Sandive José de Santana Virado no Santo



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Sandive José de Santana

Virado no Santo:

VOCAÇÃO TERREIRO

Narrativas sobre a feitura

de um

Chefe de Terreiro



Rio de janeiro / RJ.

Set /2016.

Pensamento

Eu sou eu. O resto, são os demais, também de Deus”.



Curió

ÍNDICE


1 – Origens, 04

2 – Primeiros contatos com Terreiro, 05

3 – Ajudando espíritos, 06

4 – Primeiros sinais de mediunidade, 07

5 – Ouvindo vozes e tendo visões, 08

6 – Vivendo pausas mediúnicas, 09

7 – Lidando com Tarô, 10

8 – Demolindo a vida para Deus, 11

9 – A dura caminhada em Deus, 12

10 – Virando no Santo, em Leopoldina / MG, 13.

1

Origens


Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Nasci em 01 de julho de 1962, na cidade do Rio de janeiro, antigo Estado da Guanabara, hoje Rio de janeiro.

Sou neto paterno de Agostinho José de Santana ( Administrador do Engenho Mamucáia ) e Rufina Romano de Santana ( do lar ), ambos oriundos de Jaboatão dos Guararapes.

Pelo lado materno, sou neto da Epaminondas Cavalcanti ( Motorneiro ), descendentes de holandeses e Maria Cavalcanti Rogério ( Catimbozeira ), ele oriundo de Recife/ PE e ela de Alagoas.

Sou filho de Silvestre José de Santana ( Militar do Exército ) e Norma Rogério de Santana ( do lar e Umbandista ).

Durante minha infância, residi com minha família em dois bairros: Cordovil e Olaria.

Quando residente no bairro de Cordovil, não tenho recordações de ter vivido nenhuma experiência mística ou religiosa, mas quando no bairro de Olaria, na rua Dr. Nunes, Casa 1115 – ali sim,.. mesmo tendo que seguir a procissão de São Sebastião trajando roupa vermelha, segundo a fé de minha mãe, e tendo feito a primeira comunhão na Igreja de São Geraldo no bairro de Ramos, frequentei e gostava muito de lidar com o Terreiro de Umbanda, da tia Vera, mãe de Gerônimo e glória, que ficava em Nilópolis.

Minha foi “Mãe pequena” de minha avó Maria chamada de Véia, mas foi feita na Umbanda, por Sr. Carlos, marido de Tia Vanda e o casal era pais de Ana Maria Fernandes, mulher á quem devo minha iniciação de raiz indígena diante da imagem de Tupi Mirim, quando residente á rua Ministro Viveiro de Castro no Bairro de Copacabana no Rio de janeiro.

Nesta época, nós visitávamos a casa de Tio Carlinhos, Detetive de Polícia Civil em Duque de Caxias e no caminho, se falavam em Átila Nunes ( Umbanda ), Joãozinho da Golméia ( Candomblé ), Zé Arigó e Chico Xavier ( Médiuns espíritas renomados ). Para mim, em tudo havia muito mistério e segredo.

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Primeiros contatos com Terreiro



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Quando residente no bairro de |Olaria no rio de janeiro, vi minha mãe incorporando espíritos fora do centro de Umbanda de Nilópolis.

Naqueles dias, não conhecia nada sobre o assunto, era uma criança mas me lembro que rezava muito pedindo paz em meu pai e minha mãe que ficavam muito e harmonia entre meus irmãos.

Quando passamos a frequentar o Centro de Nilópolis, ali sim passei á assistir a sessões de Terreiro, adorava o perfume dos defumadores, de ouvir as cantigas e de ver as incorporações no médiuns, cujas roupas eram de calça e camisa branca no homens e de baiana as mulheres. Todos tinham guias no pescoço. Ouvir os sons dos atabaques era tudo de bom.

