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Palestras e Cursos para alunos, educadores ou pais



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Palestras e Cursos para alunos, educadores ou pais

Resiliência

Relacionamento Interpessoal

Potencialização de Aprendizagem

Comunicação e Assertividade

Coaching na Educação

Vivência de Integração Pais e Filho

Vivência de Integração Família e Escola


Workshop e Programas

Coaching para Pais;

Coaching para Crianças (3 a 10 anos);

Coaching para Adolescentes (a partir de 11 anos).


Cursos de Capacitação

Capacitação para profissionais da área de Educação e Saúde

Capacitação em Coaching para Crianças e Adolescentes

Capacitação em Coaching Instrucional


Artigos:

Resiliência

A resiliência é um termo originado da física (resistência de materiais ao choque), porém na área comportamental, é a capacidade de um indivíduo enfrentar seus problemas, obstáculos ou resistir às pressões de situações difíceis sem desistir ou desenvolver algum tipo de problema psicológico. Muito pelo contrário, ele usa as adversidades para seu autodesenvolvimento e renovação. É o encarar da dificuldade como oportunidade de crescer. E assim propagar esse pensamento na sociedade, tornando-a cada vez mais próspera e humanista.

Essa é uma característica inerente na vida e capaz de ser desenvolvida em todas as pessoas, Os fatores para ser resiliente são: controle emocional, administração de seus impulsos (refere-se ao não se deixar agir impulsivamente em meio às emoções), o otimismo (relaciona-se com a esperança de que tudo pode melhorar), a análise do ambiente (identificação da causa dos problemas), empatia (compreender o estado psicológico do outro) e o bom relacionamento com as outras pessoas sem nenhum tipo de receio. Portanto, não se é resiliente sozinho. Apesar de a resiliência ser íntima e pessoal, um dos fatores de maior importância é o apoio feito por outra pessoa(s), que ajuda no desenvolvimento da disciplina e autoconfiança. Aqui no Instituto Tsukimi atuamos nesse diretamente nesse ponto. Sabemos que cada um de nós tem um lado frágil que merece uma ênfase maior no processo, para assim vencer no dia-a-dia.

Aprendizagem

A aprendizagem é o processo pelo qual as competências, habilidades ou conhecimentos são adquiridos ou modificados no cérebro humano. Isso vem do resultado de estudo, experiência, formação, raciocínio e observação.

Esse processo está totalmente relacionado à educação e o desenvolvimento pessoal humano. Ela é favorecida quando o indivíduo está motivado. Estudos comportamentais revelam que quanto mais se experimenta as coisas por conta própria, maior a velocidade que se aprende. O fator emocional tem um papel preponderante no sucesso ou fracasso da aprendizagem. As informações revestidas de colorido emocional encontram com mais facilidade o caminho da memória e permanecem mais acessíveis, prontas para serem evocadas.

Cabe a professores e pais analisarem os talentos individuais das crianças e buscarem diferentes estratégias de ensino que despertem curiosidade e lhes proporcione alegria.

Quando ocorre o sucesso no aprendizado, a satisfação reforça a motivação e a criança aprende mais.

Para ter uma aprendizagem mais eficaz, a resiliência é o ponto chave para que o estudante esteja motivado e seja capaz de trabalhar com esse processo de captar e modificar muitas informações e ao mesmo tempo ter o controle de suas emoções.


Funções executivas do cérebro

A função executiva é um conceito da neurociência que se relaciona com o planejamento, programação e execução de atividades em nosso cérebro, mais precisamente no córtex pré-frontal. Pessoas com problemas de déficit de atenção/hiperatividade e transtornos invasivos do desenvolvimento (autismo, Síndrome de Asperge), possivelmente possuem alterações nessa região.

O trabalho e a escola é a melhor forma de se desenvolver essas funções nas crianças, adolescentes e adultos, pois regula-se o comportamento e há o alcance de metas, trabalhando-se assim diversas habilidades chaves para o desenvolvimento. Essas habilidades são: o planejamento (criação do caminho para o alcance de metas ou conclusão de tarefas), organização (estratégia para a execução das atividades), manejo do tempo, memória de trabalho (habilidade de manter informações na mente mesmo com o lidar de outras informações), resposta inibitória (o ato de pensar antes de agir), auto regulação do afeto (controle emocional e comportamental), iniciação de tarefas (ter iniciativa para realizar qualquer tarefa sem procratinar), flexibilidade (adaptação em meio a condições adversas. Relaciona-se com a resiliência) e persistência.

