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Introdução 1 BOSSA, 2000, p. 24. 2 BOSSA, 2000, p. 21. Capítulo 1



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Introdução

1 BOSSA, 2000, p. 24.

2 BOSSA, 2000, p. 21.

Capítulo 1

1 SILVA; OLIVEIRA, 2007, p. 56.

2 SILVA; OLIVEIRA, 2007, p. 56-57.

3 BOSSA, 2007, p. 21-22.

4 VISCA, 1991.

5 VISCA, 1987.

6 BARBOSA, 2002, p. 39.

7 BARBOSA, 2002, p. 40.

8 BARBOSA, 2002, p. 40.

9 BARBOSA, 2002, p. 40.

10 VISCA, 1991.

11 VISCA, 1991, p. 22.

12 VISCA, 1999, p. 37.

13 VISCA, 1999, p. 52.

14 VISCA, 1991, p. 26.

15 VISCA, 1991, p. 26.

16 BOSSA, 2000, p. 89.

17 BARBOSA, 2001, p. 103.

18 BARBOSA, 2001, p. 104.

19 BOSSA, 2000, p. 89.

20 VASCONCELOS, 2002.

Capítulo 2

1 GASPARIAN, 1997, p. 19.

2 GASPARIAN, 1997, p. 35.

3 GASPARIAN, 1997, p. 26.

4 GASPARIAN, 1997, p. 56.

5 VISCA, 1987, p. 178.

6 PAIN, 1996.

7 ESTRELA, 1994, p. 13.

8 ESTRELA, 1994, p. 44.

9 ESTRELA, 1994, p. 44.

10 ESTRELA, 1994, p. 45.

11 GASPARIAN, 1997, p. 61.

12 GASPARIAN, 1997, p. 72.

13 BARBOSA, 2001, p. 135.

14 TRINCA et al., 1984, p. 1.

15 VISCA, 1991, p. 32.

16 BARBOSA, 2001, p. 135.

17 VISCA, 1991, p. 33.

18 BARBOSA, 2001, p. 135.

19 VISCA, 1991.

20 BARBOSA, 2001, p. 142.

21 PICHON-RIVIÈRE, 1988, p. 122.

22 BARBOSA, 2001, p. 143.

23 BARBOSA, 2001, p. 144.

24 BARBOSA, 2001, p. 147.

25 FERNáNDEZ, 1994, p. 109-110.

26 BARBOSA, 2001, p. 149.

27 BARBOSA, 2001, p. 150.

28 BARBOSA, 2001, p. 151.

29 CARLBERG, 2000, p. 16.

30 VISCA, 1991.

31 CARLBERG, 2000, p. 17.

32 BARBOSA, 2001, p. 158.

33 BARBOSA, 2001, p. 168.

34 VISCA, 1987.

Capítulo 3

1 MONEREO; SOLÉ, 2000, p. 11.

2 BARBOSA, 2001, p. 25.

3 PATTO, 1984, p. 55.

4 MONEREO; SOLÉ, 2000, p. 13.

5 MONEREO; SOLÉ, 2000, p. 13.

6 ANCONA-LOPEZ, 1995, p. 26.

7 PICHON-RIVIÈRE, 1988, p. 128.

8 BARBOSA, 2001, p. 215.

9 VISCA, 1987.

10 BARBOSA, 2001, p. 217.

11 BARBOSA, 2001, p. 218.

12 BARBOSA, 2001, p. 218.

13 VISCA, 1991, p. 25.

14 MACEDO, 1994, p. 187.

15 MACEDO, 1994, p. 189.

16 BASSEDAS et al., 1996, p. 33.

17 BASSEDAS et al., 1996.

18 POLITY, 2001, p. 33.

19 POLITY, 2001, p. 28.

20 POLITY, 2001, p. 18.

21 POLITY, 2001, p. 25.

22 BASSEDAS et al., 1996, p. 35.

Capítulo 4

1 AMARAL, 2003, p. 229.

2 KISHIMOTO, 1994, p. 1.

3 KISHIMOTO, 1994, p. 7.

4 BROUGÈRE, 1998, p. 65.

5 AMARAL, 2003, p. 230.

6 DOHME, 2003.

7 VISCA, 1996.

8 VISCA, 1996.

9 VISCA, 1996.

10 DOHME, 2003.

11 AMARAL, 2003, p. 229.

12 BARBOSA, 2001, p. 366.

13 BARBOSA, 2001, p. 366.

14 BARBOSA, 2001.

15 VISCA, 1987, p. 87.

16 VISCA, 1987.

17 BARBOSA, 2002.

18 BARBOSA, 2001; VISCA, 1987.

19 BARBOSA, 2002, p. 4.

20 BARBOSA, 2001.

21 BARBOSA, 2002, p. 5.

22 WEISS, 1997, p. 77.

23 VEIGA; GARCIA, 2006.

24 GARDNER, 2001.

25 GARDNER, 2001.

26 GARDNER, 2001.

27 VEIGA; GARCIA, 2006.

28 VEIGA; GARCIA, 2006.

29 EYNG, 2000.

30 WINKELER, 2000.

31 BEHRENS, 1999, p. 91.

32 COSTA, 2001, p. 16.

33 WINKELER, 2000.

34 WINKELER, 2000.

35 WINKELER, 2000.

36 HERNÁNDEZ; VENTURA, 1998, p. 89.

37 DEMO, 1996.

38 ANTUNES, 2001.

39 BEHRENS, 1999.

40 BEHRENS, 1999, p. 35.

41 PERRENOUD, 2000.

42 WINKELER, 2000, p. 25.

43 COSTA, 2001.

44 FERNÁNDEZ, 2001.

45 FERREIRO; TEBEROSKY, 1979, p. 57.

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Nessa obra a autora aborda diferentes aspectos que fundamentam a visão da psicopedagogia no âmbito institucional, incluindo um modelo de diagnóstico institucional baseado na teoria da epistemologia convergente.

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A autora faz, nesse livro, uma leitura da escola sob o enfoque das dimensões estruturais e dinâmicas que a caracterizam como instituição.

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Gardner faz uma reflexão sobre o conceito de inteligência, propondo a visão das inteligências a partir de diferentes sistemas. A teoria das múltiplas inteligências mostra as diversas formas de inteligência que os indivíduos podem apresentar. Um sujeito pode não ser superdotado em nenhuma das inteligências, porém a especial e única combinação de suas capacidades confere a ele uma identidade singular.

GASPARIAN, M. C. C. Psicopedagogia institucional sistêmica: contribuições do modelo relacional. São Paulo: Lemos, 1997. 87 p.



A autora apresenta a abordagem sistêmica e sua relação com a visão do psicopedagogo quando inserido na instituição educacional.

PICHON-RIVIÈRE, E. O processo grupal. São Paulo: M. Fontes, 1988.



Com uma abordagem referenciada pela psicanálise, o autor apresenta uma reflexão sobre o funcionamento grupal, caracterizando os vínculos e papéis que se desenvolvem com base no movimento que o grupo assume.

VISCA, J. Clínica psicopedagógica: epistemologia convergente. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.



O autor nos apresenta a teoria da epistemologia convergente, propondo um estudo sobre a origem da aprendizagem a partir da assimilação recíproca da Escola de Genebra de Piaget, da psicanálise de Freud e da psicologia social de Pichon-Rivière.

VISCA, J. Psicopedagogia: novas contribuições. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991.

Nessa obra Jorge Visca faz uma revisão da teoria da epistemologia convergente, expondo seus seis modelos principais.

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