Welington luis sachetti



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Grupos

A

B




Total Geral de Docentes

6 (seis)

46 (quarenta e seis)

52

Total de Respondentes

5 (cinco)

22 (vinte e dois)

27

Percentual de Respondentes

83%

48%




Fonte: Elaborado pelo autor

É importante apontar que ainda que quantitativamente as amostras sejam diferentes, não haverá expressiva relevância no contexto pesquisado, pois a análise se construirá numa ótica qualitativa.

A comparação do total de inscritos no PFC, 14741, com o total de possíveis respondentes para os quais foram encaminhados a pesquisa, 52, considerando o recorte desejado- egressos que participaram de 100% das Unidades ou de mais 50% delas-, remete a outras reflexões importantes, quanto à pouca adesão ao PFC.

Refletindo sobre os possíveis motivos que pesam com relação à pouca adesão ao PFC, podem-se levantar hipóteses plausíveis.

A atribuição de aulas para os cursos técnicos ocorre semestralmente, o que faz com que muitos professores (que são os nossos sujeitos) sejam desligados do programa enquanto outros assumem e começam – ou não- a sua participação no PFC. Estes, por sua vez, apesar de serem apresentados e inscritos automaticamente no programa, nem sempre iniciam os trabalhos o que se pode inferir, também, ter impactado, dentro do recorte estabelecido, no número de docentes que começaram e terminaram o programa. O comprometimento, nos casos de substituição, pode se dar:

a-) se o docente iniciou na unidade 1 e depois foi desligado do programa.

b-) se o docente começou na unidade 2 e foi desligado do programa.

c-) se o docente começou somente na unidade 3.

d-) se o docente começou na unidade 2.

Os casos a-), b-), c-) e d-) comprometem a meta de 100% de participação. Os casos b-) e c-) comprometem, inclusive, a possibilidade de participar em 50% das atividades.

Outros motivos menos palpáveis com os dados são possíveis de reflexão. O fato de a participação no PFC não ser obrigatória pode ser mais um deles. Entretanto, temos de considerar um ponto nevrálgico – a ser apontado no PAE- que dificulta esta participação obrigatória: o não pagamento de horas-atividade para o professor participar da formação. Em uma realidade de pagamento, entende-se o professor pode abrir mão de horas-aula, sem perder seu prolabore, para participar de uma formação em exercício. Isso, com certeza, motivaria o docente a maior participação.

Ainda explorando os motivos para uma maior adesão, torna-se prudente conjecturar que o docente julga ter nível de conhecimento que lhe permita compreender a formação como desnecessária para o desenvolvimento das atividades docentes em EaD, ou ainda, entende a modalidade de EaD como muito próxima da presencial, a qual ele –em tese- tem pleno domínio, considerando desnecessárias formações complementares. Obviamente, para comprovar esta situação, há necessidade de ouvir mais este professor, o que exigiria outra pesquisa ou, ainda, entrevistas.

Nesta linha, é prudente perguntar se a formação que é ofertada, apesar de ser um currículo pré-estabelecido com vista ao trabalho para EaD, é aquela que realmente sentem necessidade. Para tanto, novamente, há necessidade de verificar temas que os professores julgam relevantes para serem trabalhados em conjunto ou privilegiando a metodologia para EaD, levando à mais uma ação do PAE.

A avaliação feita pelos egressos, que se fará a seguir, apresentará pontos de atenção para possíveis alterações no PFC.





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