Quando o tempo passava sem irmos ao Centro, sentia falta de tudo e o cheiro dos defumadores, charutos, cachimbos, me viam á mente, dando saudade. Tudo aquilo junto era eu vivo e feliz, embora passar as noites em claro fosse, difícil para mim, pois sempre acordei muito cedo e por vezes ainda na madrugada. Assim senso, se muito, lá pela 22:00 hs o sono já está me tomando e tudo o que desejava era dormir, acordar para, se pudesse, ria á praia na Ilha do Governador.

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Ajudando espíritos



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Quando meu pai foi transferido para o Amazonas, fomos residir em Manaus. Ele foi um dos militares que participou na fundação do Colégio Militar e eu e meus irmãos fomos estudar no Colégio Nossa Senhora de Aparecida, no bairro de mesmo nome.

Quando já ocupando uma das casas na Vila Plácido de Castro ( Vila Militar ), que ficava a esquerda de que m seguisse a estrada rumo a praia da Ponta Negra. Ali a mata esta densa e às vezes, aconteceu de vermos macacos preguiças, tucanos, e cobras atravessando a pista. Era um lugar interessante, mas enquanto criança, tinha uma vida, dedicada aos estudos, brincadeiras e a passear.

Quando comecei a sentir dores nas lombares, minha mãe começou a incorporar o Caboclo Javari a fim de obter cura. Aliás, quando de mina infância, sempre apresentei alguma preocupação no tocante a saúde, aos meus pais,.. mas não duravam muito tempo.

Lidando com minha mãe, incorporada do Caboclo Javari, apendi á lidar com charutos, firmações, cantos, e a aprender que agindo assim estava sendo seu Cambono, ou seja, uma espécie de auxiliar nos trabalhos, e logo em seguida passei a ajudar, a Sete Encruzilhada e Nininha além, de uma preta Velha, que confesso não me recordar, pois quase não vinha.

Influência pelas práticas de Terreiro e sob a ação melódica da Ave Maria, todos os dias as 18:00 hs eu defumava a casa e algumas vezes, meus irmãos.

Nesta época, eu não tinha quaisquer expressões de mediunidade, mas ficava impressionado com tudo o quanto vivia ao lado das manifestações espiritais, salvo quando fomos residir em Recife / PE, devido a mais uma transferência de meu pai.

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Primeiros sinais de mediunidade



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Depois de chegados em Recife e ter revisto alguns parentes, depois de ficarmos hospedados nas casas de alguns, fomos residir na Vila militar do quartel do EMI, próxima um fábrica de café, e uma praça com linha férrea ao alcance da vista, que havia no bairro dos afogados.

Nesta casa, minha mãe constituiu um pequeno altar, que chamava de Congá e lá num pequeno cômodo, fez alguns atendimentos e outros externos, mas sempre, incorporados com o Caboclo Javari embora outros viessem de vez em quando.

Com meus 12 ( anos ) de idade, num das noites, antes de dormir, ao deitar e ter fechado os alhos, foi que se tivesse abrindo os mesmo e logo avistei um mulher deitada num caixão de defuntos com os olhos abertos. A cena me impactou e chorei muito, em meio ao que afirmava que alguém iria falecer e pouco tempo depois, Tia Anunciada, faleceu num lugarejo chamada Muribeca, nas imediações de Jaboatão dos Guararapes.

Tempos depois, mas madura, acordei na madrugada e vi, de pé, próxima a geladeira que ficava na copa cozinha, uma mulher, que uma vez descrita, entenderam ser Nereuza, uma irmã mais velha da minha mãe, tia que não chegou a conhecer, devida a ter falecido por problemas cardíacos. O mais interessante é que ela foi quem estava no caixão a primeira vez que a vi, em espírito.

Nesta casa atuei junto a minha mãe, incorporada do Caboclo Javari, muitas vezes, em atendimento internos ao Centro dela, e outras externos sem nunca ter visto minha mãe receber pagamentos por estes feitos. Nesta casa ainda, comecei a receber mensagens espirituais, por intuição e acordava na madrugada para orar, com grande satisfação, mesmo sem nunca ter sabido que tal prática era comum no monastério budista e cristã, até ter vivenciado as mesmas quanto estive no Mosteiro da Nossa Senhora da Santa Cruz, da Ordem dos Padres Cistercienses, na Cidade de Itaporanga em São Paulo, quase divida com Paraná. Foi bom!

