Unifae – centro universitário franciscano do paraná


Teoria Geral da Contabilidade



Baixar 386,23 Kb.
Página30/50
Encontro02.03.2019
Tamanho386,23 Kb.
1   ...   26   27   28   29   30   31   32   33   ...   50
4.1 Teoria Geral da Contabilidade.

Segundo D’Áuria (1959, pg.116) “A construção de uma teoria contábil deve atender aos requisitos naturalmente impostos pela função geral desta disciplina”. Ele relata sobre a Teoria Geral da Contabilidade da seguinte forma:


Sabemos que a contabilidade, em seu delimitado campo atual de aplicação – o patrimônio, - tem como função precípua:

Fotografar o estado atual de um monte de riqueza vinculado a determinada pessoa, acompanhar essa riqueza em suas mutações, determinar-lhe o estado em qualquer momento, demonstrando as causas das variações.

O homem primitivo operava em contabilidade, e quase inconscientemente, por fatos rudimentares atinentes aos bens econômicos; a administração das comunidades da pré-história da Grécia e Roma, criaram a contabilidade elementar dos fatos financeiros; na idade média, surgiram as primeiras aplicações aos patrimônios dos conventos, dos barões, mas principalmente às operações mercantis e bancárias; nos séculos seguintes, os tratadistas, principalmente os franceses, somente cogitavam a science des comptes negociants...

Por essa brevíssima resenha histórica, o que se nota é a utilidade do registro, mais acentuada no meio comercial.

Somente os autores italianos é que ampliaram a aplicação aos patrimônios em geral e até ao patrimônio público, coisa que, ainda hoje, é virgem na grande maioria dos países civilizados.

Como quer que seja, o objeto da contabilidade tem sido a riqueza individualizada, que patrimônio é. Logo, o objeto da contabilidade é o monte de riqueza pertencente a uma pessoa natural ou jurídica.




Compartilhe com seus amigos:
1   ...   26   27   28   29   30   31   32   33   ...   50


©psicod.org 2019
enviar mensagem

    Página principal