Gabriel Delanne G. Bourniquel Escutemos os Mortos



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Conclusão


Revele-me, ó meu bom gênio,

a mim, que tu amas,

essas verdades que dominam a Morte,

impedem de temê-la

e a fazem quase amar.

Renan


Quando, há dois mil anos, um sublime revolucionário sonhou tirar a Humanidade de sua condição miserável dando a ela uma direção, uma moral e um alvo, ele foi combatido pelos maus sacerdotes e mercadores aos quais contrariava; a nova religião colocou ao menos trezentos em formação e a conversão à unidade divina demandou por volta de mil anos.

Quando, em 1492, Cristóvão Colombo descobriu a América, a Europa inteira se recusou a acreditar nele, e foi apenas após uns trinta anos que se consentiu admitir a existência de um novo Continente.

Quando, em 1632, Galileu afirmou a rotação da Terra em torno do sol, reportado ao Tribunal da Inquisição que representava o Poder, defendia os direitos da Igreja e dominava a Justiça, ele teve de abjurar de joelhos sua pretensa heresia.

Quando, em 1857, Allan Kardec edificou as primeiras bases do espiritismo, ele levantou a curiosidade pública, e também a inveja, a ira, a calúnia. Ele foi submetido às injúrias de inimigos ferozes; infâmias foram publicadas contra ele. Em Barcelona, suas obras foram apreendidas por ordem da autoridade eclesiástica e queimadas em praça pública pela mão do carrasco; em todos os países, a nova doutrina e seu fundador foram atacadas em púlpito a partir de ordens de bispos e sermões de padres. Ainda hoje, depois de 65 anos, essa rixa não está extinta.

Por esses exemplos, vemos forças de reação constantemente associadas para a manutenção de tradições e mitos, recusando acolhimento a toda inovação grandiosa ou fazendo obstáculos a sua propagação nas massas.

Acrescentemos a isso as preocupações de uma existência cada vez mais difícil, a indiferença da multidão e, sobretudo, as condições quase exclusivamente materiais da vida moderna; temos, então, a explicação sobre as dificuldades que se experimenta na fixação da atenção da humanidade quanto a seus destinos.

A satisfação dos prazeres grosseiros tornou-se uma necessidade para o homem; a ausência de sentimentos delicados se manifesta no teatro, nos espetáculos imorais que quanto mais falam exclusivamente a seus sentidos, mais atraem sua atenção. A indigência de produções do cinema acabou por esgotar toda tentativa intelectual. Quanto à literatura, os excessos nos quais ela caiu obrigaram a riscar de seus quadros um comandante da Legião de Honra após a publicação de um livro pornográfico.

Não tendo a guerra nos levado ao renascimento do pensamento esperado por alguns entusiastas, chegamos a um período de decadência, a uma falência mental que parece não ter fim.

“É assim, diz Gonzague Truc, que depois de ter povoado o Universo de deuses pueris e dobrado os seres de essências misteriosas, os homens se inclinaram novamente diante do mistério inicial e declararam que nada podem descobrir sobre ele. Eles viram morrer os imortais; eles escutaram a agitação dos templos que caíram com Roma; eles sabem, animados por algumas ilusões, eles fizeram morrer um Crucificado. Eles observam o mundo que se estende diante deles, impenetrável e mudo. E cheios do silêncio de novas agonias, eles escutam o batimento de seu sangue, enquanto a Morte os recolhe, um a um, para fazê-los dormir no Desconhecido” (Gonzague Truc – Revista da Semana, 27 de janeiro de 1922).

Essa passividade inconsciente que muito se parece com o fatalismo oriental tolo é obra do Materialismo. Julgando inútil submeter a um exame mais sério o problema do Ser e de seu destino, procura-se recentemente enterrá-lo na Sorbonne tomando a questão a partir de seu lado mais contestável, em condições tais que, se a experiência tivesse sido bem sucedida, seria fácil dar ali uma interpretação materialista. É a isso que se chama “esclarecer o povo”!

É hora de abordar o tema com sinceridade.