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Ouvindo vozes e tendo visões



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Tendo mudado para o bairro do Espinheiro, fomos convidados para uma festa de aniversário na antiga vila militar do bairro dos Afogados e resolvi acompanhar meus familiares.

Quando chegamos, fomos bem recebidos, e terminadas as recepções, fui dançar com minha irmã, e em dado momento, fui tomada, pelo que chamaram de convulsão e deixei meu corpo ir ao chão, segundo me narraram.

Ao despertar, pois desmaiei, ouvi quando disseram que aquele mal teria sido por conta de bebidas alcoólicas, e eu nem consumia quaisquer destas era muito jovem. Para minha mãe, que afirmou no justo momento em que ouviu , era mediunidade. Daí saímos, e tudo o que me lembrei é que esta achando o caminho muito longo e demorada á chegada á nossa casa.

No dia seguinte, eu já não era o mesmo. E tive meu humor alterado, ficava recluso e surpreendentemente, passei á estudar mais e á ler assuntos, como religião espiritismo, psicologia e parapsicologia e meu pai, me levou á um neurologista que diagnosticou a convulsão, como fruto, de um cérebro que foi submetido á muitas tensões.

A mudança de comportamento levou meus pais a ficarem preocupados e por recomendação de um amigo de meu pai, passei a frequentar a Igreja Messiânica e pouco depois a Federação Espíritos Pernambucana que ficava na mesma rua na qual morávamos.

Nesta época, passei a ouvir vozes, que intentavam me orientar, sobre ações mais seguras, e embora simples, como por exemplo, recomendar que não pegasse uma pulseia que estava não chão por que estava com impurezas, pertinentes a espíritos. Bem,.. o tempo passou e tive, como jovem um desempenho diria que ideal, pois frequentei colégio e cursos profissionalizantes posteriormente no Rio de janeiro, com a diferença de que sempre desejava ser mais do que havia conseguido a conclusão de um deles.

Com o passar do tempo, passei não só a ouvir vozes, como também a ter antevisões sobre acontecimento, com a diferença de que não comentava, com meus pais ou quaisquer outras pessoas, afim de não gera maus intendidos, no que tangia a minha sanidade mental.

Depois de um desentendimento entre meus pais, minha mãe eu e mais 03 ( Três ) irmãos., regressamos ao Rio de janeiro, e nessa época, eu já tinha 17 ( dezessete ) anos e tinha que cuidar da minha

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Vivendo pausas mediúnicas



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Depois de um desentendimento entre meus pais, minha mãe, eu e mais 04 ( Quatro ) irmãos, regressamos ao Rio de janeiro, e nessa época, eu já tinha 17 ( dezessete ) anos entendia que tinha que cuidar da minha vida, ter um profissão e debandar da família.

Apesar de tudo, passei anos, convivendo numa regressão, em meio a qual, por fim, eu só, dormia em casa, tomando portanto, café da manhã, almoço, lanche vespertino e a janta, no rua. Mas cooperava, com compras no mercado e na aquisição de utensílios mobiliários. Afim de deixar a casa mais bonita.

Durante anos, trabalhei e estudei muito, e me formei a Arquitetura e Urbanismo antes de casar. Neste tempo, não vivi experiências mediúnicas senão quando saia á procura de meu irmão. Sem maiores esforços, tinha visões momentâneas de onde ele estava e ia seguindo até encontra-lo. Ele tinha dificuldade de se entender médium e sofreu muito com prejuízo de sua sanidade mental.

