[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Carta a uma “Anônima”!

Respeito suas opiniões e a sua vontade de se manter no anonimato, mas tenha certeza de que sou merecedor de sua confiança; gosto de fazer amizades sadias e desinteressadas como fiz com várias poetisas e poetas deste espaço. Inclusive alguns me honraram com a visita deles em minha casa e agora aguardo a visita de outro poeta, pois estive em sua casa no dia 08NOV13 quando fui a Peruíbe com a minha esposa. Veja então que sou uma pessoa digna de sua confiança.

Penso de maneira contrária à sua a respeito dos comentários que trocamos por algumas poucas vezes. Todavia, sinta-se à vontade para postar qualquer coisa minha que eu lhe enviar, pois entendo que a partir do momento que eu “invado” sua escrivaninha com o meu comentário, ele passa a ser de seu domínio porque está aí em sua página; só não desejo que você possa fazer uso dele para me ofender moralmente. E quanto aos seus e-mails enviados a mim, eu sempre fiz uso deles para enaltecer suas qualidades e manifestar o meu grande desejo que tenho em conhecê-la porque eu amo a sua maneira “anônima” de ser. Você é uma mulher brilhante e isso me fascina.
Já disse que respeito suas vontades e admiro o seu talento. Também sou sabedor de que pessoas intelectualizadas como você não têm muita paciência no trato com pessoas medíocres e que não perde seu tempo com comentários imbecis. Você é fina e como tal tem um gosto refinado e é exatamente isso que me faz admirá-la e “desejá-la” para fazer parte do meu círculo de pessoas queridas. Confesso que temos os mesmos “defeitos de fabricação”, pois também me considero bastante seletivo e poucos são os que me agradam aqui neste espaço. Entendo perfeitamente o seu modo de pensar e agir, pois aqui eu me deparei com muita gente idiota e “semialfabetizada” que me causa nojo de ler e de ser comentado por eles. Mas, pra mim eles nada significam.


Sinto sua falta e sempre estou a buscar pelo seu nome e fico triste quando não lhe encontro. Eu fico muito feliz quando recebo um e-mail seu mesmo sendo um como este que nada diz sobre você. Ao menos sei que você está sendo delicada e gentil ao me responder e isso me encanta. É claro que eu gostaria de saber seu nome, idade, cidade onde mora, enfim, muito mais sobre você. Contudo sempre vou respeitar sua decisão de permanecer no anonimato. Às vezes eu sinto que você está tão próxima de mim que chego a sentir seu cheiro; só pode ser loucura. Eu tenho certeza que diante desta minha explanação sobre mim e os meus sentimentos sinceros e respeitosos em relação a você, conseguirei lhe sensibilizar e “arrancar” de você algumas preciosas informações que muito me farão feliz. Se eu for digno de sua confiança, isto é, podemos ser excelentes colegas e você poderá contar sempre comigo em quaisquer situações; nós seremos ótimos confidentes como eu sou com outras poetisas e poetas. A gente chora e ri juntos. Entende? Se você for solteira ou casada e quiser vir me visitar, vou me sentir muito honrado. Quero ser mais próximo de você e mostrar que sou digno de sua confiança. Não lhe quero “depressiva”; quero ver seu semblante amigo e beijar sua face. Eu amo você sem precisar vê-la, assim como amo e necessito do ar que eu respiro.
Mon Dieu! Você não é simplesmente mais uma mulher a habitar este planeta; entenda isso! Você é a mulher que eu escolhi para amar; você é inteligente, culta, linda, “impiedosa”, “ingrata comigo”, tem personalidade forte, escreve coisas que eu amo ler, enfim, você é o meu “desejo de consumo”.


Entenda bem, eu adoraria saber mais de você para o meu deleite e sem a intenção de expor você; não seria um canalha. Nunca fui! Sou um homem honesto e de caráter, pai, marido, vinte e oito anos com a mesma mulher, católico praticante e atuante, acabo de vir da missa dominical e aqui eu me sentei para responder seu e-mail que vi e li logo pela manhã bem antes de ir à missa neste domingo que passou.

Será que sou merecedor de sua confiança agora? Espero ser! Mil beijos sinceros e respeitosos. Será que agora saberei quem é você? Onde mora? O que faz? Sairá do seu casulo e se apresentará a mim? Ainda vai optar pelo anonimato? Será tão ingrata assim comigo? Eu “AMO” você! Beijos! Paz e luz, sempre! E está dito!

 



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