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X CONGRESSO LATINO-AMERICANO FLAPPSIP
MEIOS DE COMUNICAÇÃO COM REFUGIADOS NA AMÉRICA LATINA

NO SÉCULO XXI
MESA: GLOBALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Suely Duék

Psicanalista

Membro efetivo do Círculo Psicanalítico do Rio de Janeiro

Brasil

suely.duek@gmail.com



Resumo

O recente deslocamento de refugiados latinos na América Latina me fez pensar no que a psicanálise tem a dizer e também no que faz o psicanalista quando se volta para o mundo exterior, dedicando-se ao que Freud denominou de psicanálise aplicada. Este é um desafio à psicanálise e dentre os psicanalistas latinos. Renato Mezan no livro “Interlocuções” lembra que o “analista não é apenas um profissional da terapia: é também um cidadão envolvido na trama de seu tempo. Mezan nos fala da importância da lente do psicanalista no “socius”, e prefere chamar de “psicanálise implicada”. O trabalho objetiva analisar como nos países da América Latina os psicanalistas têm tratado a problemática dos refugiados e seus reflexos desde o pós-guerra até os dias atuais, e o que mais pode ser feito já que estamos diante de uma população que sofre um deslocamento forçado. Reconhecemos três possibilidades de implementação de soluções tais como a repatriação voluntária, a integração local e o reassentamento. O desafio para a psicanálise está na segunda solução que envolve o acolhimento e a integração. Através da fundamentação de pensadores da psicanálise e de outros saberes desejamos pautar que a psicanálise tem o que dizer e o que fazer diante do homem pós-moderno.



Palavras-chave: Refugiados; Pertencimento, Trauma; Exclusão; Identificações; Falta; Desenraizamento; Intolerância; Violência; Ódio; Cuidar; Acolhimento; Ambiente Facilitador; Integração.



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