Ana maria candido de menezes raguazi



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LISTA DE SIGLAS


a.C.

antes de Cristo

CEBRID

Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas

ECA

Estatuto da Criança e do Adolescente

ESF

Estratégia de Saúde da Família

EUA

Estados Unidos da América

MS

Mato Grosso do Sul

NASF

Núcleo de Apoio à Saúde da Família

NOB

Norma Operacional Básica

OMS

Organização Mundial de Saúde

OPAS

Organização Panamericana de Saúde

SUS

Sistema Único de Saúde


























SUMÁRIO


1 INTRODUÇÃO 6

2 REVISÃO DA LITERATURA 8

2.1 Breve histórico do álcool 8

2.2 O álcool e consequências do seu uso 9

2.3 O uso do álcool em adolescentes e jovens 11

2.4 A importância da educação em saúde na prevenção ao uso do álcool 13

3 OBJETIVOS 14

3.1 Geral 14

3.2 Específicos 14

4 JUSTIFICATIVA 15

5 METODOLOGIA 17

5.1 Local do projeto 17

5.2 Ações realizadas 18

5.3 Análise dos resultados 20

5.4 Aspectos éticos 20

6 RESULTADOS OBTIDOS 20

6.1 Caracterização dos jovens quanto ao sexo e faixa etária 21

6.2 Avaliação do conhecimento teórico sobre o uso de álcool 22

6.3 Avaliação do consumo de bebida alcoólica 24

7 CONCLUSÕES 27

REFERÊNCIAS 28

APÊNDICE A – Questionário 31

APÊNDICE B– Autorização formal do projeto junto ao Diretor da Escola Estadual “José Alves Ribeiro” 32







1 INTRODUÇÃO

As causas externas têm sido uma das maiores causas de morbidade e mortalidade entre os adolescentes e jovens do município de Rochedo. E isso vem ocorrendo como conseqüência do alto consumo de bebida alcoólica nessa faixa etária, e esse uso pode ser iniciado por influência do meio social em que vivem, ou seja, na sua própria família como entre os colegas da escola.

Segundo dados do Datasus em 2006, o município de Rochedo tem como as duas maiores causas de mortalidade a doença do aparelho circulatório (39,1%) e as causas externas (26,1%). A grande diferença entre ambas é a faixa etária que ocorreram os óbitos, as doenças do aparelho circulatório foram predominantes entre a faixa etária de 50 a 60 anos e mais, já as causas externas foram responsáveis por 100% dos óbitos entre os jovens de 15 a 19 anos e 75% entre os adultos de 20 a 49 anos. Tal fato pode ser justificado pelo consumo de bebida alcoólica entre os jovens do município, aumentando o número de acidentes de trânsito e outras ocorrências como os crimes violentos.

De acordo com Monteiro (2007) em um artigo publicado pela OPAS (Organização Panamericana de Saúde), pesquisa sugere que crianças na América estão começando a beber com menos de 10 anos de idade. Em 2002, pelo menos 69.000 mortes de pessoas entre 15 e 29 anos foram atribuídas ao consumo de álcool na América. Ainda na mesma publicação é relatado que jovens usam álcool mais frequentemente e grande quantidade do que quaisquer outras drogas ilícitas. O álcool não afeta apenas a mente e o corpo de várias maneiras, mas os jovens perdem a percepção de julgamento.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o uso indevido do álcool é um dos principais fatores de risco à saúde; sendo responsável a cada ano por 2,3 milhões de mortes prematuras em todo mundo. O impacto das lesões ocasionadas devido o consumo de álcool afeta não apenas aqueles que consomem a bebida, mas também aqueles que são vítimas de seu comportamento. Estes incluem pedestres ou ciclistas atropelados por motoristas bêbados, assim como seus familiares ou amigos que estão em seus carros (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, 2009).

O número de brasileiros que admitem consumir álcool em excesso passou de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o percentual de abuso de bebidas alcoólicas é ainda maior: 23%. “Os dados do Ministério da Saúde servem de alerta, pois o consumo de álcool é fator de risco para acidentes de trânsito, violência e doenças”, diz o psiquiatra Valdir Ribeiro Campos (CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, 2010).

A influência familiar e dos colegas nesta fase da vida (12 a 19 anos), pode ser determinante para que esses jovens tornem-se dependentes químicos. Pois os adolescentes ainda não possuem opinião formada e têm a tendência de imitarem atitudes das pessoas com quem convivem e admiram. Em estudo realizado em Aracaju (SE) em que 500 alunos do ensino médio foram questionados sobre o uso de drogas, o álcool e o tabaco foram as drogas mais consumidas entre a população estudada. Isso se deve por tais drogas serem consideradas lícitas e também por seu fácil acesso, apesar da proibição da venda a menor de idade. Muitas vezes os próprios pais incentivam o seu consumo, fumando e se embriagando na frente dos filhos, e até mesmo oferecendo a eles (SANTOS; DI PIETRO; XAVIER FILHO, 2008).

Desse modo tal problema não pode ser ignorado pela equipe de saúde da família e deve ser trabalhado de modo preventivo, principalmente entre os jovens e adolescentes do município. Assim os objetivos deste estudo é trabalhar a auto-estima desses jovens com atividades educativas, abordando o assunto de forma descontraída, utilizando o ambiente escolar como foco, pois a escola e o convívio com os colegas mostram grande influência para o início do uso de bebidas alcoólicas, com essas informações, ouvir a opinião e dúvidas dos jovens quanto ao tema, em rodas de conversas, debates e atividades em grupos. Levando em consideração que o ambiente familiar também exerce grande influência nas atitudes dos adolescentes, estudos mostram que o trabalho de interação com a família pode afetar no poder de decisões e escolhas, assim o objetivo final torna-se de modo geral prevenir o uso de álcool entre os adolescentes e adolescentes do ensino médio das escolas do município de Rochedo (MS).





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