Não encontraremos um pequeno espaço para instalar uma verdadeira ciência da alma sem ritos, sem dogmas e sem padres, uma psicologia integral cujo fim será demonstrar, longe dos rascunhos e sistemáticas, a existência de uma força inteligente e invisível atestada por nossas experiências, contestadas pela maior parte dos sábios, entrevista apenas por poucos?

“Se existe em algum lugar, diz Dr. Berthelot, uma inteligência tão superior à inteligência humana tal como esta o é para a inteligência animal, é provável que se ela nos revelasse a verdade a um só tempo, nós não a compreenderíamos” (Daniel Berthelot. – “a Psique e a Metafísica das teorias” de Einstein).

Durante nossas investigações, essa inteligência se apresentou a nós, não transcendente como aquele a que se refere o Sr. Berthelot, não supra-humana, mas, ao contrário, muito terra-a-terra, impressa de nossa mentalidade, de nossas paixões, de nossas preocupações mesquinhas, e é isso que nos permite compreendê-la.

Ela nos deu a certeza de uma vida que continua na eternidade sem o recurso do corpo físico; ela nos mostrou que havia, exterior à humanidade terrestre, uma atividade mental que a envolve por todos os lados, que sofre suas dores, a inspira com seus conhecimentos, provoca grandes descobertas por meio da intuição. É a convicção de sua existência que nos permite afirmar aquilo que a psico-fisiologia se obriga a considerar como absurdo:

O PENSAMENTO PODE SUBSISTIR SEM SISTEMA NERVOSO

Se essa declaração baseada sobre múltiplas provas leva a refletir, apesar de um pequeno número de incrédulos; se ela os faz compreender que uma boa experiência vale mais que uma engenhosidade do cérebro, fosse este o de Newton; se ela dá a eles o desejo de buscar por si mesmos, nós não teríamos perdido nosso tempo e diremos com Aksakof:

“Sobre o declínio de minha vida, eu por vezes me pergunto se fiz bem em consagrar tanto tempo, tanto trabalho e dinheiro estudando e expondo esses fenômenos. Eu não tomei o caminho errado? Eu persegui uma ilusão? Mas creio sempre ouvir a mesma resposta: “O homem não poderia encontrar emprego mais elevado de sua vida senão na busca por provar a natureza superior do ser humano convocado a um destino muito mais sublime que a existência terrestre”. Eu não posso, então, me arrepender de, por tantos anos, ter devotado à busca desse objetivo por vias incomuns que a ciência ortodoxa qualifica ilusórias, mas que eu sei que são mais infalíveis do que essa ciência. Se eu consegui, de minha parte, levar, ainda que uma só pedra à construção do Templo do Espírito que a humanidade, fiel a sua voz interior, edifica através dos séculos com tanta dificuldade, essa será para mim a única e a maior recompensa que eu pudesse aspirar” (Aksakof. – Prefácio de “Animismo e espiritismo”).

Nós fomos levados a admitir que o Espírito conserva uma lembrança mais ou menos precisa dos eventos de sua vida e que ele os leva consigo para o túmulo. É isso que Virgílio exprimiu em um verso cadenciado, de uma majestade simples, impregnado de um sopro poético:

Et dulcis moriens reminiscitur Argos (Morrendo, recorda a doce Argos).

Nossa imaginação evoca o jovem guerreiro caído em campo de honra, revendo, nesse minuto supremo, nos últimos clarões do dia e da vida, a doce cidade de sua infância. Ele revê em um quadro panorâmico a casa onde ele nasceu, os campos onde ele passeou, a mão que o embalava nos braços e que, agora idosa, não terá sequer o consolo de poder chorar sobre seu túmulo; ele revê a noiva que escolheu para compartilhar a vida e que o esperará em vão. As sombras caem mais altas do alto das montanhas, e enquanto a noite faz sentir sobre elas seu manto sepulcral, o jovem herói dá seu último suspiro, com o amargo arrependimento de ter vivido tão pouco.

