Diretoria de pesquisa



Baixar 71.1 Kb.
Página3/9
Encontro04.03.2018
Tamanho71.1 Kb.
#112
1   2   3   4   5   6   7   8   9
INTRODUÇÃO:

No Brasil o processo de autonomização e institucionalização da Ciência Política como disciplina acadêmica remonta aos meados da década de 1960 (cfe. Forjaz, 1989). Sua institucionalização como disciplina autônoma da Sociologia, da Economia e do Direito iniciou-se por meio do ensino de pós-graduação, quando em 1967 o Departamento de Ciência Política da Universidade de Minas Gerais (DCP/UFMG) começou a ofertar o mestrado em Ciência Política. Em 1969, o Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro (IUPERJ) deu início as suas atividades neste grau e campo de ensino.

Da perspectiva institucional, estas iniciativas pioneiras, e as que se seguiram a elas, se tornaram viáveis porque no Brasil dos anos 60 foi implantado o sistema de pós-graduação por meio de agências de fomento e regulação. Este sistema vinha ao encontro da política de desenvolvimento científico e tecnológico no Brasil, o qual era balizado pelo seu plano nacional de política de planejamento e desenvolvimento econômico (cfe. Forjaz, 1989).

Em 1989 na Universidade de Brasília (UNB) foi criado o primeiro curso de graduação em Ciência Política (cfe. Fleischer, 2014). Portanto, a contar da iniciativa do DCP/UFMG, depois de 20 anos de experiência de autonomização e institucionalização da Ciência Política na esfera da pós-graduação assistiu-se este processo ocorrer na esfera da graduação. Em 2012 a Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) iniciou o projeto de pesquisa “Ciência Política no Brasil: história, conceitos e métodos”, que busca registrar o “processo de história e memória da ciência política no Brasil que tenha uma dimensão ao mesmo tempo biográfica, metodológica e conceitual.” (Avritzer, Milani, Meneguello, s/d. p 2).

A literatura disponível sobre o processo de autonomização e institucionalização da Ciência Política no Brasil se concentra no estudo da pós-graduação e na abordagem geracional. Exceção para Moraes e Azolin (2012), Moraes et al (2014) e Reghin e Souza (2012). Moraes e Azolin (2012) examinam a profissionalização de cientistas políticos graduados, sobretudo da perspectiva do mercado de trabalho, bem como sobre o perfil dos docentes que atuam no ensino de graduação em Ciência Política.



Baixar 71.1 Kb.

Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9




©psicod.org 2022
enviar mensagem

    Página principal
Universidade federal
santa catarina
Prefeitura municipal
processo seletivo
concurso público
conselho nacional
reunião ordinária
prefeitura municipal
universidade federal
ensino superior
ensino médio
Processo seletivo
ensino fundamental
minas gerais
seletivo simplificado
Conselho nacional
terapia intensiva
oficial prefeitura
Boletim oficial
Curriculum vitae
Concurso público
direitos humanos
Universidade estadual
saúde mental
educaçÃo infantil
educaçÃo física
Centro universitário
saúde conselho
ciências humanas
santa maria
Poder judiciário
Excelentíssimo senhor
assistência social
Conselho regional
Atividade estruturada
ensino aprendizagem
língua portuguesa
políticas públicas
Colégio estadual
recursos humanos
Dispõe sobre
ResoluçÃo consepe
outras providências
secretaria municipal
público federal
educaçÃo universidade
Conselho municipal
catarina prefeitura
Componente curricular
conselho estadual
psicologia programa