Projeto Málaga



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AUTONOMIA

DEPENDÊNCIA

- Competência. Educação

- Incapacidade. Déficit

- Inteligência dos processos lógicos.

- Inteligência como capacidade.

- Conhecimento amplo.

- Conhecimento específico.

- Elasticidade mental.

- Rigidez mental.

- Aprendizagem significativa e relevante.

- Aprendizagem mecânica.

- “Aprender a aprender”.

- Quantidade.

- Aprendizagem intencional e provocada.

- Aprendizagem espontânea

- Heterogeneidade.

- Homogeneidade.

- Esquemas de ação conjunta.

- Esquemas individuais.

- Emoção por conhecer.

- “Castigo” por conhecer.

- Processo.

- Resultado.

- Educação Cognitiva.

- Seleção: Terapia.

- A criança como científica.

- O professor científico.

- Diversidade como valor. Ética.

- Diversidade como defeito.

- Autonomia e qualidade de vida.

- Dependência.


EDUCAÇÃO INTERCULTURAL.
E tudo isso para que, simplesmente para ter uma vida de qualidade para todas as meninas e para todos os meninos que chegam à escola.
2.A INTERVENÇÃO DIDÁTICA NOS DIVERSOS CONTEXTOS.
A intervenção educativa, tanto no âmbito familiar como escolar, seguirá as pautas e princípios dos modelos de processamento simultâneo e sucessivo de DAS. Nosso modelo tenta fazer com que a criança indague sobre os mecanismos que lhe fazem ser consciente no qual consiste o conhecimento ( Metacognição ).Como fazer que as crianças trissômicas-21 aprendam ativamente em casa e na escola a cultura produzida pela comunidade? Ou seja, “aprender a aprender” e “aprender a ensinar a aprender”.

Nós estamos interessados em saber quais os são itinerários mentais ( representações mentais ) que cada menino ou menina constrói para poder resolver problemas da vida quotidiana. Nos interessa o processo e nem tanto o resultado.


2.1 Os mediadores como agentes básicos do Projeto Roma.

Nesta parte desejamos mostrar o papel tão importante de pais, professores e mediadores para conseguir esse desenvolvimento cognitivo e metacognitivo nas pessoas com Síndrome de Down. Estes processos de mediação são especialmente importantes quando se trabalha com pessoas com Síndrome de Down, precisamente porque precisam mais de processos de “degraus” que o resto de seus companheiros. Estes profissionais quando organizam suas classes, tomam decisões reflexiva ou irreflexivas, mas sempre com uma intenção de aprendizagem, e estabelecem uma forma diferente de organizar o espaço; neste caso, destacamos por sua importância sua organização cooperativa da aprendizagem, frente à organização individualista ou competitiva. Quando estes profissionais trabalham com alunos com necessidades educacionais específicas, como é o caso das pessoas com Síndrome de Down, a forma de trabalho solidária e cooperativa possibilita uma melhora substancial na relação mútua e no relacionamento escolar de todos os alunos ( JOHSON e JPHSON,1986 ).

O trabalho cooperativo e solidário na escola ( e em casa ) é um modo de obter no trissômico-21, através dos companheiros, a metacompreensão necessária. Precisamente nos interessa o contraste de pareceres entre as crianças, a interação entre companheiros ( entre irmãos e parentes ) na mesma classe, ao contrário daqueles que pensam que é melhor que as crianças trissômicas-21 aprendam em situação pessoal - particular ( segregação ), a sós, enfrentando seus próprios erros. Este tipo de educação nem sempre produz no trissômico-21 o desejo de aprender ( a emoção de conhecer ). O descobrir em que consistem as “coisas” - o conhecimento - é uma atividade que só se obtêm cooperativamente.

Através destas estratégias cooperativas o professor pode favorecer alguns dos processos de interação social, de modo singular no desenvolvimento e aprendizagem de alunos trissômicos-21. A escolarização, pensamos, tem como principal objetivo que os alunos aprendam a aprender, e se dêem conta do que sabem e do que não sabem fazer, e que saibam como e onde obter a informação necessária.