Mas,.. durante o tempo em que estive noive, vivenciei, basicamente, intuições e sonhos, mas nada perto das façanhas outra vivenciadas. Neste período fiquei dedica á projetos de arquitetura e de interiores, a criação de cursos livres para universidade e a programação das aulas das mesmas, bem como a pintura e ao desenho. Foi nesta época que comecei a escrever intentando ser um escritor mas com vista á mestrado e doutorado, mas embora tenha acesso á 03 ( três) curso de mestre, não conclui nenhum deles e aí, neste momento, parei para rever minha vida, pois sentia que faltava algo. E embora não soubesse especificar já podia afirmar que não seria, dinheiro, mulheres, família ou filhos. Se me esforçar para tanto, fui, aos poucos, regressando ás vivências mediúnicas e ás coisa do espíritos, por conta das experiências vividas com o Tarô, em especial o mitológico.

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Lidando com Tarô,



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Minha avó lidando com o espírito de Zé Pilintra e com ele, jogava baralho revendo vidas dos consulentes.

Particularmente, nesta época eu descredenciava o uso de cartas de tarô, fossem de quaisquer origens, e se desejasse aplicar em um trabalho que foi qualificado de sério no que tocasse a revisão de vidas, contudo, tendo me aplicado ao estudo com alguma dose de empirismos, percebi que estava errado e vivi algumas revisões conceituais ao ponto de recomendar.

Foi no jogo de tarô que vi minha separação e outras relações que surpreendentemente inviabilizariam quaisquer uniões matrimoniais sensatas. Foi uma série de vivências que seriam enfadonhos sequenciá-los, mas um das quais que me marcou, foi saber sobre um resultado da cada do mundo, que foi certeiro, e eu não suportar este esporte.

Apesar de tudo, deixei de utilizar o tarô, quando percebi que, ficando a tento a vida e as relações de causa e efeito, eu poderia obter alguns respostas, salvo pelo futuro que mesmo entendendo ser de Deus, pelo tarô, também chegava.

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Demolindo a vida para Deus



Rio de janeiro, 04 de setembro de 2016.

Depois de separado matrimonialmente, abri um empresa de consultoria em Arquitetura, que durou 04 ( quatro ) anos, tempo aliás, que levei para tomar a decisão de seguir um vida religiosa, embora não soubesse definir por qual delas, por qual instituição seguiria. Assim,.. tendo conhecido algumas religiões até aqueles dia, me propus a me auto analisar e á ver, por comparação o que em cada religião em me afinaria. Do resultado desta decisão me auto perfilei conforme se segue abaixo, apenas para ter um começo da lida com sinceridade para comigo mesmo:

1 – Cria na existência de um Deus.

2 – Presava a figura de Jesus.

3 – Gostava de ler sobre Santos e suas sagas de vida.

4 – Vida monástica me interessaria viver.

5 – História do Cristianismo me atraia, e ainda exerce uma atração.

6 – Cria na comunicabilidade dos espíritos.

7 – Amava a Umbanda.

Bem,.. com este perfil, sincero naqueles dias, comecei a me auto investigar e no franco uso da razão fui me aprimorando em meio a leituras e estudos por mim programados. Neste ponto, a escolaridade superior em muito ajudou, até perder o sentido em minha vida em especial quando já sem a minha empresa, não tinha mais forças para continuar e tudo acabou e a ante visão de que eu iria para rua quiçá passaria fome, me vinda á mente todos os dias. Foi na leitura e fé, no conteúdo do Salmo “90” que vivi minha saga, mas não sem conhecer as ruas, senti frio, fome e medo embora tenha ganhado abrigo, agasalho, alimento e inesperadas proteções, na hora certa.

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A dura caminhada em Deus



Rio de janeiro, 05 de setembro de 2016.

E foi assim em resumo: Com uma mochila improvisada ás costa, sai do Rio de janeiro, fui á Marquês de Valença / MG, Juiz de Fora / MG, Barreira do triunfo / MG, Itaporanga / SP, retornei á Juiz de fora / MG, Salvador / BA, Torreões / MG, Monte Verde / MG, Leopoldina / MG, regressei ao Rio de janeiro / RJ e aqui onde hoje é nosso ILÉ ÒSÙN ARAIYE, fiquei.