Alexandre Romanovich Luria, um famoso neuropsicólogo que viveu até a década de 70, era especialista em psicologia do desenvolvimento. Em uma de suas notáveis citações, ele afirmou: “As funções executivas são funções que nos fazem civilizados, humanos. Portanto, a história humana desenrola-se na dependência das funções executivas”.

O Instituto Tsukimi sabe da importância da relação das funções executivas com o processo de coaching e a resiliência, pois o desenvolvimento das competências positivas para o alcance dos objetivos requer a avaliação e fortalecimento das habilidades.
Neurofeedback e Biofeedback

O neurofeedback é uma terapia natural de uniformização das alterações cerebrais. Trabalha-se a capacidade de exercitar determinados processos mentais, como relaxamento, concentração e visualização de imagens. Através de aparelhos ligados a um computador, avalia-se em tempo real, as frequências das ondas cerebrais. Com isso, é possível identificar as condições de cada pessoa para sua melhor opção de treinamento, reprogramação e desenvolvimento do cérebro. São vários os benefícios como: o aumento da proatividade, da capacidade de tomada de decisões, foco, melhoria do controle das respostas emocionais em situações de pressão e da capacidade de aprendizagem.

O biofeedback é uma técnica baseada no desenvolvimento da própria auto regulação. Envolve o retorno imediato da informação através de aparelhos sensórios eletrônicos, sobre processos fisiológicos (frequência cardíaca, temperatura periférica, resposta galvânica da pele, tensão muscular, pressão arterial e atividade cerebral). O método permite à pessoa voluntariamente regular suas reações fisiológicas e emocionais. O processo inclui diferentes métodos de conscientização e relaxamento, como, por exemplo, técnicas musculares e respiratórias. Assim como o neurofeedback, são vários os benefícios da biofeedback: alívio da ansiedade e fobias, melhora de distúrbios do sono, como insônias ou hipersônias e de distúrbios alimentares, redução do stress, equilíbrio emocional e restauração de sentimentos agradáveis.

Ambas as técnicas são presentes nos processos de Coaching do Instituto Tsukimi, proporcionando o melhor resultado para quem o adere.



Constelações Sistêmicas

É um procedimento terapêutico criado por Bert Hellinger, um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão. As constelações consistem no desvendamento da dinâmica envolvida em todos os relacionamentos de uma pessoa em diversas situações, como: desarmonia familiar, drogas, doenças, perdas materiais, sucesso profissional e tudo mais que a rodeia.

No decorrer de nossas vidas, estamos sempre em contato com diversas questões como: família, trabalho, alegrias, crenças e problemas. Denominamos como sistema a vida e a relação com essas questões. Na terapia, descobrimos onde existe algum tipo de “desordem”, ou seja, a causa de dificuldades diárias, infelicidades e outros tipos de problemas. Após descobrir, reorganizamos o sistema, por meio de algumas leis básicas, chamadas de Ordens do Amor, nos quais todos estão vinculados permanentemente, e assim, a pessoa que está sendo constelada toma seu real lugar no sistema e encontra sua felicidade.

Sobre o benefício das Constelações, Bert cita: “A alegria é o que sentimos quando entramos em harmonia com os movimentos da nossa alma, seja qual for a direção em que nos levar. Na presença de pessoas que estão dentro desta alegria, nós nos tornamos calmos e concentrados e achamos o caminho para o essencial para o nosso próprio centro.”

O instituto Tsukimi realiza todo esse procedimento, podendo ser individual ou em grupo, sendo o segundo mais detalhado por utilizar pessoas como representantes da constelação.
Coaching Para Crianças

O coaching para crianças pode ser desenvolvido em formas de programas de treinamento dentro de escolas, entidades, clubes e associações, utilizando o método de vivências em grupo, tendo em vista a promoção de desenvolvimento cognitivo, socioemocional e comportamental.

Uma tarefa chave do coaching para crianças é facilitar o processo de descoberta orientada, onde a criança é ajudada a reavaliar seus pensamentos, crenças, suposições, como também, a desenvolver cognições e processos cognitivos alternativos, mais equilibrados, funcionais e úteis. Este processo, de autodescoberta e de promoção da autoeficácia, é facilitado através de diálogos, nos quais as crianças são ajudadas a perceber informações novas ou ignoradas anteriormente. Pode-se também utilizar-se de uma variedade de perguntas, cada uma com um foco diferente, que ajudam a criança a identificar e testar sistematicamente os seus pensamentos.

