Saúde integral da crinça e


BH - VIVA CRIANÇA AGENDA DE COMPROMISSOS SAÚDE INTEGRAL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE E REDUÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL



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BH - VIVA CRIANÇA

AGENDA DE COMPROMISSOS SAÚDE INTEGRAL DA CRIANÇA E ADOLESCENTE E REDUÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL




VII-PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS DE AÇÃO



  1. VIGILÂNCIA À SAÚDE PELA EQUIPE DE ATENÇÃO BÁSICA

Entendida como a postura ativa que o serviço de saúde deve assumir em situações de maior risco e dirigida a pessoas com maior vulnerabilibilidade, desencadeando ações estratégias específicas para minimizar os danos com o adequado acompanhamento de saúde, programando visitas domiciliares para captação dos usuários e realização de busca ativa daqueles sem o acompanhamento programado. Devem ser priorizados os seguintes grupos populacionais: gestante, puérpera, recém-nascido e a criança < 5 anos.

Recomenda-se que algumas ações sejam consideradas eventos-sentinelas (situações que não deveriam ocorrer dada a disponibilidade de conhecimento, recursos técnicos e de assistência em saúde) e incorporadas à rotina das equipes de atenção básica, com destaque para: vigilância da ocorrência de sífilis, rubéola e toxoplasmose congênita, da transmissão vertical da hepatite e HIV, incluindo a disponibilidade de exames e medicamentos, conforme orientações da SMSA e Ministério da Saúde (PHPN e Projeto Nascer). O objetivo é que, para além da notificação dos casos identificados, o serviço procure compreender quais foram os fatores que contribuíram para a ocorrência destes eventos e, desta forma, desencadear as ações locais necessárias para prevenção de novas ocorrências (insuficiências dos exames preconizados, atraso nos resultados, dificuldade de acesso aos medicamentos, etc.)


  1. VIGILÂNCIA DA MORTALIDADE MATERNA, FETAL E INFANTIL:

A vigilância do óbito materno, fetal e nfantil é de responsabilidade do gestor municipal e deve ser realizada pela equipe de atenção básica para levantamento dos possíveis problemas que envolveram a morte de uma mulher e de uma criança por causa evitável na sua área de responsabilidade - evento sentinela - o que possibilita a avaliação das medidas necessárias para a prevenção de óbitos evitáveis pelos serviços de saúde e redução da mortalidade materna, infantil e perinatal. Deve ser realizado:



  • estudo dos óbito de mulheres em idade fértil, conforme orientação do Comitê de Prevenção do Óbito Materno da SMSA.

  • estudo dos óbitos fetais e neonatais com peso ao nascer maior que 1500 g e dos óbitos pós-neonatais (exceto mortes por malformação congênita letal) da área de abrangência da unidade, de acordo com o Comitê de Prevenção do Óbito Infantil e Perinatal da SMSA-BH

  • análise da evitabilidade dos óbitos em reuniões na unidade / Distrito Sanitário e identificação das medidas necessárias para prevenção de novas ocorrências



3-CAPACITAÇÃO DAS EQUIPES DE ATENÇÃO À CRIANÇA:
A capacitação teórico-prático das equipes de saúde de família e de atenção básica é de fundamental importância para a plena inserção de todos os profissionais no cuidado com a criança. Assim, o trabalho com a criança e a família pode ser realizado com todo o potencial que a equipe multiprofissional detém (médico generalista, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, ACS , equipe de apoio como o pediatra e demais profissionais). A abordagem deve ter como eixo a visão global da criança, enfocando a identificação daquela com maior vulnerabilidade e risco, de forma a orientar a priorização do atendimento para a criança com algum sinal de gravidade, o aconselhamento da mãe/família e a responsabilização pela continuidade da assistência com acompanhamento até a solução dos problemas apresentados.




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