Terapias alternativas



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TERAPIAS ALTERNATIVAS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
As terapias alternativas podem ser aplicadas por qualquer pessoa, porém, é preciso tomar alguns cuidados:


  1. – Caso o problema não seja resolvido é aconselhável consultar um medico.

  2. – No caso do paciente já esteja tomando algum medicamento prescrito pelo medico, este deve opinar sobre a possível ação entre os tratamentos dos dois métodos.

  3. – É preciso adotar as instruções que a terapia indicar, para o método ter êxito.

  4. – O ideal é a aplicação da terapia por profissional devidamente habilitado e seguir rigorosamente suas determinações.

PRINCIPAIS TERAPIAS ALTERNATIVAS:




  1. – SUSTÃNCIAS NATURAIS;

  2. – DO-IN;

  3. – QUIROPRÁTICA;

  4. – SAÚDE EMOCIONAL;

  5. – HIDROTERAPIA;

  6. – TAI CHI CHUAN;

  7. - ACUPUNTURA;

  8. – PROBLEMAS DIGESTIVOS;

  9. - SEXOLOGIA;

  10. – HIPNOSE;

  11. – IOGA;

  12. – AROMATERAPIA;

  13. – FLORAIS DE BACH;

  14. – NATUROPATIA;

  15. – SHIATSU;

  16. ARTETERAPIA;

  17. – MEDICINA ORTOMOLECULAR;

  18. – MUSICOTERAPIA;

  19. – REIKETERAPIA;

  20. – MASSAGEM;

  21. – FITOTERAPIA.

