[A vida como ela é] Aquela simpática senhora!



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Quando um homem chora!

Eu tenho contido o meu pranto há tempos, mas já não consigo segurar minhas lágrimas quando penso na “ingratidão” daquela a quem devotei amor sincero e verdadeiro sem nada pedir em troca e mesmo assim tive como resposta o desprezo. Eu demonstrei carinho e apreço a quem não merecia e hoje eu vivo este momento insano de profunda tristeza e agonia.

A ela eu dediquei o meu precioso tempo e nem sequer fui merecedor da sua atenção. Com ela eu sonhei aventuras mil e ela não me consentiu realizá-las, ferindo de maneira brutal o meu pobre coração que palpitava seu nome diuturnamente e que se esquecia do compasso ideal quase me levando ao suplício mortal.

Um homem quando chora é porque todas as suas chances de recomeçar se perderam no abismo da frustração e do desespero. Viver a perda de um grande amor consome a alma de qualquer homem apaixonado a ponto de fazê-lo se entregar às lamentações e murmurações que corroem o seu ser. Eu tenho chorado a perda da minha amada, como quem chora a morte em vida de alguém que ainda não virou “estrela”, mas que sumiu para nunca mais voltar. A ingratidão dela diante do meu insano e louco amor é tudo o que eu não imaginaria ter que passar nestes meus anos maduros e, principalmente, neste fim de ano. Já não sou mais um adolescente, mas sinto o meu coração carente e doente por causa do desprezo daquela ingrata.

Sinto-me sensível por ocasião das festas de fim de ano e viver momentos tristes nesta época é sofrer duplamente. Ela não poderia ter me presenteado com a sua insensata e estúpida ingratidão. Mal sabe ela o quanto está triste este meu coração que a ela devotou amor imenso e que agora está mergulhado em lágrimas sofrendo sem saber a razão. Nada me disse ela para acalmar o meu sofrimento e aliviar a minha dor. Não encontro lenitivo para este sentimento devastador que invade o meu peito e causa um nó em minha garganta fazendo verter rios de lágrimas dos meus negros olhos.

Choro como criança desmamada vendo-me longe da minha amante amada que nem sequer se prontifica a dizer a razão de ter me deixado naufragar neste imenso mar de tristeza e desolação. Ela certamente nunca amou ningém como este “cronista menor” e por isso sente-se superior; maior! Ela é insensível à minha dor de amor. No peito dela pulsa um coração de pedra; ela não soube me amar! E eu ainda insisto em reconquistar o seu amor, mesmo naufragado neste mar imenso de sofrimento e dor! Ainda amo você! E está dito!



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