Quando despertará, mais tarde, no silêncio majestoso do Infinito, não tardará a constatar que, longe de ser remetido ao nada, ele se encontra, ao contrário, na luz e na vida. Ele verá ao seu redor figuras amigas, rostos esquecidos que lhe sorrirão e que guiarão seus primeiros passos nessa nova existência da qual ele estava desabituado. Ser-lhe-á ensinado que ele é ligado a Terra por laços de parentesco e de amor: que seu sacrifício não foi inútil, e que ele poderá talvez um dia ser colocado junto àqueles que ele deixou do outro lado, a menos que na Cidade silenciosa e imensa na qual ele agora é cidadão e onde a multidão numerosa tem tão pouco lugar, ele não esteja entre os levados ao esquecimento.

Ele procurará comunicar-se com os seus; ele desejará rever sua mãe, falar de sua noiva, dar-lhe a certeza de que ele não está morto senão na aparência, levar-lhe a consolação e a esperança, fazer-lhe compreender que ele emigrou na grande colônia dos ex-terrestres onde cada um pratica a solidariedade como um dever.

Essas almas não nos são estranhas. Nós a conhecemos ou nós a conheceremos um dia; elas pertencem a nossa humanidade e elas não dormem o último sono. Elas estão não na morte eterna, mas na vida eterna que elas perseguiram e conquistaram numa atividade incessante, durante essa peregrinação sem fim, que é nosso destino comum. Essas são irmãs mais velhas que se inclinam sobre nós e nos sustentam durante a prova.

Apesar da obscuridade que ainda o envolve, tentamos penetrar nesse mundo misterioso e compreendê-lo em sua grandeza. Nós o perscrutamos, em nossas incansáveis investigações, para descobrir a verdade e chegarmos acima do senso comum da ignorância. Outros, depois de nós, continuarão nossa obra e dissiparão para sempre as últimas trevas que ainda envolvem esses vastos problemas.

As revelações que nos foram feitas trazem em si provas definitivas; elas satisfazem nossa necessidade de justiça; elas nos fazem entrever nossos destinos supremos e nos mostram os elementos da vida.

Que não se pense que se trata de um sistema forjado por nossa imaginação; as palavras que trazemos em relatos são vindas do mundo exterior e todos podem compreendê-las.

As investigações sérias e imparciais se dão conta de que eles não são estranhos à esse universo maravilhoso. Eles compararão, com um julgamento mais racional, as forças espirituais que estão ao nosso redor e apreciarão melhor sua potência. Longe de duvidar que a morte seja unicamente uma fonte de tristezas e agonias, eles não verão nela senão o esplendor e a atividade da vida; eles terão uma concepção mais precisa do futuro onde ela os leva, para além desse túmulo após o qual começa um novo ciclo de existências para o espírito imortal. A beleza de nossa filosofia aparecerá para eles e, na medida que ela se impuser à sua razão com a evidência formal das constatações que organizamos para eles, eles se sentirão tão mais estreitamente ligados a ela.

Existem, na mente das Ciências, homens que nos combatem porque consideram falso nosso ponto de partida, baseado sobre a existência da alma.

Uma vez que seu conhecimento é delimitado pela anatomia, pela psicologia, pelas propriedades dos corpos e suas combinações químicas, a questão da imortalidade lhes parece pueril, indigna de suas preocupações. Eles não vêem no Universo mais que dois elementos: a Força e a Matéria; no indivíduo, não mais que dois princípios: as Moléculas e as Células.

Faz-se notar: na luta pelo triunfo de seu ideal materialista, nós os vemos associados às forças da Igreja que, tal como o abominável dia do incêndio de Barcelona, perseguem com uma ira tenaz o ideal espiritualista que não traz o selo do sacerdócio romano.

E desses dois pólos tão opostos, sentimos sobre nós o vento amargo da crítica. Mas, por mais amarga que ela sopre, por mais violento que seja o vento das sabedorias acadêmicas unidas às das ignorâncias monásticas, não se tem força suficiente para apagar a tocha que o espiritismo acendeu na noite da humanidade.

