Título Resumido: Qualidade de vida em beneficiários do Programa Bolsa Família Autores



Baixar 146,87 Kb.
Página9/9
Encontro06.04.2018
Tamanho146,87 Kb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9
Referências

  1. Shorrocks A, Davies J, Lluberas R. Global Wealth Report 2014. Research Institute Thought leadership from Credit Suisse Research and the world’s foremost experts. 2014.

  2. PNAD. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2013. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2013/.

  3. Brasil. Decreto nº 5.209 de 17 de setembro de 2004. Regulamenta o Programa Bolsa Família. Disponível em: . Acesso em: 16 dez. 2010.

  4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE - Síntese de Indicadores Sociais Uma análise das condições de vida da população brasileira 2014 - Rio de Janeiro

  5. Roque DM, Ferreira MAM. O que realmente importa em programas de transferência condicionada de renda? Abordagens em diferentes países. Saude Soc. 2015; 24( 4 ): 1193-1207.

  6. Bohn S, Veiga LF, Dalt SD, Brandão AAP, Gouvêa VHC. Can conditional cash transfer programs generate equality of opportunity in highly unequal societies? Evidence from Brazil. Revista de Sociologia e Política. 2014; 22(51): 111-133.

  7. Minayo MCS, Hartz ZMA, Buss PMi. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Cien Saude Colet. 2000; 5(1):7-18.

  8. Schuler BR. Health Perceptions and Quality of Life among Low-Income Adults. Health Soc Work. 2015 40(3): 225-32.

  9. Salinas-Miranda AA, Salemi JL, King LM, Baldwin JA, Berry EL, Austin DA, Scarborough K, Spooner KK, Zoorob RJ, Salihu HM. Adverse childhood experiences and health-related quality of life in adulthood: revelations from a community needs assessment. Health Qual Life Outcomes. 2015; 13: 123.

  10. Baptista MN. Desenvolvimento do Inventário de Percepção de Suporte Familiar (IPSF): estudos psicométricos preliminares. PsicoUSF. 2005; 10(1):11-9.

  11. Ferreira LL, Brandão GAM, Garcia G, Batista MJ, Costa LST, Ambrosano GMB . Coesão familiar associada à saúde bucal, fatores socioeconômicos e comportamentos em saúde. Cien Saude Colet. 2013; 18( 8 ): 2461-2473.

  12. Ferreira MSM, Pereira MG. O papel moderador do tipo de família na relação entre incapacidade funcional e qualidade de vida em doentes com lombalgia crônica. Cien Saude Colet. 2016; 21 (1): 303-309.

  13. Fleck MPA, Louzada S, Xavier M, Chachamovich E, Vieira G, Santos L et al. Aplicação da versão em português do instrumento abreviado de avaliação da qualidade de vida “WHOQOL-bref”. Rev Saude Publica. 2000; 34(2): 178-83.

  14. Olson DH, Sprenkle D, Russel C. Circumplex model: systemic assessment and treatment of families. New York: The Harworth Press; 1989.

  15. Falceto OG, Busnell ED, Bozzetti MC. Validação de escalas diagnósticas do funcionamento familiar para a utilização em serviços de atenção primária à saúde. Pan Am J Public Health. 2000; 7(4): 255-263.

  16. SAS User’s Guide: Statistics, version 9.4. Cary [NY]: SAS Institute Inc 2001

  17. Olson D. Circumplex Model of Marital and Family Sys­tems. J Fam Ther. 2000; 22:144-167.

  18. Teodoro MLM, Hess ARB, Saraiva LA, Cardoso BM. Problemas Emocionais e de Comportamento e Clima Familiar em Adolescentes e seus Pais. Psico. 2014; 45(2): 168-175.

  19. Buss PM. Globalização, pobreza e saúde. Cien Saude Colet. 2007; 12(6):1575-89.

  20. Azevedo ALS, Silva RA, Tomasi E, Quevedo LA. Doenças crônicas e qualidade de vida na atenção primária à saúde. Cad Saude Publica. 2013; 29( 9 ): 1774-1782.

