A educaçÃo para o trânsito



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DESENVOLVIMENTO

IPTRAN e suas origens

A ONG IPTRAN – Instituto Paz no Trânsito foi criada em 2010, com o intuito de dar apoio às famílias vítimas de acidentes no trânsito. Tem como objetivos, segundo suas próprias palavras, “Conquistar o respeito e o reconhecimento da sociedade como Instituto isento e atuante na construção de uma nova cultura para o comportamento no trânsito. Vamos à luta na busca de apoio, para o desenvolvimento de palestras e projetos educacionais que acolhem e orientam”.


O TRÂNSITO

Para Rozestraten (2000), trânsito é um fenômeno complexo que requer cada vez mais estudos e pesquisas com o objetivo de compreendê-lo. A invenção do automóvel no final do século XIX e o crescimento da população brasileira têm apresentado como consequência inevitável o aumento do número de acidentes. A psicologia do trânsito como uma área da psicologia aplicada nasceu do estudo do acidente, mas tem avançado na construção de conhecimentos com o objetivo de compreender e contribuir para o entendimento deste fenômeno.

O trânsito é, dessa forma, o lugar social, público, onde todas as pessoas se encontram em condições diversas, seja participando ativamente, como pedestres, motoristas, ciclistas, motociclistas, ou passivamente, como passageiros do transporte público ou do transporte alternativo. Vasconcellos define trânsito como “o conjunto de todos os deslocamentos diários feitos pelas calçadas e vias da cidade e que aparecem na rua na forma de movimentação geral de pedestres e veículos” (1998, p. 59). Este não é apenas um problema técnico, mas, sobretudo uma questão social e política diretamente ligada às características da nossa sociedade. Para entendê-lo não basta discutir sobre os problemas do dia-a-dia, como congestionamentos e acidentes; é preciso também analisá-lo a partir das pessoas que dele participam seus interesses e suas necessidades corriqueiras.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), instituído pela lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, artigo 1º, parágrafo 1º, considera-se trânsito utilização das vias por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou não, para fins de circulação, parada, estacionamento e operação de carga e descarga. Através destas definições de trânsito tem-se uma ideia de movimento, passagem, ou seja, de algo que está em circulação.

No século XIX, surgiu o automóvel, que revolucionou para sempre a história do trânsito. Com a introdução dele e com o aumento da circulação nas cidades, começaram a surgir os primeiros problemas modernos no trânsito e, consequentemente, fez-se necessário elaborar uma legislação. É neste século, no entanto, que o trânsito vai se constituindo um problema urbano.

Dessa forma, o trânsito como hoje se configura, é uma construção da era moderna. Com o crescimento da população, o trânsito ocupa um papel de destaque no aspecto social e econômico mundial, na medida em que envolve, no dia-a-dia, cidadãos e cidadãs de todo o mundo no exercício do seu direito de ir e vir, de se locomover livremente para satisfação de suas necessidades, em busca do seu bem-estar.

Segundo Vasconcellos (2005), a circulação ocorre em um espaço físico de conflitos que precisam ser distribuídos entre seus usuários. O planejamento da circulação organiza a divisão do espaço e a mediação dos conflitos por meio de comunicação física e simbólica, de sinais que se supõe serem respeitados pelas pessoas. No entanto, a engenharia de tráfego tradicional trabalha apenas com as características físicas do conflito: de dois corpos tentando ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. No entanto, é necessário expandir a visão sobre o problema e pensar sobre o conteúdo político dos conflitos e em quais condições as pessoas negociam o espaço. O trânsito é composto de pessoas com suas características sociais e políticas, com interesses e necessidades diferentes. Devemos, portanto, obedecer às normas e regras, código de trânsito brasileiro que foram criadas para promoverem qualidade de vida e bem estar de todos. (VASCONCELOS, 2005)


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