Para Dobson, Backs- dermott, Dozois 2000


PAPEL DO TERAPEUTA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL



Baixar 31.29 Kb.
Página3/8
Encontro04.03.2018
Tamanho31.29 Kb.
1   2   3   4   5   6   7   8
PAPEL DO TERAPEUTA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

O terapeuta cognitivo-comportamental tem um papel ativo, colaborativo e educativo, J. Beck (1995 apud ABREU e GUILHARDI, 2004, p. 282) traz as seguintes contribuições:



  1. Auxiliar o paciente na identificação dos pensamentos automáticos e das crenças disfuncionais associadas a eles;

  2. Propor técnicas de reestruturação cognitiva, visando à modificação desses mesmos pensamentos automáticos;

  3. Levantar hipóteses sobre a categoria de crença central (desamparo ou pouca amabilidade) da qual os pensamentos automáticos específicos parecem ter surgido;

  4. Especificar a crença central preponderante;

  5. Apresentar ao paciente sua hipótese sobre a crença central, solicitando dele uma confirmação (ou não);

  6. Educar o paciente sobre crenças centrais em geral e sobre sua crença central especifica, orientado-o a monitorar a (s) operação (ões) de sua crença central;

  7. Começar a avaliar e modificar a crença central junto com o paciente, auxiliando-o a especificar uma crença central nova e mais adaptativa.

A relação entre terapeuta e paciente envolve a empatia e a confiança, pois para que a relação terapêutica seja efetiva “[...] são fundamentais a empatia e a assertividade do terapeuta. [...] determinantes da mudança do comportamento durante a terapia” (KNAPP, 2004, p. 211) envolvendo o processo que é semi-estruturado em certas tarefas entre as sessões. Para Hawton (et al. 1997, p. 23) “o terapeuta deve mostrar solidariedade e preocupação pelos problemas e dificuldades do paciente, sem emitir julgamentos; isso pode proporcionar grande alívio, sobretudo se o paciente se sentir constrangido, culpado ou sem esperanças, como ocorre com freqüência”. As características do terapeuta cognitivo-comportamental são essenciais no processo terapêutico para que o paciente possa “[...] se sentir seguro para revelar informações importantes, e muitas vezes perturbadoras” é preciso haver “[...] uma atmosfera de cordialidade e de confiança, sem risco de censura” pelo terapeuta ao ter empatia “[...] com o paciente e estiver claramente empenhado em ajudá-lo a superar as dificuldades existentes” (HAWTON; et al. 1997, p. 20).



Baixar 31.29 Kb.

Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8




©psicod.org 2020
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
Prefeitura municipal
santa catarina
processo seletivo
concurso público
conselho nacional
reunião ordinária
prefeitura municipal
universidade federal
ensino superior
ensino médio
ensino fundamental
Processo seletivo
minas gerais
Conselho nacional
terapia intensiva
oficial prefeitura
Boletim oficial
Curriculum vitae
seletivo simplificado
Concurso público
Universidade estadual
educaçÃo infantil
saúde mental
direitos humanos
Centro universitário
educaçÃo física
Poder judiciário
saúde conselho
santa maria
assistência social
Excelentíssimo senhor
Atividade estruturada
ciências humanas
Conselho regional
ensino aprendizagem
Colégio estadual
Dispõe sobre
secretaria municipal
outras providências
políticas públicas
ResoluçÃo consepe
catarina prefeitura
recursos humanos
Conselho municipal
Componente curricular
psicologia programa
consentimento livre
ministério público
público federal
conselho estadual