Um estudo a respeito da representação do autismo na mídia



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Um estudo a respeito da representação do autismo na mídia

Vanessa Ferraresi

O acompanhamento do que foi veiculado em portais de notícias e periódicos, ao longo da realização do trabalho e o presente texto apresenta, indicou o predomínio de dois tipos de pauta: um conjunto que sinalizava o interesse por histórias de sucesso dos autistas e seus pais e outro que salientava um grande fascínio pelo corpo dos assim nomeados. Concentrei a pesquisa no segundo conjunto e analisei textos nos quais a palavra autismo surge na manchete e o teor da notícia diz respeito ao corpo desses sujeitos. A seleção dos documentos segue uma linha do tempo de dezoito meses, o que resultou em um total de 14 reportagens e uma entrevista.

Em relação à escolha dos periódicos, optei pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Revista Exame. Tal escolha contempla um jornal que aparece entre os três mais lidos do Brasil, em todas as plataformas que possui, segundo a agência IVC,1 a ANJ2 e a ferramenta Adobe Analytics, serviços que divulgam ou realizam a métrica de veiculação e de acessos digitais dos veículos de comunicação.

A segunda publicação escolhida é direcionada, originalmente, a temas como economia, tecnologia e carreira, a Revista Exame. Sua seleção é fruto da surpresa ao me deparar com tantos textos sobre autismo em uma revista que se autodenomina de negócios, mas que se destina ao grande público. Qual é o interesse que o autismo pode provocar dentro de um recorte editorial mais mercadológico? Quando analisei a localização das matérias no interior do periódico, percebi que todos os artigos pertenciam à seção de tecnologia. Como o corpo do autista se encaixa no conceito de tecnologia? Deixemos a pergunta em suspenso por hora.

Em uma primeira leitura, constatei a predominância de aspectos genéticos em todos os textos. Fato que está em consonância com o entendimento da maioria dos participantes de uma pesquisa norte-americana3 que mapeou a percepção sobre a origem do autismo entre os pais. Segundo o estudo, 72,7% dos genitores afirmaram crer na etiologia genética do TEA, embora, só 11% consultaram um especialista para fundamentar a opinião. Há uma crença genética disseminada no âmbito social que prescinde do geneticista. Poderíamos pensar que a mídia tem um papel neste cenário? Com o término da pesquisa sinto-me impelida a responder afirmativamente. Para acompanhar o que leva a tal conclusão proponho um breve percurso através recortes de três textos que compõe o material analisado.




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