Texto para a Revista da Secretaria de Educação do Estado de Minas



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A Linguagem escrita nas propostas pedagógicas da Educação Infantil




Fátima Regina Teixeira de Salles Dias

Psicóloga, especialização em Educação Infantil, assessora de instituições públicas e privadas de Educação Infantil, técnica de Pró-Reitoria de Extensão da UFMG.
Vitória Líbia Barreto de Faria

Mestre em Educação pela UFMG, assessora de instituições públicas e privadas de Educação Infantil, consultora técnica de Educação Infantil do Ministério da Educação.

Premissas básicas:
A abordagem adotada neste texto em relação ao trabalho pedagógico com crianças de 0 a 6 anos, no que se refere à linguagem escrita, parte de algumas premissas básicas:

  • o direito dessa criança a uma educação de qualidade que deve, entre outras garantias, possibilitar a todas o acesso ao conhecimento, sem perder de vista as especificidades desta faixa etária;

  • uma perspectiva de aprendizagem/desenvolvimento fundamentada na idéia de que o conhecimento encontra-se no mundo social e de que, nas relações que estabelece com outros sujeitos, o indivíduo se apropria, transforma e cria saberes;

  • o entendimento de que a criança nessa faixa etária está em pleno processo de aprendizagem/desenvolvimento das várias linguagens, inclusive do brincar, e de que, embora muito importante, a linguagem escrita não se constitui na sua forma primordial de partilhar significados. Destaque-se que, quanto menor a criança, maior deve ser a ênfase nas outras dimensões da sua formação

  • o reconhecimento de que o brincar é a forma privilegiada de a criança ser e estar no mundo;

  • uma concepção de aquisição da linguagem escrita como parte do processo de letramento, isto é, de um aprendizado que se dá nas práticas sociais reais de leitura e da escrita, vivenciadas pelas crianças e que, portanto, não se restringe ao domínio do código;

  • uma visão de ensino da linguagem escrita enquanto uma ação intencional do professor que deve ser pensada nas propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil;

  • a defesa do direito da criança a um maior tempo de escolarização, na perspectiva de que seu ingresso aos 6 anos no ensino fundamental não seja visto como uma forma de antecipação de sua alfabetização, mas como a ampliação das suas possibilidades de aprender e de estabelecer trocas sócio-culturais que considerem as especificidades dessa faixa etária;





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