Outro ponto de extrema importância no desenvolvimento de um programa de coaching para crianças são as dinâmicas e as vivências em grupo. De acordo com Del Prette & Del Prette (2001), vivência é “uma atividade de grupo, estruturada de modo análogo ou simbólico a situações cotidianas, que cria oportunidade para desempenhos específicos.” O uso de vivências constitui, portanto, uma estratégia que permite criar “naturalmente” demandas para emissão de habilidades psicosociais, facilitando o uso de contingências apropriadas à aquisição e manutenção desse repertório.

No caso de crianças com objetivo de desenvolvimento de habilidades interpessoais, por exemplo, o coach utiliza vivências que demandam comportamentos tais como: controlar o impulso de responder, ouvir o outro, ser assertivo, consultar colegas, analisar e escolher entre diferentes opiniões. Na sequência, pode explicitar que determinados problemas ou situações são acontecimentos naturais da vida em sociedade (Del Prette & Del Prette, 2005), ensinando a criança a perceber as suas capacidades, buscar alternativas, avaliar cada uma delas, fazer novas consultas, escolher um curso de ação, etc. Tudo isso em situação de grupo, onde a interação (ação entre as crianças) é fundamental, cabendo ao coach organizar e conduzir a atividade. Ao escolher uma vivência, o coach também pode estabelecer certas oportunidades para desempenhos específicos e, durante a condução da mesma, apresentar ou mediar conseqüências (feedback, aprovações, correções, etc) para as percepções e os comportamentos que foram estabelecidos como objetivos da atividade.

A metodologia vivencial se ancora na perspectiva das modernas teorias sobre a inteligência (Gerk-Carneiro, 2003; Gardner, 2000), que deslocam a ênfase no “uso da cognição” para uma pluralidade de experiências: o movimento, o raciocínio, a memória, a imaginação, a emoção e a interação. Em outras palavras, considera o que Gardner (1994) denominou de inteligências intra e interpessoal e que constituem a base da inteligência emocional ou social (Del Prette & Del Prette, 1999). Nesta proposta, a maior ênfase recai sobre a qualidade da interação social do profissional coach com as crianças e das crianças entre si. O uso de interações educativas facilita o aprender fazendo, e a construção do conhecimento, mesmo em atividades bem simples. Elas requerem e, ao mesmo tempo, promovem o desenvolvimento socioemocional das crianças, suas habilidades de convivência e um ambiente saudável entre elas. A metodologia vivencial apresenta, portanto, várias características que a situam como uma alternativa especialmente apropriada para a promoção de habilidades emocionais e sociais no contexto escolar, além de amplamente aplicável em outros contextos educacionais e em ambientes terapêuticos (Del Prette & Del Prette, 2005).

Os profissionais atuantes no processo de coaching para crianças devem buscar a mudança nesse espaço, tendo como ponto de partida, além da realidade presente, as observações das atividades desenvolvidas pelas crianças, transformando o trabalho individual em coletivo, a competição em cooperação e o “agir por agir” em “refletir sobre o agir”.

As crianças precisam mais do que uma base segura e, ao mesmo tempo, tranquilizadoras. Desta forma, num processo de coaching para crianças é preciso criar um ambiente onde a criança se sinta emocionalmente segura, mas que possa explorar o mundo. Tal exploração pode ser física, como correr ou movimentar o corpo; interpessoal, como encontrar novas pessoas e fazer amizades; ou até mesmo cognitiva, como satisfazer curiosidades intelectuais.

Um sinal de que a criança se sente segura é quando ela pode brincar. As brincadeiras proporcionam inúmeros benefícios para o desenvolvimento da criança, pois através delas as crianças adquirem uma gama de experiências cognitivas, emocionais e comportamentais. Principalmente, elas aprendem muitas habilidades sociais, como negociar lutas de poder, cooperar, formar alianças e ceder com boa vontade.

Toda esta prática de habilidades acontece durante as brincadeiras, em ambientes relaxados e seguros, até um erro pode provocar risadas, enquanto em sala de aula esse mesmo erro poderia parecer inaceitável e ridículo. Assim, a brincadeira proporciona às crianças um espaço seguro para experimentar coisas novas em seu repertório com o mínimo de julgamentos e ansiedade.