  21. Rosalini MHP. Tecendo Cuidados Inter-relacionais e Empoderamento. In: Carvalho AMP, Zuim AAS, Andrade AS, Rossi AD, Seton AL, Guarnieri C, editores, et al. Temas em Educacão e Saúde. CENPE. FCL/UNESP. Araraquara: 2012; (8) p. 165- 84 ISSN 1517-7947.

  22. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. A década inclusiva (2001-2011): desigualdade, pobreza e políticas de renda. Brasília: IPEA: 2012. Comunicados do Ipea,155.

  23. Araújo FR, Araújo MAD, Souza FJV, Santos DF, Santana MB. Uma avaliação do Índice de Gestão Descentralizada do Programa Bolsa Família. Rev Adm Publica. 2016; 49 (2): 367-393.

  24. Brasil. Decreto nº 8.232, de 30 de abril de 2014. Altera os arts. 18, 19 do Decreto 5.209 de 17 de setembro de 2004, que regulamenta o Programa Bolsa Família e o artigo 2º, 3º e 4º do Decreto 7.492, de 2 de junho de 2011, que institui o Plano Brasil sem Miséria. Diário Oficial da União. 2014 maio 02

  25. Santos FPC, Vitta FCF, Conti MHS, Marta SN, Gatti MAN, Simeão SFAP, Vitta A. Nutritional condition o f children who benefit from the "Bolsa Família" programme in a city of northwestern São paulo state, Brazil. Rev Bras Crescimento Desenvolv Hum. 2015; 25(3), 313-318.

  26. Guanais FC. The Combined Effects of the Expansion of Primary Health Care and Conditional Cash Transfers on Infant Mortality in Brazil, 1998–2010. Am J Public Health. 2015; 593:598.

  27. Campos MO, Neto JFR. Qualidade de vida um instrumento para promoção da saúde. Rev Ba Saude Publ. 2008; 32(2):232-240.

  28. Noronha DD, Martins AMEBL, Dias DS, Silveira MF, Paula AMB, Haikal DSA. Qualidade de vida relacionada à saúde entre adultos e fatores associados: um estudo de base populacional. Cien Saude Colet. 2016; 21( 2 ): 463-474.

  29. Loyland B, Miaskowski C, Paul SM, Dahl E, Rustøen T. The relationship between chronic pain and health-related quality of life in long-term social assistance recipients in Norway. Qual Life Res. 2010; 19(10):1457-65.

  30. Araujo CCR, Guimarães ACA, Meyer C, Boing L, Ramos MO, Souza MC et al . Influência da idade na percepção de finitude e qualidade de vida. Cien Saude Colet. 2013; 18 (9): 2497-2505.

  31. Lima MG, Barros MBA, César CLG, Goldbaum M, Carandina L, Ciconelli RM. Health related quality of life among the elderly: a population-based study using SF- 36 survey. Cad Saude Publica. 2009; 25 (10): 2159-2167.

  32. Zimmermann CR, Espinola, GM. Programas sociais no Brasil: um estudo sobre o programa bolsa família no interior do nordeste brasileiro. Cad. CRH. 2015; 28 (73): 147-164.

  33. Magalhaes KA, Cotta RMM, Martins TCP, Gomes AP, Siqueira-Batista R. A habitação como determinante social da saúde: percepções e condições de vida de famílias cadastradas no programa Bolsa Família. Saude Soc. 2013; 22 (1): 57-72.

  34. Tavares PA. Efeito do Programa Bolsa Família sobre a oferta de trabalho das mães. Econ Soc. 2010; 19 (3): 613-635.

  35. Mota DM, Schmitz H, Silva Júnior JF, Rodrigues RFA. O trabalho familiar extrativista sob a influência de políticas públicas. Rev Econ Sociol Rural. 52 (1): 189-204.

  36. Pires A. Orçamento familiar e gênero: percepções do Programa Bolsa Família. Cad Pesqui. 2012; 42(145): 130-161.




Tabela 1. Análise bivariada para associação da variável dependente (qualidade de vida).