  22. - HELIOTERAPIA


- CURAR COM SUBSTÂNCIAS
NATURAIS
As propriedades medicinais e de cura das flores, folhas, raízes, alimentos integrais e substâncias inorgânicas, tais como sais minerais, podem ser aproveitadas e usadas como <>. Algumas substâncias naturais podem ser usadas na forma <>, original. Por exemplo, uma erva facilmente reconhecida, como o alecrim, pode ser apanhada no jardim e ser usada como infusão. Outros remédios são feitos de extratos preparados de substâncias naturais, que se podem adquirir nas farmácias e nas lojas de dietética. Entre eles, contam-se os Florais de Bach, os óleos essenciais e os comprimidos homeopáticos.
1 - HERBALISMO
Antes da era do fabrico de medicamentos, as pessoas usavam plantas do meio ambiente, para produzirem remédios. Embora muitos medicamentos, sejam baseados em ervas, assistiu-se recentemente a um ressurgimento do interesse do uso de plantas na sua forma natural. Tal pode dever-se à preocupação em relação aos efeitos secundários e à possivel natureza viciante de alguns medicamentos prescritos. As pessoas estão voltando aos remédios que oferecem uma alternativa segura e oficial a esses medicamentos, em especial, desde que os ervanários afirmam que os ingredientes ativos que a indústria farmacêutica produz ou extrai sinteticamente podem ser mais seguros e eficazes, no seu estado natural.
O herbalismo procura moldar os tratamentos às necessidades do individuo, o que pode implicar a eliminação de produtos tóxicos, a estimulação dos mecanismos de defesa do corpo, com a tonificação de todo o organismo. As plantas podem ser administradas de várias maneiras. Entre os problemas que reagem bem aos remédios à base de plantas, contam-se os problemas digestivos e os de insônias, resfriados e artrite. Embora muitas plantas sejam utilizadas em larga escala em casa, algumas, tais como a consolida-maior, podem ser perigosas, se tomadas por longos períodos. Outras podem ser perigosas, se tomadas em estados clínicos específicos se tiver pressão alta ou se estiver grávida.
Por estes motivos, as plantas devem ser usadas com cuidado – se sentir qualquer efeito secundário, pare de tomar o remédio e consulte um ervanário. As plantas aqui assinaladas, não são altamente tóxicas e, sempre que existam contra indicações ao seu uso, essas serão mencionadas. Se lhe forem prescrita outras medicações, consulte o seu medico, antes de tomar seu remédio à base de plantas, os medicamentos podem interagir, produzindo efeitos adversos. Deve, igualmente, consultar o seu medico, se estiver grávida.
Os remédios mais ativos são, provavelmente, os preparados para si por um hervanário. Os remédios patenteados, podem ser eficazes, mas também pode ser você mesmo preparar alguns em casa.
HOMEOPATIA
O princípio que <>, é uma das pedras angulares da homeopatia. São dados remédios que, se utilizados na dinamização correta, produziriam os mesmos sintomas da doença que está a ser tratada. Pensa-se que os remédios aceleram o processo de cura natural do organismo. Pelo contrário, a medicina convencional ocidental, que tenta assumir uma abordagem mais combativa, que procura eliminar as causas das doenças deste mundo, por exemplo, as bactérias. A homeopatia foi fundada pelo Dr. Samuel Hahnemann (1788-1843), um medico alemão, que publicou seu primeiro artigo em 1796. Intrigado com o uso de quinina, no tratamento da malária, tomou uma dose e descobriu que isso provocava tremores, suores e febre – os sintomas clássicos da malária.
Deduziu que os sintomas da doença eram o mecanismo de cura e assim, ao dar medicamentos que produzem os mesmos sintomas, pode-se chegar à recuperação. Decidiu então, testar o arsênico, a beladona e o mercúrio em si próprio e, ao observar os sintomas provocados por cada uma dessas substâncias, fê-las equivaler à doenças específicas. Outros testes fizeram parecer que um remédio ajudaria a curar um determinado estado, com o qual partilhasse os sintomas. A validade desta teoria, é ainda discutível, mas os homeopatas acreditam que os remédios fazem com que os mecanismos naturais de cura do organismo, ultrapassem a doença.
Crê-se igualmente, que quanto mais fraco (mais diluído) for o remédio, mais potente ele é. As fontes dos remédios homeopáticos, são diversas. Alguns, como a pulsatila, são feitos de plantas, outros, como a silícia, são feitos de substâncias inorgânicas, como rochas ou sais minerais. Um homeopata tem mais de 2000 remédios à sua escolha e decidirá apenas depois de fazer perguntas pormenorizadas, sobre os sintomas, a alimentação e até mesmo o historial odontológico. De fato, para cada remédio, existem três indicações distintas (razões pelas quais o remédio pode ser adequado). Em primeiro lugar, existem indicações a respeito da constituição física; estas incluem a estatura, a compleição e a resistência.
Em segundo lugar, existem indicações sobre o estado psíquico, tais como se é ansioso ou irritável. Em terceiro lugar, existem indicações físicas da sua doença, por exemplo, se tem dores de cabeça ou de estomago. A homeopatia é considerada, de forma geral, como um tratamento suave e seguro, sendo cada vez maior o número de médicos em Portugal e em toda a Europa, a começar a prescrever remédios homeopáticos, em conjunto com medicamentos tradicionais.
HERBALISMO
Antes da era do fabrico de medicamentos, as pessoas usavam plantas do meio ambiente, para produzirem remédios. Embora muitos plantas na sua forma natural. Tal pode dever-se à preocupação em relação aos efeitos secundários e à possível natureza viciante de alguns medicamentos prescritos. As pessoas estão voltando aos remédios que oferecem uma alternativa segura e oficial a esses medicamentos, em especial, desde que os ervanários afirmam que os ingredientes ativos que a indústria farmacêutica produz ou extrai sinteticamente podem ser mais seguros e eficazes, no seu estado natural. O herbalismo procura moldar os tratamentos às necessidades do individuo, o que pode implicar na eliminação de produtos tóxicos, na estimulação dos mecanismos de defesa do corpo, com a tonificação de todo o organismo. As plantas podem ser administradas de várias maneiras. Entre os problemas que reagem bem aos remédios à base de plantas, contam-se os problemas digestivos e os de insônias, resfriados e artrite.

is como a consolida-maior, podem ser perigosas, se tomadas por longos períodos. Outras podem ser perigosas, se tomadas em estados clínicos específicos se tiver pressão alta ou se estiver grávida. Por estes motivos, as plantas devem ser usadas com cuidado – se sentir qualquer efeito secundário, pare de tomar o remédio e consulte um ervanário. As plantas aqui assinaladas, não são altamente tóxicas e, sempre que existam contra indicações ao seu uso, essas serão mencionadas. Se lhe forem prescritas outras medicações, consulte o seu medico, antes de tomar seu remédio à base de plantas, os medicamentos podem interagir, produzindo efeitos adversos.


