemática e os meninos apresentam atitudes mais positivas que as meninas (BRITO, 1996 e MENDES, s/d); que existem diferentes desempenhos para ambos sexos (BLUMENTHAL, 1983) e, que a escolha profissional parece relacionar-se às atitudes em relação à Matemática (BLUMENTHAL, 1983 e ARAÚJO, 1999). Para Gonçalez (2000), as atitudes não são inatas e sim adquiridas ao longo do tempo. Considera ainda que os pais exercem pouca influência na formação de atitudes em relação à Matemática em seus filhos.



2. Cognição


Denominamos cognição a categoria das pesquisas de Psicologia e Educação Matemática referentes ao desenvolvimento de processos cognitivos, às teorias de linguagem, particularmente a linguagem matemática. Localizamos 45 pesquisas, o que corresponde a 64,28% dos trabalhos analisados, sendo 13 da UFPE e 8 da UNICAMP.

Desde a década de 70 encontramos pesquisas nessa área. Campus (1975) estudou a gênese do conhecimento de fração na criança segundo a teoria piagetiana, considerando a psicopedagogia do ensino e dos números fracionários. Embora existam trabalhos brasileiros recentemente produzidos sobre esta categoria, a maioria deles concentra-se nos anos 80 e 90. Souza (1981) estudou o perfil psicológico dos alunos da 2ª série do Ensino Fundamental com bom rendimento em Matemática. Outra pesquisa destacada (ABREU, 1990) investigou os processos de construção do conhecimento espacial da criança, observando suas primeiras noções topológicas no ambiente escolar. Já Martins (2001), por meio de análise de vídeos produzidos, investigou a atividade de uma professora de Matemática em sala de aula, envolvendo-a num processo de análise de sua prática.

Considerando a metodologia adotada, encontramos que 9 utilizaram pré-teste e pós-teste (ex., PAVANELLO, 1995; BRENELLI, 1993 e MENDES,1991), 5 realizaram entrevistas e testes clínicos (ABREU, 1990; AGUIAR, 1980; FAGUNDES, 1997; LIMA, 1981 e MAGALHÃES, 1990) e nas duas restantes, Moralles (1986) utilizou apenas o pré-teste para analisar os processos de aprendizagem da relação biunívoca e recíproca na conservação de quantidades descontínuas e Martins (2001) usou anotações etnográficas e filmagem das aulas de uma professora de Matemática.

Alguns dos resultados são: o uso de jogos, como quilles e cilada, na aprendizagem desenvolve a inteligência e propicia a construção de noções aritméticas de soma e subtração (BRENELLI, 1993), o uso da linguagem computacional LOGO propicia a construção e a utilização de noções topológicas (ABREU, 1990) e o conhecimento de comerciantes independe de sua instrução escolar (LIMA, 1985).




3. Metacognição


Encontramos apenas 3 trabalhos (ALMEIDA, s/s; FERREIRA, 2003; CHAHON, 1999) que utilizam a metacognição. Ferreira (2003), analisou as contribuições de um grupo de trabalho colaborativo para o desenvolvimento profissional de professores de Matemática, Chahon (1999) abordou a metacognição no conceito inicial de fração, apresentando contribuições da Educação Matemática à Psicologia Cognitiva. Almeida (s/d) investigou os processos de aquisição dos conhecimentos metacognitivos a fim de conhecer o desempenho de estudantes. Nestas pesquisas verificou-se a ampliação dos processos metacognitivos.

4. Desenvolvimento do campo Psicologia e Educação Matemática


Encontramos apenas 2 trabalhos, ambos do mesmo autor (FALCÃO, 2002; FALCÃO, 2003). O primeiro discute a Psicologia e a Educação Matemática, apontando contribuições desta área, principalmente nas questões referentes ao desenvolvimento, aprendizagem e conceptualização. O outro procura apresentar, em linhas gerais, a Psicologia e Educação Matemática, mostrando argumentos favoráveis de que este domínio de reflexão e pesquisa tem um lugar específico na Educação Matemática.