Como conseqüência, a intencionalidade que caracteriza a educação escolar das pessoas com Síndrome de Down por parte dos pais e dos professores vem determinada por uma clara intervenção dirigida a ensinar a estas crianças as estratégias de controle de seus processos cognitivos na situação cooperativa (ensinar a pensar). Se trabalha-se deste modo, se conseguirá a aprendizagem significativa não só de fatos, fenômenos ou acontecimentos, e sim que se conseguirá algo muito mais importante : o procedimento de trabalho (não nos interessa o resultado senão o processo para conseguir entrar no mundo da cultura). Não é fácil, mas é um modo deste grupo de pesquisa para conseguir a educação das pessoas com trissomia-21.

Esta parte que estamos descrevendo merece um tratamento especial em apontar algumas da funções desta figura tão importante em nossa pesquisa que é o Mediador (estudante de Pedagogia ou de Psicologia, Mestre, Médico,... uma pessoa catalisadora da aprendizagem) que sempre tem atuado e atua como facilitador entre os diversos contextos de aprendizagem. Estes mediadores têm como funções principais as de atender e assessorar ao professor e aos pais na mediação de cada menino ou menina com a estratégia correspondente segundo a problemática que se apresenta: Codificação - Atenção - Planejamento. Quando não se souber como solucionar um problema ou questão estabelecida o grupo de investigação será mudado. Da análise e estudo no grupo de cada situação problemática será proposta uma “possível” solução estratégica.

O programa ganha sentido sempre e quando os mediadores, satisfazem as necessidades (demandas) dos pais e dos mestres. Quando falamos que tem que integrar os conteúdos culturais e vivenciais no currículo comum nos referimos a todos os professores e pais que em seu modo de trabalhar em casa e na escola têm que integrar os conceitos metacognitivos e estratégias de ensino como algo normal, e não fazê-lo como algo complementar. Explico-me: os professores comuns têm que trabalhar (e do mesmo modo os pais) sem ter dois tipos de currículo ou de interações; e sim que tem que incluir na vida comum aquilo que desejamos que as crianças aprendam. Compreende-se que a presença de pessoas cognitivamente diferentes requer que os pais e os professores façam um estudo de diversas situações simultâneas de aprendizagem.

Neste ponto se corre o risco, às vezes, nos pais ao pretender transitar os conteúdos acadêmicos da escola à casa, ensinando ao menino ou à menina o mesmo que eles estão aprendendo na escola. A família tem que saber interpretar os conteúdos acadêmicos e oferecer situações experimentais da vida real e quotidiana. Por exemplo, e somente para que sirva como ilustração, se no colégio o menino ou a menina está descobrindo o número em papel e lápis, em casa não tem que continuar situações de lápis e papel e sim que os números representam funções, tais como estar no telefone, em um almanaque, na televisão, nos artigos da compra, etc.

Se trabalha-se deste modo, o menino ou a menina podem transferir este processo a situações novas ou conteúdos novos mas que lembrem o aprendido. É agora que se tem que criar estruturas de ação conjunta através do ensino cooperativo e recíproco. Pode-se utilizar este tipo de ensino para comprovar se as crianças aprenderam o que desejávamos da árvore ou da flor ( consolidação da aprendizagem ) ou de qualquer tema, e se transferem algo novo ( generalização ) sobre a árvore ou a flor em situações diversas no tempo e no espaço. Não podemos nos esquecer que o que é realmente significativo desde o ponto de vista da aprendizagem é que o menino ou a menina tenha Representação Mental do que vai fazer depois, e não ao contrário. Não podemos ser demonstradores de fenômenos, fatos ou situações, e sim demonstradores de realidades da vida quotidiana.
2.2 Processos Cognitivos ( Metacognitivos ) e Vida Quotidiana.
Nosso trabalho em casa e na escola vai seguir o modelo de processamento da informação desde a percepção - atenção - memória - transferência e tomada de decisões. Os processos cognitivos, anteriormente mencionados (a percepção, a atenção, a memória), como elementos favorecedores do desenvolvimento e da aprendizagem nas pessoas com Síndrome de Down e, portanto, favorecedores de sua atividade intelectual. Em nossa investigação vamos partir de três cenários ou três mundos de significados, a saber:




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