Teoria comportamental



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Teoria Comportamental

TEORIA COMPORTAMENTAL

                                                           
Palavras-chave: Comportamento. Maslow. Herzberg. Teoria X. Teoria Y. Sistemas de Administração. Cooperação. Decisão. Liderança.
O enfoque comportamental na administração teve seu início no momento em que as organizações adotaram uma perspectiva de que o comportamento humano era fator primordial e decisivo, tanto na produtividade como no desempenho da empresa, pois são seres dotados de sentimentos, emoções, medos, expectativas, e tudo isso influencia diretamente em seu rendimento dentro do local onde trabalha. A Teoria das Relações Humanas foi o impulso inicial para que se desenvolvessem outros estudos e outras teorias a respeito do tema, que aos poucos foram complementando e suprindo faltas e­/ou falhas que eram detectadas na aplicação às realidades das organizações. A Teoria Comportamental representa um dos maiores avanços nos estudos das ciências do comportamento e busca em sua essência soluções flexíveis e democráticas para a solução de problemas.
1 TEORIA COMPORTAMENTAL
1.1  Histórico
Kurt Lewin, pioneiro no desenvolvimento das dinâmicas de grupo, foi um dos nomes que impulsionaram o desenvolvimento de teorias do comportamento. Entender a organização como um sistema social, permite avaliar as pessoas como seres que têm sentimentos, emoções e atitudes e constatam que esses fatores influenciam de maneira significativa em seu rendimento em seu local de trabalho.
A abordagem comportamental atua junto a outras ciências do comportamento como a sociologia organizacional e, principalmente, da psicologia organizacional.
 No estudo do comportamento humano devem ser levadas em conta quatro importantes proposições:
1. Cada ciência, disciplina ou campo do conhecimento oferece uma contribuição especializada para cada um dos temas que interessam ao enfoque comportamental.

2. Nenhuma ciência tem a propriedade exclusiva dos aspectos específicos do comportamento organizacional, porque as fronteiras entre todas elas não são muito claras.

3. Muitos aspectos do comportamento humano não são observáveis diretamente nem passíveis de definição inquestionável.

4. Não há verdades absolutas e muito menos conhecimentos definitivos sobre o comportamento humano de forma geral.


Comportamento é a maneira pela qual um indivíduo ou uma organização age ou reage em suas interações com o seu meio ambiente e em resposta aos estímulos que dele recebe”. (Chiavenato, 2004)
Segundo Chiavenato as ciências do comportamento trouxeram à teoria administrativa uma variedade de conclusões a respeito da natureza e características do ser humano, a saber:
1. O homem é um animal social dotado de necessidades;

2. O homem é um animal dotado de um sistema psíquico;

3. O homem tem capacidade de articular a linguagem com o raciocínio abstrato;

4. O homem é um animal dotado de aptidão para aprender;

5. O comportamento humano é orientado para objetivos;

6. O homem caracteriza-se por um padrão dual de comportamento.


                  A preocupação com a estrutura organizacional se desloca para a preocupação com os processos organizacionais e do comportamento das pessoas na organização para o comportamento organizacional como um todo. É adotada a visão de que “o ser humano é a medida de tudo” e que ele estava no centro do processo administrativo, pelo fato de possuírem características que diferenciam as pessoas umas das outras e que elas têm comportamentos coletivos, nas organizações sociais.
A Teoria Comportamental da Administração (também conhecida como behaviorista) teve como nomes principais Hebert Alexander Simon, Chester Barnard, Douglas McGregor, Rensis Likert, Chris Argyris, Abraham Maslow, Frederick Herzberg e David McClelland, todos estes trouxeram valorosas contribuições para o desenvolvimento dessa teoria e foram importantes estudiosos dessa área.
Têm como características oposição à Teoria Clássica, complementação e adequação à realidade da época, já que de certa forma criticava as visões ingênuas da Teoria das Relações Humanas, utilizando seus conceitos fundamentais apenas como ponto de partida, apresentando diferenças significativas.
A publicação do livro O Comportamento Administrativo, de Hebert A. Simon, em 1947 marcou o início da Teoria Comportamental, criticou a Escola Clássica e fez algumas observações a respeito da teoria imediatamente anterior, fazendo as devidas correções.
1.2  Motivação
O estudo da motivação é um dos temas centrais do enfoque comportamental, porque é necessário compreender os mecanismos que movimentam as pessoas, para poder explicar como elas se comportam, baseado em seus comportamentos individuais. Os administradores, segundo os behavioristas, devem saber que a motivação pode ser utilizada como uma importante ferramenta para melhorar a qualidade dentro das organizações.
A motivação tem três propriedades, a saber:
1. Direção: direção (objetivo) para a qual a motivação leva o comportamento;

2. Intensidade: magnitude da motivação;

3. Permanência: duração da motivação.
As teorias sobre a motivação, que explicam o desempenho das pessoas em situações de trabalho, dividem-se em dois grupos:


  • Teorias de Processos: procura explicar como funciona o mecanismo da motivação.

  • Teoria de Conteúdo: procura explicar quais são os motivos específicos que levam as pessoas a agir.

1.3  Comportamento


Comportamento: procedimento, atuação. (Silveira Bueno)

Qualquer atuação ou manifestação observável das competências e características individuais, como falar, pensar, escrever, decidir ou não fazer nada, é exemplo de comportamento. (Maximiano, 2009)


O comportamento é sempre motivado por alguma causa interna ao próprio indivíduo (motivos internos) ou alguma causa externa, do ambiente (motivos externos). Motivação, neste modelo, é sinônimo da relação de causa e efeito no comportamento das pessoas. Motivação não significa entusiasmo ou disposição elevada; significa apenas que todo comportamento sempre tem uma causa.
1.4  Objetivo
Objetivo é o fim que se pretende atingir, objeto de uma ação, ideia ou sentimento. Sua realização pode ser obstaculizada por:


  •  Frustração.

  •  Conflito.

  •  Ansiedade.

1.5  Behaviorismo


O behaviorismo trouxe à Psicologia uma metodologia objetiva e científica baseada na comprovação experimental, em oposição ao subjetivismo da época, mas centrando-se no indivíduo, estudando o seu comportamento (aprendizagem, estímulo e realizações de respostas, hábitos etc.) de forma concreta e manifesta no laboratório e não por meio de conceitos subjetivos e teóricos (como sensação, percepção, emoção, atenção etc.)
Este ramo de estudo não focaliza especificamente a motivação humana para o trabalho, mas suas proposições e hipóteses oferecem alguns elementos para a compreensão dos mecanismos que ativam o comportamento humano, especialmente no que diz respeito à recompensa.



2       HIERARQUIA DAS NECESSIDADES DE MASLOW



                    Abraham Maslow


Abraham Maslow é o autor da mais conhecida teoria que se baseia na ideia das necessidades humanas. Segundo Maslow, elas estão organizadas e dispostas em níveis, em uma hierarquia de importância e de influenciação. Podem ser representadas em uma pirâmide, onde as mais baixas, mas não menos importantes, encontram-se na base e as mais altas estão no topo. Elas dividem-se em dois grandes grupos:


  • Necessidades Primárias (básicas): São comuns a todas as pessoas, inerentes à condição humana, como alimentação, sono e repouso, abrigo, segurança, são as necessidades básicas que tornam todas as pessoas umas iguais às outras.




  • Necessidades Secundárias (adquiridas): As pessoas adquirem ou desenvolvem por meio de treinamento, experiência, pela convivência com outras pessoas, pela incorporação dos valores da sociedade em que vivem, ou por causa da própria personalidade, são as necessidades de autorrealização, de estima.

 


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