5. Concepções


Os 4 trabalhos relacionados nesta categoria foram produzidos a partir de 1988 e 3 deles procuram investigar concepções de professores e alunos sobre a Matemática, como Imenes (1989) que estudou o fracasso do ensino da Matemática, como os professores compreendem e o que as pessoas sentem em relação à esta disciplina. Por outro lado, Rogovski (2003) realizou uma pesquisa diferente ao identificar porque as pessoas acima de 60 anos utilizam a Matemática e quais conhecimentos são mais utilizados, analisando as concepções dessas pessoas.

Em 2 pesquisas analisadas foram utilizadas observações no dia-a-dia dos sujeitos, como Imenes (1989). As outras 2 adotaram o uso de entrevistas gravadas (Rogovski, 2003) e questionários (Azevedo, 1988).



Rogvski (2003) acredita que a concepção matemática dos idosos é conseqüência de suas experiências de vida e escolares. Já Imenes (1989) considera que há uma certa dificuldade dos professores em perceber novas idéias em relação à Matemática, oriundas da concepção platônica desta disciplina e a postura autoritária do professor.


6. Etnomatemática


Encontramos apenas uma pesquisa (BURIASCO, 1989) que procurou investigar o conhecimento prévio de Matemática em crianças antes da escolarização e no seu ingresso na escola. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, quase etnográfica que considera a etnomatemática como objeto participativo da Matemática de dentro da escola.

7. Psicanálise


Também encontramos apenas uma pesquisa (CABRAL, 1998) – tese de doutorado defendida na USP. Neste trabalho, a autora dá continuidade à pesquisa realizada no mestrado sobre as dificuldades dos alunos em Cálculo Diferencial e Integral. Baseando-se na psicanálise, Cabral (1998) estudou casos de alunos de uma turma de Cálculo I. Para concluir, considera que as pesquisas encontradas estão inseridas no campo construtivista e que os aspectos cognitivos são fundamentais ao ensino e aprendizagem de Cálculo.


8. Psicologia Junguiana


Consideramos como Psicologia Junguiana 2 dissertações de mestrado (BRAZ, 1997 e SAIANI, 1999). A primeira pesquisa faz uma reflexão sobre a criatividade na educação formal, por meio de observações em sala de aula, entrevista com professores e análise de exercícios de Matemática resolvidos por alunos da 3ª série do Ensino Fundamental. A segunda busca fundamentar, de acordo com a teoria junguiana, a relação professor versus aluno, considerando aspectos do inconsciente.

9. Psicologia Experimental


Apenas uma pesquisa (Prado, 2001) foi categorizada como Psicologia Experimental, por se tratar da análise de relações de estímulos e respostas, de acordo com o aporte teórico da Gestalt. Realizada na USP, tem como objetivo analisar as relações dos estímulos e respostas de crianças sobre o conceito de números. Através de computadores foram feitos testes em crianças da pré-escola.

10. Interacionismo-Construtivismo


Embora tenham sido encontradas outras pesquisas (PAVANELLO, 1995 e ABREU, 1990) que podem ser caracterizadas com interacionismo-construtivismo, por adotarem como referencial teórico os estudos da Psicologia da aprendizagem de Piaget e Vygotsky, apenas uma foi considerada a mais pertinente a esta categoria. Trata-se da dissertação de mestrado (SILVA, 1995) realizada na UFGO que analisa o processo ensino-aprendizagem das operações matemáticas com professores e alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental. O autor observou que os alunos não desenvolveram um aprendizado lógico e compreensivo. Este estudo aborda aspectos da aprendizagem e não aspectos cognitivos, apontados nas duas pesquisas citadas anteriormente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS


Em síntese, o que nos mostram as 70 pesquisas brasileiras produzidas nos últimos anos sobre Psicologia e Educação Matemática? Quais são os principais estudos realizados? O que têm em comum? Em que se diferenciam?

Segundo Falcão (2002), um dos ramos mais recentes da Psicologia é a Psicologia da Educação Matemática. Esta nova área traz uma contribuição para a Educação e tem como objeto de interesse a Matemática e, ao mesmo tempo, tem caráter psicológico.

