[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!


>>> Pois ao teu lado eu me sentirei absorto



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>>> Pois ao teu lado eu me sentirei absorto;

>>> Far-te-ei amor como nenhum amante ousou fazer [e]

>>> Te darei prazer como nunca tu tiveste,

>>> Pra compensar o amor que tu me prometeste!

Sou tua, vem e me toma.
>>> Tu és minha! Em breve estarei ao teu lado!

>>> Buscar-te-ei para viver feliz ao meu lado [e]

>>> Doravante eu serei o teu único homem amado!

Cadelinha”!

Melhor codinome eu não poderia ter dado a ela, pois a dita cuja não fez por merecer melhor codinome. Uma menina mulher mineira inteligente que prefere dormir com os porcos a se fazer de gente decente. Travestida de boa menina, ela ostenta na fala um Deus que não condiz aos sentimentos seus. É fruto desta geração “whatsapp”, geração celular, geração “funk”, enfim, fruto desta modernidade abjeta e imbecilizada.

A “cadelinha” mineira é materialista, egoísta, imediatista, individualista muito mais que qualquer ser humano daquele estado onde há muita gente decente, honrada e trabalhadeira. Ela é do tipo que valoriza a casca e deve jogar o fruto fora. Ela é podre e nojenta por dentro e acha que todos os seres humanos são tão horríveis quanto ela. Ela nivela a todos a partir do seu próprio umbigo sujo e mal lavado!

Maldita “cadelinha” que não deve ser amada nem por seus pares “cachorrinhos”. A mal amada menina mulher teve a coragem de dizer que prefere o homem belo exterior que interiormente, pois segundo a filosofia da (in) feliz, a beleza é inata e com ela se conquista o dinheiro. Mente insensata e doente, pois aqui em minha cidade tem uma família inteira de “branquinhos, loirinhos de olhos azuis” e todos são alcoólatras crônicos porque nem os “ticos e os tecos” lhes foram concedidos pelo Criador. Portanto, beleza não põe mesmo mesa e toda a família “MALAKÓVISKY” está condenada à ruína física e moral. São dependentes químicos que não foram capazes de conquistar o necessário para não chafurdarem na lama fétida da miséria humana. A eles a beleza não funcionou.

Portanto, os argumentos pífios da “cadelinha” não se sustentam. O homem precisa ser minimamente inteligente para se safar das dificuldades que a vida lhe apresenta. A beleza pode até ajudar quem se esforça para aliá-la ao conhecimento e assim conquistar o espaço que lhe é de direito na sociedade. Uma menina mulher modelo sem humildade, inteligência e personalidade não vai muito longe.

Ah! “Cadelinha” mineira e feia, eu sinto pena de você e vomito nos seus argumentos sem fundamentos. Beleza exterior é pó que ao pó voltará; o sopro divino que habita o corpo que é pó não volta ao pó, mas volta ao Criador. O Espírito Santo que habita em mim não morre porque é sopro divino; é o próprio Deus. E o que é de Deus deve voltar a ELE. Sua pele clara, seus olhos azuis ou verdes, enfim, o seu corpo belo ou não, tudo isso é ilusão! Você é barro da pior espécie e nem pra esterco serve; eu não sou menos e nem mais do que você, mas acredito que em princípios eu sou gente e mais humano. Eu tenho o mínimo de sabedoria para admitir o que você teima em não aceitar. Eu vou adorar quando nós, “na terra silenciosa, encontros marcados”, estivermos unidos no mesmo pó, minha detestável “cadelinha”! Está dito e escrito!

Cadelinha” louca!


Você não roubou a minha paz,

Pois não é digna nem de pena;

Você é uma alma pequena,

Dessas que pra mim tanto faz!

O cão sarnento da minha rua

É, pra mim, muito mais valoroso;

Comer um pedaço de carne crua

É, pra mim, muito mais saboroso!

Você me causa nojo,

Pois eu não sou preconceituoso;

Sua pequenez é desprezível,

Você é má, cruel e insensível!

Você sente prazer em ferir,

É daquelas que sai sem se despedir;

É fácil, por você, desprezo nutrir [e]

Desejar que da minha vida possa sumir!

Maldito seja o dia

Em que eu me permiti lhe conhecer;

Eu juro que não merecia

Ter tido tão grande desprazer!

E eu que lhe imaginei brilhante,

Eu que lhe imaginei fascinante;

Devia ter esperado um pouco mais

Para não ter tido tal decepção e voltar atrás!


Que você encontre o seu homem ideal,

Destes do tipo folha de jornal;

É bem a sua cara, “cadelinha”,

E que ele lhe trate como sua “cachorrinha”!


É imperativo lhe apagar da minha mente,

Pois você é um lixo, é doente e indecente;

Simplesmente uma “cadelinha” do século XXI

Que é infeliz e que não sabe agradar homem algum!



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