Todos os nossos esforços procuraram manter essa chama. Respondemos com fatos ao dar de ombros cético dos incrédulos. Em um estudo tão fechado como este, nós devemos ter por guia unicamente o método experimental; tendo em mãos os elementos necessários, levamos nossas investigações o mais longe possível e trazemos essa pedra modesta colhida no caminho; ela virá se juntar aos materiais acumulados por outros.

Ficamos tempo demais na ignorância de nosso futuro, tempo demais adormecidos em uma ilusão enganosa sobre nosso ser real, começamos, enfim, a entrever, senão completamente o que somos, ao menos o que nós não somos; e isso graças ao concurso desses desconhecidos, desses irmãos humildes cujo nome não será jamais inscrito nos arquivos da História, mas ficará sempre gravado na nossa grata memória.

O leitor terá observado divergências sensíveis nas declarações de diferentes espíritos e mesmo nas feitas pelo mesmo espírito durante uma sessão. Longe de dissimulá-las, nós as relatamos, estimando que elas têm um valor instrutivo uma vez que mostram as oscilações inevitáveis do pensamento e perturbações da memória nos espíritos tal como nos homens. Estes são desculpáveis, pois ninguém é infalível; por que os desencarnados o seriam, dado que as dificuldades que eles experimentam para nos traduzirem seus sentimentos sejam incessantes e por vezes insuperáveis?

Nós discutimos separadamente todas as partes desse dossiê; os fatos nos foram confirmados por peças oficiais e testemunhas autênticas; os episódios mais extraordinários, os segredos íntimos, os eventos impressionantes foram certificados por investigações severas. Nós constatamos que se um certo número de casos podem encontrar sua explicação mais simples no jogo do subconsciente, outros, ao contrário, escapam totalmente a essa hipótese.

Começamos por analisar os casos que poderiam, à rigor, ser considerados como produções dessa faculdade paranormal, dita criptestésica. Nós demos a ela uma parte suficientemente grande para ter o direito de reivindicar como espíritas as outras manifestações que, de toda evidência, não puderam ter sua formação, nem encontrar sua substância nos sentidos ou conhecimentos do preceptor ou dos assistentes. Essas manifestações escapam, de certo, a toda influência do mundo físico.

Nós vimos o tributo importante que elas trazem à tese espírita, estabelecendo-a em bases sólidas.

Para sua análise comparada, pode-se, então, considerar como demonstradas:

1º O erro científico que, conferindo à personalidade subconsciente uma faculdade de conhecimento universal, sem preocupação com o tempo nem as distâncias, chega a atribuir-lhe uma força prodigiosa, inverossímil, quase divina;

2º A realidade da vida após a morte e a possibilidade de os espíritos se comunicarem com os homens quando as condições necessárias se encontram reunidas.

Graças a esses resultados, temos o direito de responder à questão posta no início desta obra:

NÃO APENAS A VIDA APÓS A MORTE É UMA CERTEZA, MAS PODE-SE DEMONSTRÁ-LA EXPERIMENTALMENTE, COMO O FIZEMOS, COM A AJUDA DA MEDIUNIDADE SUBJETIVA. FORA A HIPÓTESE ESPÍRITA, QUALQUER OUTRA EXPLICAÇÃO QUE SE POSSA TENTAR QUANTO A ESSES FENÔMENOS É PSICOLOGICAMENTE, FILOSOFICAMENTE, CIENTIFICAMENTE INADMISSÍVEL, AO MENOS ATÉ O PRESENTE.

Do berço ao túmulo, do túmulo ao berço, eis as etapas de nossa existência infinita. Jornadas de luta, jornadas de amor, jornadas de esperança. Labutas obscuras, sonhos profundos, tempos de glorioso despertar. Fraternidade, evolução, progresso. Tais são nossos deveres, nossos sentimentos, nossas tendências. Tal é nossa moeda, a da Humanidade.