Qualidade de vida







 

 

Pior

Melhor

 

 

Variáveis

 

N (%)

N (%)

OR Bruto (IC 95%)

p-valor

Idade
















≤ 36

81 (41,12)

116 (58,88)

2,15 (1,43-3,23)

0,0002

> 36

111 (60,00)

74 (40,00)

ref




Sexo
















Masculino

6 (30,00)

14 (70,00)

2,45 (0,92-6,52)

0,0725

Feminino

187 (51,23)

178 (48,77)

ref




Nível Educacional
















< 8 anos de estudo

130 (53,94)

111 (46,06)

ref




> 8 anos de estudo

61 (43,26)

80 (56,74)

1,54 (1,01-2,33)

0,0444

Como está a sua saúde
















Não boa

119 (75,32)

39 (24,68)

ref




Boa, muito boa

73 (32,30)

153 (67,70)

6,39 (4,05-10,09)

<0,0001

Problema de saúde atual
















Tem problema

141 (69,46)

62 (30,54)

ref




Não tem problema

52 (28,57)

130 (71,43)

5,68 (3,66-8,82)

<0,0001

Regime de cuidados de saúde
















Sem tratamento

60 (41,38)

85 (58,62)

1,76 (1,16-2,67)

0,0078

Com tratamento ambulatorial

133 (55,42)

107 (44,58)

ref




Núcleo familiar
















≤ 4 pessoas na família

123 (53,02)

109 (46,98)

ref




> 4 pessoas na família

70 (45,75)

83 (54,25)

1,34 (0,89- 2,01)

0,1629

Coesão familiar
















Baixa

41 (74,55)

14 (25,45)

ref




Moderada

128 (46,38)

148 (53,62)

3,39 (1,77-6,49)

0,0002

Alta

24 (44,44)

30 (55,56)

3,66 (1,63-8,23)

0,0017

Adaptabilidade
















Baixa

39 (63,93)

22 (36,07)

ref




Moderada

115 (44,23)

145 (55,77)

2,23 (1,25-3,98)

0,0063

Alta

39 (60,94)

25 (39,06)

1,14 (0,55-2,35)

0,7296

O nível de referência da variável dependente foi a melhor qualidade de vida; OR: Odds Ratio; IC: Intervalo de Confiança..



Tabela 2. Modelos de Regressão logística múltipla para a qualidade de vida como variável dependente. São Carlos /2012.

Variável

 

Modelo1*

Modelo2

Modelo3

Modelo4










OR

IC (95%)

p-valor

OR

IC (95%)

p-valor

OR

IC (95%)

p-valor

Coesão (ref=baixa)































Moderada




3,39

1,77- 6,49

0,0002










4,08

1,97-8,49

0,0002

Alta




3,66

1,63-8,23

0,0017










3,93

1,58-9,77

0,0032

Adaptabilidade (ref=baixa)


































Moderada













2,23

1,25-3,98

0,0063










Alta













1,14

0,55-2,35

0,7296










Sexo (ref=feminino)






















3,54

1,18-10,59

0,0236

Como está a sua saúde (ref=não boa)






















3,76

2,15-6,59

<0,0001

Problema de saúde atual (ref=tem)






















3,15

1,82-5,47

<0,0001

- 2 Log L




533,721




517,759

 

 

522,366

 

 

424,135

 

AIC




535,721




523,759

 

 

528,366

 

 

436,135

 

* modelo vazio


































Nível de referência da variável dependente foi a melhor qualidade de vida; OR: Odds Ratio; IC: Intervalo de Confiança.



: uploads -> artigos
artigos -> Psicologia de orientaçÃo positiva: uma proposta de intervençÃo no trabalho com grupos em saúde mental
artigos -> A construçÃo da masculinidade
artigos -> Análise de Discurso: Potencialidades Investigativas para a Violência de Gênero
artigos -> Novos sentidos para a atuaçÃo do psicólogo no programa de saúde da família
artigos -> Título Completo
artigos -> Fatores associados à adesão à Terapia Antirretroviral em adultos: Revisão integrativa de literatura
artigos -> Crenças e influências sobre dietas de emagrecimento entre obesos de baixa renda
artigos -> O presente artigo descreve o perfil da violência de gênero na cidade de Mendes através da análise dos dados obtidos na leitura
artigos -> A construçÃo da masculinidade
artigos -> Gender inequalities in non communicable disease mortality in Brazil Desigualdades de gênero na mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasil


Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9


©psicod.org 2019
enviar mensagem

    Página principal