Ata da ducentésima sétima reunião ordinária


Maria do Espírito Santo Tavares dos Santos



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Maria do Espírito Santo Tavares dos Santos disse ao Secretário: Solla, é uma coisa muito boa ouvir você explanar nesse espaço, e eu acompanho todo o teu processo aí há bastante tempo. Não sou tão velha como você, mas é a vida. Eu queria levantar assim duas questões. Uma que talvez pela primeira vez, eu sinto assim uma identidade total, gestor Solla, membro do Conselho Estadual de Saúde e a juíza. O pensamento foi igual com palavras diferentes. O Ministério Público. Eu acho que por um lado, acompanhando tua fala Solla, eu te vi colocando coisas importantíssimas que estão acontecendo na Bahia. Todavia, quando entra na questão das OS e das Fundações e etc, eu gostaria muito de saber qual é o questionamento do Conselho Estadual de Saúde. Parece-me que é bom, o colega aí falou, coisa maravilhosa, estamos numa boa, certo, concordamos. Porque tem tido um problema muito séria em nível de quase todos os estados no Brasil, uma questão. A segunda questão, é que quando o Ministério Público levanta e faz esta análise minuciosa, eu vi que ela fez uma avaliação, ela levanta assim como grande parte dos Conselheiros usuários estaduais, eles estão ali representando outra entidade que não tem nada a ver. Eu nunca vi, pode ser na Bahia que é uma coisa diferente, mas não tem um profissional que tenha uma mesma postura, um gestor que tenha uma mesma postura, e sente ali representando outras coisas lá fora. E a terceira e última coisa Solla, eu queria levantar o seguinte. Quando você, eu analisando aqui esse teu quadro dos quadros realizados no Estado da Bahia, houve um equilíbrio de 2006 na questão das Cesáreas e houve uma queda das partes normais por razões óbvias que você explicou muito bem. A pergunta que eu tenho faço é a seguinte. Nessa relação com a OPAS, o que está sendo encaminhado e o que vocês entendem por prevenção da segunda gestação? Aí eu pergunto. Ampliar o planejamento familiar foi uma abertura à questão do aborto? Já que o aborto é a primeira causa de morte materna na Bahia. Único estado do Brasil onde a primeira causa por morte materna é aborto. Então, essa é uma questão do estado da Bahia, é uma questão do Solla, é uma questão do Conselho, é uma questão das mulheres e é uma questão do governo. E, se por acaso, quando esta menina tem o primeiro filho, se é feita uma ligadura de trompa. Três perguntas. Quais dessas três razões acontecem para ter esta prevenção da segunda gestação? O Conselheiro

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