Título: Estresse e bem-estar no trabalho: Uma revisão de literatura Title: Stress and well-being at work: a literature review Identificação dos Autores Autora


Estudos Empíricos: moderadores e mediadores



Baixar 248,37 Kb.
Página13/18
Encontro29.11.2019
Tamanho248,37 Kb.
1   ...   10   11   12   13   14   15   16   17   18
Estudos Empíricos: moderadores e mediadores (Quadros 3 e 4)
Alguns autores investigaram os fatores protetores de estresse (moderadores), ou seja, aquelas características pessoais ou do ambiente, ou a percepção que se tem sobre eles, capazes de diminuir os efeitos negativos que o processo de estresse pode ter sobre a saúde e bem-estar, sendo eles: funções bem definidas, chefia comprometida com a tarefa e com os empregados, possibilidade de romper a rotina, qualidade dos recursos, trabalho em equipe, ambiente agradável com boas relações interpessoais57; a resiliência e suporte do supervisor/colegas58 e o uso das estratégias de reavaliação cognitiva na interação com colegas de trabalho54. As competências emocionais tiveram tanto um papel protetor de estresse como preditor de resiliência e bem-estar psicológico42. Por outro lado, houve moderadores que exacerbaram o efeito dos estressores no bem-estar, como a baixa percepção de suporte organizacional12, as estratégias de regulação emocional (RE) quando usadas na interação com pessoas de fora da organização, voltadas a atender regras de expressão ocupacionais ou organizacionais (trabalho emocional) 54 e o coping paliativo ou de esquiva26.

A investigação dos mediadores foi encontrada em três estudos. O primeiro é o de Jackson et al.47 que testou e confirmou a mediação do burnout na relação entre as demandas de trabalho e problemas de saúde e a mediação do engajamento no trabalho na relação entre recursos e comprometimento no trabalho. O estudo de Karlsen et al.27 concluiu que o efeito do estresse sobre o bem-estar foi mediado positivamente por um processo de coping focado no problema, associado a um componente de crescimento, levando à melhoria do bem-estar subjetivo (BES) e, por outro lado, o estresse foi mediado negativamente por um processo de coping de esquiva e um componente de distresse, levando à piora do BES. No estudo de Kinman e Grant42 a resiliência mediou a relação entre inteligência emocional (IE) e bem-estar psicológico (BEP). Sem imputar causalidade, sugerem que a IE tem um efeito indireto sobre o BEP pela via da resiliência.

Quadro 4: Resumo dos estudos empíricos (publicados entre 2006 e 2010)


: uploads -> artigos
artigos -> Psicologia de orientaçÃo positiva: uma proposta de intervençÃo no trabalho com grupos em saúde mental
artigos -> A construçÃo da masculinidade
artigos -> Análise de Discurso: Potencialidades Investigativas para a Violência de Gênero
artigos -> Novos sentidos para a atuaçÃo do psicólogo no programa de saúde da família
artigos -> Título Completo
artigos -> Fatores associados à adesão à Terapia Antirretroviral em adultos: Revisão integrativa de literatura
artigos -> Crenças e influências sobre dietas de emagrecimento entre obesos de baixa renda
artigos -> O presente artigo descreve o perfil da violência de gênero na cidade de Mendes através da análise dos dados obtidos na leitura
artigos -> A construçÃo da masculinidade
artigos -> Gender inequalities in non communicable disease mortality in Brazil Desigualdades de gênero na mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasil


Compartilhe com seus amigos:
1   ...   10   11   12   13   14   15   16   17   18


©psicod.org 2019
enviar mensagem

    Página principal