Irene da cruz santos



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4. CONSIDERAÇOES FINAIS 38

5. REFERÊNCIAS 42

1. INTRODUÇÃO
Este trabalho foi organizado com foco nos problemas advindos da utilização de substâncias psicoativas, o papel e importância da família, em sua reabilitação, além do papel do Assistente social em relação a tais necessidades.

O modelo psicossocial é entendido como sendo:

Serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes do uso ou abuso de substâncias psicoativas (SPA), em regime de residência ou outros vínculos de um ou dois turnos, segundo modelo psicossocial, são unidades que têm por função a oferta de um ambiente protegido, técnica e eticamente orientados, que forneça suporte e tratamento aos usuários abusivos e/ou dependentes de substâncias psicoativas, durante período estabelecido de acordo com programa terapêutico adaptado às necessidades de cada caso. É um lugar cujo principal instrumento terapêutico é a convivência entre os pares. Oferece uma rede de ajuda no processo de recuperação das pessoas, resgatando a cidadania, buscando encontrar novas possibilidades de reabilitação física e psicológica, e de reinserção social (ANVISA, 2001, p.2).

A dependência química possui extrema gravidade social, pois engloba problemas físicos, mentais, sociais e psicológicos podem suceder. Em todas as situações, torna-se indispensável e urgente que se realize intervenções, em diversos âmbitos. O paciente então deve ser auxiliado por vários profissionais, especialistas, a fim de atender suas especificidades. Quando há trabalho em equipe, inclusive com a família, as possibilidades de recuperação podem ser inúmeras.

Podem-se discutir, precisamente, sob vários métodos de observação, questões como diagnóstico, prognóstico, encaminhamentos, evolução do tratamento, mudanças de estratégia entre outros aspectos que potencializam a capacidade de assertividade (MELO; FIGLIE, 2004).

Dentro de uma instituição de tratamento a equipe de trabalho deve ser interdisciplinar, porque o diálogo entre os profissionais ligados à saúde deve acontecer o tempo todo, juntamente com o profissional responsável pela assistência social. Através disso, surgem processos democráticos, de resgate, não apenas em relação à saúde/doença, mas também na recuperação social, espiritual e psicológica do indivíduo. A interdisciplinaridade é uma articulação que possibilita a distribuição de poder e de responsabilidade entre os membros da equipe, mas não descaracteriza a especificidade do papel de cada um (COSTA; COSTA; SAMPAIO, 2001).

A interdisciplinaridade [...] é entendida aqui como estrutural, havendo reciprocidade, enriquecimento mútuo, com uma tendência à horizontalização das relações de poder entre os campos implicados. Exige a identificação de uma problemática comum, com levantamento de uma axiomática teórica e/ou política básica e de uma plataforma de trabalho conjunto, colocando-se em comum, os princípios e os conceitos fundamentais, esforçando-se para uma decodificação recíproca da significação, das diferenças e convergências desses conceitos e, assim gerando uma fecundação e aprendizagem mútua, que não se efetua por simples adição ou mistura, mas por uma recombinação dos elementos internos (VASCONCELOS, 2000 apud MIRANDA, 2004, p.47).

Cabe ressaltar que a equipe responsável pela reabilitação deve compartilhar assuntos referentes às doenças de seus pacientes. Sendo assim os profissionais necessitam melhorar os serviços oferecidos ao atendimento a estes casos através da busca por cursos de capacitação e acompanhamento das informações publicadas e/ou desenvolvidas sobre as doenças.

Sendo assim, este trabalho tem, por finalidade, contribuir com o profissional de Serviço Social em seu cotidiano, para que possa reconhecer analisar e auxiliar no processo de recuperação de todos os indivíduos envolvidos na dependência, esforçando-se ao máximo para conseguir reinseri-lo na sociedade.

A


Conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após repetido consumo de uma substância psicoativa, tipicamente associado ao desejo poderoso de tomar a droga, à dificuldade de controlar o consumo, à utilização persistente apesar das suas consequências nefastas, a uma maior prioridade dada ao uso da droga em detrimento de outras atividades e obrigações, a um aumento da tolerância pela droga e por vezes, a um estado de abstinência física. A síndrome de dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o fumo, o álcool ou o diazepam), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
OMS, por meio do Código Internacional de Doenças (CID-10), define dependência química, a saber:

Portanto, dependência é a incapacidade de controle que o indivíduo tem sobre impulsos e que conduz para um uso desenfreado de substância em busca de sensações. O início da relação com a substância perdeu o sentido e o que se busca agora é a fuga para uma necessidade.

De acordo com Alves e Kossobudzky (2002), a adolescência é considerada uma fase crítica, pois é uma etapa da vida marcada por importantes transformações,

podendo gerar instabilidades extremas.





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