Julianna pereira gandra



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Considerações Finais.....................................................................................pag.44




Referências Bibliográficas.............................................................................pag.46







INTRODUÇÃO


































Podemos observar ao longo da história, que o consumo abusivo das substâncias consideradas ilícitas, é muito antigo em nossa sociedade, onde é possível constatar que as mesmas eram utilizadas com fins medicinais.

O usuário abusivo de álcool e outras drogas é visto com discriminação, preconceito e exclusão, tendo esta relação passado por vários processos sociais até chegar os dias de hoje. Nesses processos primeiramente temos que destacar a exclusão social, onde o dependente químico é geralmente considerado um criminoso.

A opção pelo estudo do tema “Criminalização Dependente Químico e Atuação do Serviço Social frente aos Usuários de Álcool e outras drogas: Uma realidade desafiadora ao Assistente Social” se deu por perceber em meu campo de estágio, que não há nenhum Programa, Projeto ou Serviço voltado a esta temática, surgindo assim à inquietação de buscar entender o porquê a dependência química, que é uma doença, potencial e fatal, ainda hoje é vista de forma criminal e consequentemente os dependentes químicos são tratados com muito “descaso”, onde os mesmos que são excluídos e mal vistos pela Sociedade, ainda não tem o aparo que as suas particularidades exigem.

Através de uma Revisão Bibliográfica, este estudo tem como objetivo refletir e discutir o porquê da sociedade ainda no Século XXI ver o dependente químico com descaso e consequentemente como criminoso, indigno de qualquer consideração; onde visamos problematizar a questão, de modo que possamos entender e destacar as dificuldades e também a participação do Serviço Social nesta temática, pois o uso abusivo das substâncias psicoativas é um problema de Saúde Pública1, sendo considerada uma faceta da Questão Social contemporânea.

Tendo como referencial teórico, autores como, Cleide Queiroz Marques, Claudete J. de Oliveira, Fernando Sérgio Dumas Santos, Alba Zaluar, Tatiana Rangel Reis, entre outros, onde procurou-se obter o auxílio para uma melhor compreensão da questão a ser abordada.

Desta forma, para melhor esclarecimento sobre o tema, o estudo foi dividido em três (03) capítulos. O primeiro capítulo aborda o uso de Álcool e outras drogas que é historicamente consumida pela sociedade, abordando o como a sociedade vê as drogas, sobre a criminalização das mesmas e uma breve discussão que visa entender se o usuário de álcool e outras drogas, é doente ou criminoso.

O segundo capítulo aborda o uso de álcool e outras drogas como uma questão de Política Pública, onde faremos uma apresentação da Política Nacional Antidrogas (PNAD) e da Política do Ministério da Saúde voltada para o uso abusivo do álcool e outras drogas.

No Terceiro Capítulo iremos abordar as contribuições do Serviço Social no debate do uso de álcool e outras drogas, o qual está em construção, e para tanto, num primeiro momento iremos apresentar alguns traços do Serviço Social e sua constituição enquanto profissão e o trabalho do Assistente Social no campo da Saúde.

É importante abordar estas questões para que possamos levar as pessoas a refletirem sobre tais aspectos, bem como sobre os assuntos relacionados aos usuários de álcool e outras drogas, a fim de permitir que cada indivíduo ao pensar no dependente químico, não o veja como criminoso, o excluindo de seu convívio, mas sim, para que veja o dependente químico como uma pessoa capaz de manter-se em recuperação e principalmente como uma pessoa de direitos.

Pretendemos com este estudo contribuir para o debate em torno do tema tratado, de forma que as pessoas possam refletir sobre o preconceito que o usuário de álcool e outras drogas vêm sofrendo ao longo da história e consequentemente para construção de uma nova realidade sem preconceito e estigma.

















O que distingue o ser humano de todo o restante do universo é sua capacidade de decidir”



(Autor desconhecido)



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