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Teoria das Cinco Contas Gerais



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4.2 Teoria das Cinco Contas Gerais.

D´Áuria (1959, p.124) cita o possível criador da Teoria das Cinco Contas Gerais Edmond De Granges e relata sobre os pensamentos do escritor em relação à teoria supra citada:

Edmond De Cranges é tido como o criador da teoria das cinco contas gerais. Seu filho, com nome igual ao do pai, também foi escritor de contabilidade e afirma que “seu progenitor foi quem criou as partidas-dobradas, tirando-a do caos em que se encontrava quando escreveu sua pequena obra, em 1795, sob o título de: escrituração tornada fácil, e, por conseguinte a ele se deve atribuir o método da primeira invenção”.

De Granges afirmara que “para se fazer uma idéia das contas, não é preciso ver nelas outra coisa senão as do comerciante do qual se escrituram os livros e é preciso conceber que debitar uma dessas contas, é debitar o próprio comerciante sob o nome dessa conta em particular” e que “todas as dificuldades na arte das contas se vencem debitando a pessoa que recebe, ou a conta do objeto que se recebe; e creditando a pessoa que fornece ou a conta do objeto que se fornece”.

As “contas gerais”, segundo De Cranges, são cinco: “Capital”, “Lucros e Perdas”, “Caixa”, “Mercadorias”, “Créditos e Débitos, aludindo à larga subdivisão de que cada uma dessas contas se faz na prática.




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