Vilma aparecida miranda



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2.2 A AUTONOMIA

A autonomia pode ser conceituada como “o grau de liberdade ou de independência que o individuo exibe para satisfazer todas as suas necessidades cotidianas elementares sem precisar contar com a ajuda de terceiros” (FARINATTI, 2008, p. 58).

Segundo Farias & Buchalla (2005, p. 189):

A autonomia é o estado de ser capaz de estabelecer e seguir regras. Vale ressaltar que para o idoso, a autonomia é mais útil que a independência, como um objetivo global, haja vista a possibilidade de restaurá-la por completo, mesmo quando o indivíduo continua com dependência.

A manutenção da autonomia consiste em permitir a realização de ações, diminuindo o déficit funcional, agindo sobre sua causa imediata, sobre as incapacidades existentes. Para Farinatti (2008), os fatores determinantes da autonomia em indivíduos idosos são sua inserção social, viver na própria casa, atividades almejadas e controle do próprio tempo, condições de moradia e rendimentos, e autopercepção da autonomia, da saúde e do bem estar.

Heteronomia, ao reverso, é o poder que se dá, ou que alguns profissionais pretendem ter, de determinar como o outro deve se comportar, impondo sua vontade. Vale ressaltar que a autonomia é um conceito que engloba independência de ação, discurso e pensamen­to do indivíduo, tendo como fundamento o amplo alcance de direitos políticos, jurídicos, civis e humanos, incluindo “independência e autodeterminação, capacidade de tomar decisões racio­nais e livres, e capacidade de avaliar precisamente o que constitui o melhor interesse e vontade do indivíduo” (ARAÚJO & CEOLIM, 2007, p. 381).

Assim, possuir autonomia significa ser independente para executar satisfatoriamente as atividades diárias, mantendo suas relações e atividades sociais e exercitando seus direitos e deveres de cidadão (ABREU et al., 2002).

Observa-se, portanto, que o grau de autonomia de um indivíduo depende da interação dos aspectos individuais e ambientais, um valor ligado à saúde, sendo, portanto, um conceito muito rico, que envolve em sua explicação aspectos como as doenças, meio ambiente, declínio fisiológico, socialização, potenciais individuais e os desejos pessoais, não havendo uma definição universalmente aceita, sendo esta construída ao longo do tempo (FARINATTI, 2008).





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