Sobre o pai com comentários de Juan Carlos Bodoque Compreendendo a Manifestação Divina e algo mais sobre a natureza da Lei no Antigo Testamento Welington Corporation a viagem


O novo. Para os reis da antiguidade a existência de um deus que falava TANTO com os homens era algo, por demais, sublime



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O novo. Para os reis da antiguidade a existência de um deus que falava TANTO com os homens era algo, por demais, sublime. Porque todos os outros eram quietos. Extremamente quietos.

Lutavam os magos ardentemente por quaisquer palavras divinas que fosse, inventando os mais torpes atos religiosos para tal. Cortavam-se! Mutilavam-se! Os profetas de Baal gritavam, torturavam-se, sangravam abundantemente na frente de um único profeta do deus de Israel.

Essa diferença de um Deus que tinha VOZ era tão evidente, tão contrastante que o salmista nos levará a essa exclamação sobre os deuses da antiguidade: “Tem Olhos, mas não veem, Tem boca, mas não falam!”

Ao contrário do Espírito, que fala, e fala e fala. Discorre, discute, reclama, e vive com seu povo o dilema do dia a dia e sofre suas dores e suporta o fardo de sua convivência. E compartilha da morte de seus enviados ano após ano.

Jeremias 7:25

Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito até hoje, enviei-vos todos os meus servos, os profetas, todos os dias; começando de madrugada, eu os enviei.



Ele e diferente de Zeus sendo maior que ele que em dado momento recebe um pai. Ele e misericordioso demais. Tanto que as bandeiras manchadas com o sangue dos bandidos nazistas que incendiaram a sede do partido comunista serão consagradas a ‘entidades poderosas’ não a uma representação divina ‘fraca’ e exageradamente piedosa. Eles as consagram à deuses bárbaros e nórdicos. O Deus do VT é interpretado como fraco, piegas, por Friedrich Wilhelm Nietzsche que o rejeita veementemente por intermédio de seu personagem Zaratrusta. Ele não coopera para formar uma ideologia que crie um homem desprovido de compaixão. Sua continua indignação contra a injustiça o afasta de Brahma cujos trechos dos Vedas usarão sua criação humana cósmica para a manutenção das castas.

Ele não pronuncia uma religião baseada na morte e paralisa uma gigantesca obra de manutenção de homenagens póstumas impactando em séculos no cronograma da construção das pirâmides que até hoje testemunham o fascínio dos egípcios pela morte...



A ARTE CHINESA/JAPONESA E O RETRATO DIVINO

A Arte Chinesa e a Cerimonia do Chá podem nos ajudar a entender a revelação do Pai no Antigo Testamento.



A cerimônia do chá japonesa (chanoyu 茶の湯, lit. "água quente [para] chá"; também chamada chadō ou sadō, 茶道, "o caminho do chá") é uma atividade tradicional com influências do Taoísmo e Zen Budismo, na qual chá verde em pó (matcha, 抹茶) é preparado cerimonialmente e servido aos convidados. O praticante de cerimônia do chá precisa ter conhecimento de uma ampla gama de artes tradicionais que são parte integral do chanoyu, incluindo o cultivo e variedades de chá, vestimentas japonesas (kimono), caligrafia, arranjo de flores, cerâmica, etiqueta e incensos — além dos procedimentos formais de seu estilo de chanoyu, que podem passar de uma centena. Assim, o estudo de cerimônia do chá praticamente nunca termina. As artes japonesas, assim como as chinesas incorporam visões da vida, filosofias, metáforas, meditações sobre a espiritualidade, em cada detalhe. Os requintados cerimoniais da arte do chã incorporam a mesma complexidade das REPRESENTAÇÕES espalhadas em cada gesto de diversas atividades lúdicas.

Na arte do Oriente, o olho e a mão foram adestrados à custa de cópia de modelos que concentravam com exatidão a experiência pictórica dos séculos. Entretanto, as regras não tinham como meta a imitação externa das figuras, e sim captar o sentimento que anima a pincelada, cujo movimento organicamente controlado devia coincidir com o modelo. As suas tradicionais formas sociais, os seus costumes mais mágicos que religiosos de aproximação do sagrado, tornam difícil a compreensão do fazer artístico na China. A estética da sua arte reúne todos estes elementos: simbolismo ideológico, extrema antiguidade, evolução particular e complicada dos conceitos artísticos, fundamento mágico-religioso das suas crenças. Há, independentemente de qualquer teoria, um sentimento comum a todos os calígrafos. Eles acreditam que a sua arte é um caminho para outra realidade espaço-temporal, seja ela histórica, imaginativa, religiosa e, além disso, é um exercício que acreditavam conceder saúde e prolongar a vida. Explica-nos Tseng Yuho, era comum que um grande chefe de estado fosse, simultaneamente, um grande calígrafo. A Escrita Oracular (甲骨文字), também consistia no recurso a pictogramas, gravados, por exemplo, em carapaças de tartarugas, com o objetivo de comunicar com o sobrenatural. Os caracteres decorativos (ligados à escrita do Selo (篆書)) cumpriam funções mágicas, isto é, os chineses criam possuírem o poder de realizar o que as suas palavras prometiam. A filosofia da escrita chinesa está interligada com o seu desenvolvimento pelo correr dos séculos. A Caligrafia foi, ao longo da história, ganhando cada vez mais aspectos formais e abstratos Num breve resumo da história da escrita, verificamos que esta na pré-história, entre 5000 a.C e 2000 a.C, começou por cumprir funções mágico-utilitárias, inaugurando a fase dos pictogramas, denominados de Inscrições Pré-Históricas (上古文字).