Durante esta caminha sem casa, vivi as mais surpreendentes experiências com o sagrado, ao final da qual, já entendia que o sagrado, não está fora de nós e sim dentro, aliás, faz parte do profano. Assim, fui cada vez mais destilando meus saberes, pela via do auto conhecimento e atestando que esta prática, não é fácil.

Eu que vivi uma vida pautada numa a espécie de normativa social que todos de bom senso deveria seguir e, em dado momento, me vi nas ruas, com um bíblia e a certeza de que tudo aquilo iria acabar de algum modo seguro, pois eu estava sendo sincero com o que até, então suponha ser Deus. Queda, era a palavra que havia de mais próxima sobre minha vida, mas não foi por conta, mulheres, bebidas ou drogas como supôs algumas pessoas, mas por força de um formação.

Neste período ainda não havia tido retornada a mediunidade e tudo era espera,.. viver a esperança foi o que tive que fazer,.. sem saber em qual dia ou hora, quiçá o modo, tudo aquilo acabaria, até que um dia, quando residente no núcleo do cidadão de rua, fui informado por um médium de que eu era médium, e tina que trabalhar, abrindo um Terreiro.

10

Virando no Santo, em Leopoldina / MG



Rio de janeiro, 14 de setembro de 2016.

Certo dia estava deitado ao chão e completamente despido. Estava muito quente e no quarto onde estava hospedado, não havia ventilados sequer.

Durante muitas noites, dormi entremeando sonolências até que um dia comecei sentou minha cabeça doer, e um cansaço estranho.

Embora soubesse que meu estado poderia ser fruto da ausência de alimento, deixei que o tempo passasse a custo de Deus.

Em dado momento, já num das noites, me senti atingido com que por num raio de relâmpago na cabeça e desmaiei.

Ao acordo, minha cabeça doía demais, e os olhos parecia inchados, quando ouvi uma voz feminina, dentro da minha cabeça, pergunta sobre como eu estado.

A voz era da “Gama”, como era chamada a Sra Maria José, mãe de Demétrio e por esta voz soube que meu corpo e mente havia mudado.

Eu que embora fosse vidente, não só passei a ver com mais nitidez como que numa tela de cinema, com também passei a ouvir com impressionante clareza. Como gostei meu Deus!

Depois de ter voltado á dormir, ao levantar, fui checar minha coordenação motora, lucidez, trato com lógica e reconheci meus documentos e ao revisar mentalmente minha história, percebi que não estava louco, embora emocionalmente impactado, pois não sabia com ficaria minha vida.

Deste dia em diante, fui visitado por muitos espíritos e que me ensinaram diretamente sobre com lidar com a mediunidade afirmando unânimes sobre minha missão com escritor no exercício da comunicação. Assim prosseguir escrevendo psicograficamente em consultas, recebendo mensagens, textos, compondo livros, músicas, aprendendo o yorubá ( idioma dos Orixás ), fazendo esculturas e atuando com a feitura de uma culinária, ensinada pela Ajés, que eram mulheres idosas, mas sempre muito carinhosas comigo, como foi todos os demais espíritos com ênfase para o de mulheres. Eu me sentia um irmão mais novo acalentado por irmãs mais velhas.



Diante de tudo isso, e com vivências que um dia ei de socializar, fui chamado de Bàbá por muitos espíritos e assim fundei o Centro Espírita Estrela Guia, que posteriormente, passou á Tenda caboclo Javari e dele, fomos promovidos á ILÉ,..O ILÉ ÒSÙN ARAIYE, Kwe Male Obarah, no qual atuo dentre outros atividades promovendo desenvolvimento de pessoas empregabilizando-as e tratando sobre vida, pois, este é meu caminho no cumprimento de minha vocação,.. A vocação de Terreiro.

Fim.




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