Nós levantamos uma ponta do véu que esconde nosso passado e nosso futuro; arriscamos alguns passos sobre esse tenebroso trajeto que vem do eterno ontem e vai em direção ao eterno amanhã; à medida em que avançamos, nos sentimos mais firmes, mais confiantes. A luz que nos guia ainda é um pouco fraca, vacilante, longínqua, e nossos meios de exploração imperfeitos. Não importa! Nossa certeza é absoluta. Sabemos que estamos no caminho certo; estamos seguros de chegar ao objetivo.

Não dependemos mais da Igreja. Certamente, seu ensinamento dos primeiros tempos foi útil para a Humanidade, quando a palavra do Mestre, dominando os reis e os povos com todo seu esplendor, abriu a uns a Justiça e a outros a Caridade; mas esse ensinamento, hoje deformado, não é mais que objeto de controvérsias e discussões amplamente justificadas.

Não dependemos mais da Ciência oficial, ao menos em nosso país. Ela ainda não está em estado de nos dar a chave de nossos destinos futuros. Nosso futuro não existe para ela. No máximo será ela a nos dizer quanto tempo os micro-organismos levarão para acabar com nossos despojos em decomposição. Seus conhecimentos não vão mais longe.

Glória, então, a esses visitantes benévolos, a esses humildes colaboradores que foram nossos únicos recursos! Glória a eles, cuja presença secreta tão fortemente nos apoiou e encorajou nossos esforços! Glória a eles, glória a esses exumados do esquecimento que vêm de outra margem para nos esclarecer!

Sozinhos, aqueles que vivem no seio da Eternidade puderam nos desvelar uma parte desse mistério, ainda impenetrável a tantos homens.

Não esqueçamos que sem sua benfazeja intervenção, sem essa bússola infalível que nos guia na noite perdida, na imensidão sem fim, nós inevitavelmente desviaríamos nossa rota.

Se queremos conhecer o segredo de nosso destino; se queremos saber o que nos reserva o além, sobre essas margens inexploradas onde temos tantas ligações; se queremos ser informados quanto às condições de existência que nos esperam; se queremos saber o que somos, de onde viemos e para onde vamos: Escutemos os desencarnados que nos falam, reunidos ao nosso redor; escutemos seus conselhos e seus encorajamentos; escutemos aqueles que nós conhecemos e amamos em tempos perdidos na distância dos séculos; escutemos aqueles que foram nossos amigos, nossos pais, nossos irmãos:

ESCUTEMOS OS MORTOS!





1 Nota da tradução: O termo cavaleiro refere-se ao termo empregado pelo autor, chevalier. No entanto, chevalier – originalmente destinado aos membros da ordem da cavalaria da Idade Média – parece indicar, neste texto, o sentido de título honorífico de uma dada Ordem.

2 Nota da tradução: O termo original empregado é hallucination.

3 Nota da tradução: Trata-se de um método utilizado para comunicações com espíritos, no qual letras, números e outros símbolos ficam dispostos em um tabuleiro, bem como um instrumento indicador a operacionalizar a sequência conduzida pelos espíritos evocados.

4 Nota da tradução: A palavra apresentada provavelmente se associa ao termo Proceedings, de língua inglesa, que, traduzido, significa, basicamente, “Procedimentos”, porém pode ser também compreendido como “ata”, “minuta”, entre outros.

5 Nota da tradução: Seria possível dizer que o autor estaria fazendo referência a “charlatanismo” ao invés de “fio”. O autor parece utilizar um sentido informal do termo original empregado, ficelles. Este termo, traduzido como fio/barbante também pode assumir o sentido de “charlatanismo” ou “truque”. Note que a primeira referência, dada em sentido formal – fio –, está na última frase do parágrafo anterior, cujo texto original é: “vingt bouts de preuve ne font pas plus une preuve, dit-il, que vingt bouts de ficelle ne font une ficelle”.

6 Nota da tradução: o termo original, trouble, pode também ser compreendido como “perturbação”, “indefinição”, “turbidez”.

7 Nota da tradução: a expressão original é bien reconnu.

8 Nota da tradução: É possível que a palavra “comunidade” se refira a comunidade religiosa. Como não fica especificado, opta-se por deixar em aberto.





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