Mas de onde vem o Latour



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Referências

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Categoria de contribuição: Ensaio

Recebido em 20/02/08



Aceito em 25/02/08

1 Este ensaio compõe um dos capítulos da Tese de Doutorado de Queiroz e Melo (2007).

2 Professora Doutora do Departamento de Psicologia e pesquisadora do Laboratório de Pesquisa e Intervenção Psicossocial (LAPIP) da Universidade Federal de São João Del-Rei, São João Del-Rei, Brasil. Contato: e-mail: queirozmaldos@uaivip.com.br

3 Ao invés de eliminar as circunstâncias que permitem a emergência de um fato científico para que só apareça o produto final de sua construção, Latour (1997) chama a atenção para o fato de que a prática dos cientistas é “influenciada, parcialmente dependente ou causada pelas circunstâncias” (p. 271). O conceito de circunstância já havia sido desenvolvido em uma perspectiva filosófica por Michel Serres (1977) de quem Latour foi discípulo.

4A noção de credibilidade nos dá a dimensão do custo de uma informação “científica”, dos esforços despendidos para que as fabricações da ciência tenham crédito, levando em conta os investimentos em dinheiro dos organismos de financiamento, o tempo e a energia já empregados nessa construção, a carreira dos pesquisadores em questão, perfazendo, nesta rede, uma síntese das noções econômicas (dinheiro, orçamento, rendimento) com as noções epistemológicas (certeza, dúvida, prova). (Latour & Woolgar, 1997)

5A “Escola de Edimburgo” agrupava sociólogos da Unidade de Estudos da Ciência da Universidade de Edimburgo, como Barry Barnes e David Bloor que, através de suas obras, passam a ser conhecidos pela singularidade das idéias defendidas em torno do Programa Forte (Palácios, 1994).


6 Tradução nossa.

7 Escrita em 1907 e intitulada “O que significa o Pragmatismo”, esta conferência compõe uma série de outras escritas por James, na primeira década do século XX, reunidas na obra “Pragmatismo: um novo nome para velhas maneiras de pensar”, com o objetivo de explicitar as idéias postuladas por esta nova corrente filosófica cujos princípios também eram compartilhados por filósofos como Charles Pierce e John Dewey.

8 Tradução nossa.

9 Palavra não traduzida na edição em francês de Latour (2006).

10 Obra escrita em 1911.

11 A palavra mônada vem do grego com o significado de unidade, elemento mínimo, indivisível do real. O termo foi utilizado pela primeira vez pelos pitagóricos que se referiam à mônada como a primeira unidade da qual derivam todos os números. Foi utilizada por outros filósofos e também pela especulação cristã. Com o renascimento, a noção de mônada ganha um sentido filosófico de grande importância através da concepção de “unidade de todas as coisas, inserida na multiplicidade, que reflete em si, de forma contracta, o universo” (Pitta, 1991: p. 934). Esta idéia foi retomada por outros pensadores.

12 Hacking, I.(1999) The Social Construct of What? Cambridge, Mass, Harvard University Press.



Pesquisas e Práticas Psicossociais 2(2), São João del-Rei, Fev. 2008

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