Saúde Urbana e indicadores intra-urbanos do pnud três relatos sobre o uso de indicadores sociais, economicos, educacionais e de saúde por udhs de Porto Alegre: resultados, limitações e potencialidades



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Saúde Urbana e indicadores intra-urbanos do PNUD - três relatos sobre o uso de indicadores sociais, economicos, educacionais e de saúde por UDHs de Porto Alegre: resultados, limitações e potencialidades.

Introdução

As cidades são hoje espaços de convivência para 85% da população brasileira, e lugares de grandes desigualdades nas formas de nascer, morar, se transportar, aprender, trabalhar, no nível de renda e na possibilidade de escolha de alimentos, bens de consumo e lazer (1). Morre-se mais na primeira infancia (por infecção), entre adultos jovens (por violência) e também na meia-idade (de doenças do coração), nos bairros mais pobres do que nos mais ricos das cidades, com desigualdades na mortalidade sendo claramente associadas às desigualdades nas formas de nascer e viver citadas acima (2).

Se a saúde das comunidades depende de suas condições de vida, o nível de desenvolvimento social que possibilita melhores condições de vida depende, entre outras coisas, também do nível de saúde dos morados das comunidades. Assim, não há como falar em saúde pública sem falar em desenvolvimento social, e vice-versa (3-5).

O Programa Saúde Urbana, Ambiente e Desigualdades da UFRGS nasceu em 2010, ano dedicado à Saúde Urbana pea Organização Mundial da Saúde. Por iniciativa de professores do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFRGS e a adesão de professores de outros cursos da Universidade (Serviço Social, Engenharia, Nutrição, Saúde Coletiva, Arquitetura, Fonoaudiologia), o Programa se propunha à produção e disseminação de informações que favorecessem uma mudança na direção do desenvolvimento urbano com sustentabilidade ambiental e economica, e equidade social (1,6)

Em dezembro de 2014, o PNUD lançou a Atlas Metropolitano de Desenvolvimento Social (7) que, a partir dos censos do IBGE de 2000 e 201, possibilita o acesso facilitado a dados, indicadores socio-demográficos e indices de desenvolvimento humano municipal (IDHMs) desagregados para regiões e microáreas socialmente mais homogêneas (unidades de desenvolvimento humano – UDHs) dos municípios de cada uma as Regiões Metropolitana do Brasil.

Este artigo irá 1) apresentar e discutir três iniciativas do Programa Saúde Urbana, Ambiente e Desigualdades da UFRGS para disseminar e promover a utilização de dados produzidos pelo PNUD para as 335 microáreas em que foi dividida a cidade de Porto Alegre, em diferentes contextos, a comunidade, a academia e o serviço de saúde; 2) discutir preliminarmente algumas limitações e potencialidades identificadas para a utilização integrada de indicadores sociais e de saúde na mensuração de desigualdades intraurbanas no desenvolvimento local sustentável; e 3) apontar potencialidades e sugerir alguns caminhos para o futuro.




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