Em relação ao se têm produzido no Brasil sobre Psicologia e Educação Matemática encontramos um grande polo localizado na Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que se destaca com diversas pesquisas sobre cognição (LEÃO, 1986; LIMA, 1981; LIMA, 1985; MAGALHÃES, 1990; MELO, 1980; MARTINS, 2001). Ainda sobre esse tema, localizamos pesquisas no sul do país (RANGEL, 1987; GONZALEZ, 1998; VIEIRA, 1999; FAGUNDES, 1977; CAMPOS1975) e outras na UNICAMP (LIMA, 1996; PAVANELLO, 1995; BRENELLI, 1993; MENDES, 1989; GRANDO, 2000). A UNICAMP também se destaca com estudos sobre atitudes em relação à Matemática (GONÇALVES, 1981; ARAÚJO, 1999; BRITO, 1996; GONÇALEZ, 2000).

Vários estudos (LIMA, 1981; SILVA, 1987; ABREU, 1990; BOLDA, 1997) sobre cognição apresentaram questões sobre o desenvolvimento de operações e de conceitos matemáticos, particularmente em crianças. Vieira (1999) difere das demais ao analisar as dificuldades dos processos de representação mental (RM) relacionados à resolução de problemas matemáticos. Para tal, utilizou a intervenção pedagógica, através de oficinas realizadas com professores das séries iniciais do Ensino Fundamental.

Sobre atitudes encontramos em geral estudo de atitudes de alunos em relação à Matemática, desempenho em Matemática, habilidades e escolha profissional e ao gênero (GONÇALEZ, 2000; BRITO, 1996; ARAÚJO, 1999). Entretanto, Moron (s/d) estudou atitudes em relação à Matemática na formação de professores, investigando se professores da Educação Infantil com atitudes positivas em relação à Matemática têm concepções sobre o ensino desta disciplina diferente dos professores com atitudes negativas.

É possível notar, dentre os trabalhos analisados por esta pesquisa, o número reduzido de estudos sobre Psicanálise, Psicologia-Junguiana, Interacionismo-Construtivismo e Etnomatemática, presentes no Brasil. Estes temas mereceriam mais atenção dos futuros pesquisadores, por serem pouco mencionados nesta linha de pesquisa e tratarem de importantes questões da Educação Matemática, como os trabalhos apontados neste estudo.

Podemos observar uma diversidade de estudos sobre cognição produzidos no Brasil, sendo a maioria do Grupo de Pesquisa da UFPE. Por outro lado, não foi notada na revisão bibliográfica, estudos sobre a construção do pensamento geométrico e construção da inteligência lógico-matemática. Isso evidencia a necessidade de novos estudos sobre cognição envolvendo estes aspectos aqui mencionados.

As futuras pesquisas em Psicologia e Educação Matemática poderiam dar continuidade a este trabalho e procurar levantar mais estudos sobre esta tendência na Educação Matemática. Acreditamos que muitas outras categorias irão surgir na medida em que forem investigados os trabalhos produzidos. Outras pesquisas, não necessariamente bibliográficas, também poderiam abordar temas ainda não discutidos como os mencionados anteriormente.

Embora o número de estudos seja ainda reduzido, sua importância é inegável e evidencia a necessidade de se expandirem os polos com a ampliação dos grupos de estudo em diferentes regiões do país e com uma maior difusão de seus resultados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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ensino médio
ensino fundamental
Processo seletivo
minas gerais
Conselho nacional
terapia intensiva
oficial prefeitura
Boletim oficial
Curriculum vitae
seletivo simplificado
Concurso público
Universidade estadual
educaçÃo infantil
saúde mental
direitos humanos
Centro universitário
educaçÃo física
Poder judiciário
saúde conselho
santa maria
assistência social
Excelentíssimo senhor
Atividade estruturada
ciências humanas
Conselho regional
ensino aprendizagem
Colégio estadual
Dispõe sobre
secretaria municipal
outras providências
políticas públicas
ResoluçÃo consepe
catarina prefeitura
recursos humanos
Conselho municipal
Componente curricular
psicologia programa
consentimento livre
ministério público
público federal
conselho estadual