Sobre o pai com comentários de Juan Carlos Bodoque Compreendendo a Manifestação Divina e algo mais sobre a natureza da Lei no Antigo Testamento Welington Corporation a viagem


a mulher oriental pereça pela força do ciúme doentio



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a mulher oriental pereça pela força do ciúme doentio. Nada é mais parecido com um ritual de magia que a o ritual das águas amargas e nada é mais maravilhosamente protetor que tal humilhante ritual... de acusação!

Que caráter é esse, um “Deus” que usa de inteligência para impedir crimes passionais? Que Deus é esse que aparentemente ‘transgride’ suas próprias leis para impedir a morte de uma mulher, adultera?

É o mesmo que é revelado na NATUREZA.
Salmo 65:8-13: “Tu visitas a terra, e a refrescas; tu a enriqueces grandemente com o rio de Deus, que está cheio de água; tu lhe preparas o trigo, quando assim a tens preparada. Enches de água os seus sulcos; tu lhe aplanas as levas; tu a amoleces com a muita chuva; abençoas as suas novidades. Coroas o ano com a tua bondade, e as tuas veredas destilam gordura. Destilam sobre os pastos do deserto, e os outeiros os cingem de alegria. Os campos se vestem de rebanhos, e os vales se cobrem de trigo; eles se regozijam e cantam. “
Nunca VEREMOS em toda a história do Velho testamento uma única mulher amaldiçoada pelas águas amargas.

Ele, Deus Pai, o Senhor, possui a essência da bellissima cena em que Jesus se assenta no solo e escreve com uma vara, quando é colocado como JUIZ de uma jovem pega em fragrante adultério.



E a preserva.

Welington José Ferreira



ADENDOS

Os hebreus (assim como os gregos) não possuíam sinais para representar os números, e por isso usavam letras do alfabeto. Eles criaram um sistema de numeração usando as 22 letras do seu alfabeto, da seguinte forma: as letras eram numeradas de 1 a 10, de 10 a 100 e de 100 a 400. Assim sendo, todas as palavras hebraicas e gregas possuem um valor numérico escrito no original hebraico com 7 palavras e exatamente 28 letras, que é 4 x 7, e é também a soma dos 7 primeiros algarismos (1+2+3+4+5+6+7. O versículo divide-se em duas porções iguais: As três primeiras palavras (NO PRINCIPIO CRIOU DEUS) possuem exatamente 14 letras (2 x 7); e as últimas palavras (OS CÉUS E A TERRA) também. Os três substantivos do texto (DEUS, CÉUS E TERRA) possuem ao todo 14 letras (2 x 7): E o restante também tem 14 letras). A segunda parte do versículo divide-se em duas partes iguais: a primeira parte (OS CÉUS) contém exatamente 7 letras; a segunda parte (E A TERRA) também contém 7 letras



Ivan Panin analisado cuidadosamente o texto hebraico de Gênesis 1: 1 e descobriu um incrível fenômeno de múltiplos de sete que não puderam ser explicados por acaso. Gênesis 1: 1 foi composto por sete palavras hebraicas contendo um total de 28 cartas. Em toda a Bíblia, o número sete aparece repetidamente como um símbolo de perfeição divinas-os 7 dias da criação, Deus descansou no sétimo dia, os sete igrejas, os sete selos, as sete trombetas, etc. No total, Panin descobriu 30 códigos distintos envolvendo o número 7 neste primeiro versículo da Bíblia



Uma lista parcial das de setes encontra-se em Gênesis 1. 1

O número de palavras hebraicas = 7
2 O número de letras é igual a 28 (7x4 = 28)
3 As 3 primeiras palavras hebraicas traduzidas "No princípio Deus criou" tem 14 letras (7x2 = 14)
4 Os últimos quatro palavras em hebraico "os céus ea terra" tem 14 letras (7x2 = 14)
5 O quarto e quinto palavras têm sete letras
6 As palavras sexto e sétimo tem 7 letras
7 As três palavras-chave: Deus, o céu ea terra têm 14 letras (7x2 = 14)
8 O número de letras em palavras os quatro restantes também é 14 (7x2 = 14)
9 A palavra mais curta no versículo é a palavra do meio com 7 letras
10 O valor numérico hebraico dos primeiros, médio e última letra é de 133 (7x19 = 133)
11 O valor numérico Hebraica de primeira ea última letra de todas as sete palavras é 1393 (7x199 = 1393)

O valor dos 3 substantivos (DEUS + CÉUS + TERRA) é 777


A imperfeição moral humana se soma a dimensão imperfeita de sua intelectualidade. A ciência às vezes é muito burra. A ciência é muda. Não tem voz. Nada sabe sobre a existência humana. Nem sobre o amanhã. Ela só sabe o que vê. Só transmite o que percebe. A ciência humana só descreve a vida presente em toda sua glória. Ela não cria e nem gera, somente investiga o que É. O que HÁ. Trabalha com ferramentas pré-existentes e nada mais.

Zaratrusta reclamava...”Podes proporcionar a ti mesmo teu bem e o teu mal, e suspender a tua vontade por cima de ti como uma lei? Podes ser o teu próprio juiz e vingador da tua lei?”

Vedas coleção de antigos textos Shruti possuem o Râmâyana e o Mahâbhârata, anteriores e superiores, em originalidade e beleza, à Ilíada e à Odisséia. Eles são escritos em poesia e em métrica baseados numa poesia inspirada a um sábio de nome Valmiki. Conta a tradição que Valmiki foi um salteador, o qual assaltava e matava pessoas para sustentar a família, quando teve um encontro com um sábio que o faz repensar a vida. Ele se isola numa floresta para meditar por décadas, (a tradição aponta milênios) e ao se levantar cresceram formigueiros ao seu redor. Sai da floresta para se banhar no Ganges quando vê um casal de pombas brincando. Repentinamente vê uma delas ser morta por uma flechada. Ao ver a pomba viva circulando ao redor da morta ele olha revoltado para o caçador e grita:

"Não encontrarás descanso nos longos anos da Eternidade, porque mataste um pássaro apaixonado e insuspeitoso.".

Seus versos são escritos




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