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Esquizofrenia:esquizofrenia é um distúrbio psíquico que afeta a consciência do próprio eu, as relações afetivas, a percepção e o pensamento. É a psicose endógena mais freqüente.

  • Transtorno Obsessivo – Compulsivo: TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) é um distúrbio psiquiátrico designado por um transtorno gerado por pensamentos compulsivos que geram ansiedade causando um desconforto ou sofrimento no indivíduo. Normalmente é designado como TOC a compulsão  por higiene; simetriaperfeccionismo; "manias" ou “rituais”.

  • Transtorno Bipolar: O transtorno bipolar é um problema em que as pessoas alternam entre períodos de muito bom humor e períodos de irritação ou depressão. As chamadas "oscilações de humor" entre a mania e a depressão podem ser muito rápidas e podem ocorrer com muita ou pouca frequência.

  • TDAH: O Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o individuo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

  • Depressão: Trata-se de um distúrbio emocional podendo traduzir-se num estado de abatimento e infelicidade, o qual pode ser transitório ou permanente. Para a medicina e a psicologia, a depressão é uma síndrome ou um conjunto de sintomas que afetam principalmente a área afetiva/emocional de uma pessoa (CARDOSO, 2008).

    Podemos citar a depressão como uma das psicopatologias mais freqüentes nos dias de hoje, tanto que tem sido um dos temas mais debatidos na área da saúde atualmente. Tendo em vista estes dados discorreremos mais sobre esta (CARDOSO, 2008).
    2.2 Depressão
    A depressão é uma condição médica comum, crônica e recorrente que está freqüentemente associada a incapacitação funcional e comprometimento da saúde física. Os pacientes deprimidos apresentam limitação da sua atividade e bem-estar além de uma maior utilização de serviços de saúde.  Apesar de ser classificada como doença, o termo “depressão” tem sido empregado de maneira errônea para designar um estado afetivo normal (a tristeza), quanto um sintoma ou uma síndrome (CID – 10, 2012).

    Hoje em dia, os termos depressão e melancolia se confundem e é possível encontrar as mais variadas opiniões acerca destes, muitas vezes ligados á tristeza, ao luto ou ao pesar. Apesar da extensa e diversificada literatura atualmente disponível sobre a depressão, existe muita critica á utilização da entidade nosografica depressão, por parte de alguns psicanalistas, por ser esta pura e simplesmente combustível para uma economia de mercado, de acordo com a qual quanto mais doenças se criam mais remédios para elas serão descobertos e vendido (FREUD, 1996).

    As variações do olhar clinico e social sobre esses estados psiquicos não só obedecem as influencias historicas e culturais de cada comunidade humana , mas estão também sujeitas as particularidades observaveis em cada época. Além disso é importante destacar que o diagnostico, a doença, seu nome e seu uso são relativos à cultura que se esta inserido (CECCARELLI, 2005).

    Contudo, podemos dizer que a principal diferença da tristeza em relação a depressão é o tempo de duração: a tristeza costuma ter  períodos curtos, enquanto a depressão, por se tratar de uma doença, é uma condição mais demorada que reflete durante um longo tempo na qualidade de vida do indíviduo, de acordo com o DSM V.

              A depressão, não é resultado de uma só causa, mas sim de várias associadas umas as outras, sendo que estudos apontam para causas genéticas, ambientais e biológicas. O diagnóstico da depressão é feito através da análise dos sintomas do paciente, sendo o humor deprimido e a perda de interesse os principais (CARDOSO, 2008).

    Na maioria dos casos, o diagnóstico é clínico. Embora possa ser ocasionada por múltiplos fatores, a depressão costuma surgir com sinais de estresse e certos sentimentos (uma desilusão amorosa, a vivência de um acidente ou de uma tragédia, etc.).

    Uma elaboração inadequada do luto pela morte de um ente querido ou o consumo de determinadas substâncias (como o álcool ou outras substâncias tóxicas) também podem resultar em depressão. Para além da incapacidade laboral e de concentração, a depressão pode ter outras importantes consequências sociais e pessoais. Nos casos mais extremos, pode nomeadamente levar ao suicídio (FREUD, 1996).

     O tratamento antidepressivo deve abranger toda biopsicoesfera do paciente, envolvendo: intervenções psicoterápicas, as quais podem ser de diferentes formatos, como psicoterapia de apoio, psicodinâmica breve, terapia interpessoal, comportamental, cognitiva comportamental de grupo, de casais e de família; mudanças no estilo de vida: deverão ser debatidas com cada paciente, objetivando uma melhor qualidade de vida (CARDOSO, 2008).

    A terapia cognitivo-comportamental pode ser aplicada como tratamento de pacientes depressivos, de forma grupal, visando maior interação social, mudança de comportamento e oportunidade de melhor compreensão e empatia entre os membros do grupo (CHENIAUX, 2013).

    Na psicoterapia com pacientes depressivos, pode-se utilizar várias técnicas. A psicoterapia breve tem apresentado resultados satisfatórios se bem orientados por profissional experiente. Consiste numa técnica muito utilizada por ser dinâmica e de tempo limitado. Contém elementos de psicoterapias de apoio, psicoterapia reeducativa (terapia cognitiva) e psicoterapia reconstrutiva (psicanálise) (FIGUEIREDO, 2004).

    A terapia de grupo pode auxiliar o paciente deprimido uma vez que consiste em um tipo de terapia em que o paciente encontra espaço para falar de suas experiências, angústias e perdas, buscando acolhimento e proteção (FIGUEIREDO, 2004).



    O psicológo e o psiquiatra são os profissionais envolvidos no tratamento da depressão e devem atuar em conjunto para a melhora efetiva do quadro clínico da depressão. A depressão é uma doença séria e não deve ser minimizada. A compreensão dos familiares é essencial para o tratamento do indivíduo e a não evolução da doença (CARDOSO, 2008).




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