O cientista que estudou o circuito neural da brincadeira foi Jaak Panksepp (1998), da Bowling Green Stare University, em Ohio – EUA. Ele explora a fonte neural das principais pulsões humanas – inclusive a diversão, que ele vê como a fonte de alegria do cérebro. Com a descoberta de que os circuitos cerebrais que controlam a brincadeira também estimulam a alegria, ficaram ainda mais claros os motivos que levam a brincadeira ser tão divertida.

Através do ato de brincar, a criança demanda e cria o seu próprio espaço seguro, no qual ela pode confrontar ameaças, medos e perigos, mas saindo sempre ilesa. Na brincadeira, tudo o que acontece fica suspenso em uma realidade marcada pela suposição. Então, a brincadeira proporciona às crianças uma maneira natural de controlar o medo do abandono e da separação, oferecendo-lhes oportunidades de domínio e autodescoberta. Consequentemente, livres do medo ou da inibição, as crianças podem encarar desejos e impulsos perigosos demais para serem enfrentados na realidade.

O processo de coaching para crianças deve, portanto, contemplar todas estas características de ajudar a criança a descobrir as suas formas de pensar, criar vivências de situações e permeada com muitas brincadeiras.
Inteligências Múltiplas

A teoria das inteligências multiplas, desenvolvida no final da década de 80 na universidade de Harvard diz que todos nós possuímos diversos talentos e somos capazes de dominar qualquer coisa, basta ter a abordagem certa. Desenvolver esse potencial significa abrir um mundo de possibilidades e oportunidades.

As habilidades inatas podem ser lapidadas para que cada um atinja o máximo de potencial como ser humano. Nossos talentos são nossas forças pessoais que nos ajudam a criar emoções positivas, como autoestima, autorrealização e satisfação com a vida. Realizar algo com a força do talento nos faz sentir totalmente centrados, envolvidos com aquela paixão que floresce do fundo do coração, que reluz no brilho do nosso olhar e assim criamos mais convicção. O mais importante é que quando utilizamos mais do nosso talento, conseguimos nos abrir e oferecer aos outros e ao mundo o que há de melhor
em nós.

Desenvolver nossos talentos exige organização, autodisciplina e esforço. Esta é a parte mais difícil, pois muitas vezes temos dificuldades em tomar decisões que exigem o sacrifício do prazer imediato a favor de um ganho a longo prazo. O que realmente alavanca uma vida bem-sucedida é o esforço constante. Para tanto, se quisermos maximizar nosso desempenho, precisamos ter a autodisciplina. Quer tentar? Para começar, defina um horário em sua agenda para exercitar as atividades relacionadas ao talento que deseja desenvolver; depois treinar, treinar e treinar.



A essência da teoria das inteligências multiplas é respeitar as muitas diferenças entre as pessoas e o número infinito de maneiras que elas podem marcar o mundo. Veja o quadro abaixo, identifique-se e estimule seus talentos:


Pais e Filhos

“Seja você mesmo e busque seu próprio caminho. Conheça você mesmo antes de tentar conhecer as crianças... Em primeiro lugar, você deve compreender que você próprio é uma criança, a quem deve conhecer primeiro, criar e educar.” Essas são palavras de um educador chamado Janus Korczak (1878-1942), que dedicou sua vida ao bem-estar de crianças.

A forma como os mais velhos tratam os novos reflete as condições de nossa sociedade. Essa também é a forma como vamos criando a civilização futura, ouo seja, uma responsabilidade de todos. Nem todas as crianças chegam ao mundo com boas condições de vida ou uma situação estável, e a maneira como são cuidados pode variar bastante, independentemente se for por um ou ambos os pais, pais adotivos, parentes, amigos ou até outras pessoas. Porém, qualquer que seja o local ou as circunstâncias, há um amor incondicional dentro do coração de quem é responsável. Sendo os próprios filhos ou não, manifestar e aprimorar a capacidade de cuidar de outras pessoas é o verdadeiro sinal do nosso próprio desenvolvimento desde a infância até nos tornarmos adultos realizados.

Durante as etapas de nossas vidas, é muito importante sentir gratidão aos nossos pais, pessoas que nos deram a vida. Essa é a ligação mais pura e próxima que temos com a rede da vida; como sentir amor pela humanidade sem termos gratidão por aqueles com quem compartilhamos esse laço mais profundo? É esse forte sentimento pelos filhos e também a posição como um filho que nos permite expressar o potencial de nossa própria humanidade.


Como a Brincadeira Facilita a Criatividade



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