Tsp I: teoria comportamental e cognitivista


O Behaviorismo Skinneriano e a Proposta de Classificação de Tourinho (1999)



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O Behaviorismo Skinneriano e a Proposta de Classificação de Tourinho (1999)

Na década de 30 do século 20, B. F. Skinner iniciou seus trabalhos em Psicologia em duas frentes durante o seu doutoramento: de um lado, realizou uma pesquisa histórica e conceitual sobre a noção de “reflexo” na Fisiologia e na Psicologia (uma tentativa de dar uma roupagem operacional ou estritamente funcional ao termo e adotá-lo como ferramenta explicativa em sua ciência). De outro, criou e adotou recursos metodológicos e técnicos em uma ampla linha de pesquisa experimental em laboratório. Some-se a isso que o interesse de Skinner na Psicologia, como atesta sua própria autobiografia, também foi fortemente marcado pela possibilidade de intervenção social, o que fica mais evidente com a publicação de sua novela utópica “Walden II” e de vários artigos sobre educação, que acabaram por conduzi-lo ao seu “Tecnologia do Ensino”.

Note-se, então, que em Skinner também há diferentes modalidades de conhecimento convivendo no mesmo espaço. Em 1945, Skinner chama a sua versão de Behaviorismo de “Behaviorismo Radical” e o faz especialmente para diferenciar-se do Behaviorismo de Boring e Stevens, a quem chama de behavioristas, apenas, “metodológicos”. O Behaviorismo Radical seria a filosofia por trás da Ciência do Comportamento que ele estava tentando erguer e que deveria no futuro substituir a própria Psicologia, profunda e irremediavelmente impregnada por pressupostos mentalistas. Tal ciência foi chamada de “Análise Experimental do Comportamento”. Recentemente,

Tourinho (1999) sugeriu uma reorganização terminológica para os diversos saberes behavioristas de tradição skinneriana. De acordo com a sua estrutura, a área ampla seria chamada simplesmente de Análise do Comportamento (AC). O seu braço teórico, filosófico, histórico, seria chamado de Behaviorismo Radical. O braço empírico seria classificado como Análise Experimental do Comportamento (as práticas de laboratório). O braço ligado à criação e administração de recursos de intervenção social seria chamado de Análise Aplicada do Comportamento (refere-se a prática do analista do comportamento).

Para Tourinho (1999), as três subáreas estariam inter-relacionadas em um processo contínuo de alimentação recíproca e nenhuma das três existiria de forma autônoma. Seriam todos pressupostos engendrados por uma filosofia: o Behaviorismo Radical. Mas dizer que as três são interligadas seria insuficiente para a compreensão do que estaria interagindo. Portanto, voltaremos a falar em outro momento do nosso curso o que caracterizaria cada uma.

Agora vamos conhecer um pouco da história do behaviorismo, começando por Watson, o seu fundador.




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