Deve igualmente, consultar o seu medico, se estiver grávida. Os remédios mais ativos são, provavelmente, os preparados para si por um hervanário. Os remédios patenteados, podem ser eficazes, mas também pode ser você mesmo a preparar alguns em casa.
HOMEOPATIA
O princípio que <>, é uma das pedras angulares da homeopatia. São dados remédios que, se utilizados na dinamização correta, produziriam os mesmos sintomas da doença que está a ser tratada. Pensa-se que os remédios aceleram o processo de cura natural do organismo. Pelo contrário, a medicina convencional ocidental, que tenta assumir uma abordagem mais combativa, que procura eliminar as causas das doenças deste mundo, por exemplo, as bactérias. A homeopatia foi fundada pelo Dr. Samuel Hahnemann (1788-1843), um medico alemão, que publicou seu primeiro artigo em 1796. Intrigado com o uso de quinina, no tratamento da malária, tomou uma dose e descobriu que isso provocava tremores, suores e febre – os sintomas clássicos da malária.
Deduziu que os sintomas da doença eram o mecanismo de cura e assim, ao dar medicamentos que produzem os mesmos sintomas, pode-se chegar à recuperação. Decidiu então, testar o arsênico, a beladona e o mercúrio em si próprio e, ao observar os sintomas provocados por cada uma dessas substâncias, fê-las equivaler à doenças específicas. Outros testes fizeram parecer que um remédio ajudaria a curar um determinado estado, com o qual partilhasse os sintomas. A validade desta teoria, é ainda discutível, mas os homeopatas acreditam que os remédios fazem com que os mecanismos naturais de cura do organismo, ultrapassem a doença.

Crê-se igualmente, que quanto mais fraco (mais diluído) for o remédio, mais potente ele é.


As fontes dos remédios homeopáticos, são diversas. Alguns, como a pulsatila, são feitos de plantas, outros, como a silícia, são feitos de substâncias inorgânicas, como rochas ou sais minerais. Um homeopata tem mais de 2000 remédios à sua escolha e decidirá apenas depois de fazer perguntas pormenorizadas, sobre os sintomas, a alimentação e até mesmo o historial odontológico. Os homeopatas afirmam que todos esses fatores. De fato, para cada remédio, existem três indicações distintas (razões pelas quais o remédio pode ser adequado). Em primeiro lugar, existem indicações a respeito da constituição física; estas incluem a estatura, a compleição e a resistência.
Em segundo lugar, existem indicações sobre o estado psíquico, tais como se é ansioso ou irritável. Em terceiro lugar, existem indicações físicas da sua doença, por exemplo, se tem dores de cabeça ou de estomago. A homeopatia é considerada, de forma geral, como um tratamento suave e seguro, sendo cada vez maior o número de médicos em Portugal e em toda a Europa, a começar a prescrever remédios homeopáticos, em conjunto com medicamentos tradicionais.
FONTE – READER!S DIGEST - TERAPIAS NATURAIS – 1ª.PARTE – Quetzal Editores - 1988












3 - QUIROPRÁTICA

A quiroprática dedica-se ao diagnóstico, tratamento e prevenção dos problemas que podem causar à coluna vertebral, os ossos, no sistema nervoso e na saúde (com um tratamento natural, sem medicamentos nem cirurgia).


Estes problemas ou alterações devidos a quedas, lesões, acidentes, parto difícil, etc., irritam o sistema nervoso em lugar de o proteger e podem provocar problemas de saúde de todo o tipo no corpo humano, como por exemplo:

Hérnia discal

Dor de mandíbula

Lesões desportivas

Torcicolo

Escoliose

Fibromialgia

Golpe de chicote cervical

Dor de costas

Paralisia de Bell

Enxaquecas

Parto dificil

Nevralgia do trigémeo

Vertigem

Pediatria

Epilepsia

Dor de pescoço

Dor de cabeça

Acidentes de trânsito

Na quiroprática, estes problemas ou alterações são conhecidos com o nome de “subluxações vertebrais”.



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