Saúde integral da crinça e


DESTAQUE QUINTO DIA SAÚDE INTEGRAL



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DESTAQUE

QUINTO DIA SAÚDE INTEGRAL






Cuidado com a mãe e recém-nascido na Unidade de Saúde: consulta de enfermagem




Verificar se é criança de risco ao nascimento


  • residente em área de risco

  • peso ao nascer (<2500g )

  • prematuro ( < 37 semanas de gestação)

  • asfixia grave (Apgar < 7 no 5o minuto de vida)

  • mãe adolescente (< 18 anos)

  • mãe com baixa instrução ( < 8 anos)

  • criança internada ou com intercorrências na maternidade /unidade de assistência ao RN

  • criança com orientações especiais à alta da maternidade (prescrição de antibióticos, observação de icterícia, entre outros)

  • história de morte de crianças < 5 anos na família


Verificar:


  • Na Declaração de Nascido Vivo (DNV): peso ao nascer, idade gestacional, Apgar, endereço, idade e escolaridade materna.




  • No Cartão da Criança e/ou relatório de alta da maternidade: peso ao nascer, Apgar e orientações especiais à alta da maternidade (se a criança ficou retida, se teve intercorrências, se há prescrição de antibióticos ou outros medicamentos à alta da maternidade, se recomendada observação de icterícia, entre outros)


Avaliar:


  • A criança: estado geral, se está ativa, corada, se tem icterícia, cianose, febre, hipotermia ou outro sinal de anormalidade; verificar aspecto do umbigo; checar com a mãe/responsável se existem queixas e se as eliminações (fezes e urina) estão normais. Se detectada alguma alteração, solicitar avaliação pelo enfermeiro ou médico da unidade imediatamente. Neste caso, manter continuidade do acompanhamento com retornos freqüentes à unidade ou visita domiciliar.

Se a criança está em bom estado geral, em aleitamento e sem queixas, orientar sobre os cuidados com o RN e aleitamento e agendar consulta de acompanhamento do crescimento e desenvolvimento com 15 dias (puericultura). Se RN de alto risco (prematuro + patologias graves) agendar consulta com pediatra e checar o referenciamento para ambulatório de RN de alto risco .

A mãe: se tem queixas, dor contínua no ventre ou nas mamas; seu estado geral, se está corada ( pele e mucosas), se tem febre, se há corrimento com mau cheiro ou sangramento intenso, se a cicatriz cirúrgica está com bom aspecto ( PN / cesárea); avaliar alterações emocionais no puerpério(depressão pós-parto); avaliar a interação com o bebê. Se detectada alguma alteração, solicitar avaliação pelo médico da unidade imediatamente ou referenciar, se necessário, para tratamento adequado, e/ou manter continuidade do acompanhamento com retornos freqüentes à unidade ou visita domiciliar. Se a mãe está em bom estado geral e sem queixas, orientar sobre cuidados após o parto, higiene, alimentação saudável no puerpério e marcar consulta de puerpério e planejamento familiar 1 mês após o parto;





  • Amamentação: identificar a forma como a mãe planeja alimentar o filho até os 2 anos de idade ou mais. Observar a formação do vínculo afetivo, a posição da mãe durante a amamentação, a posição da criança, a pega da aréola, o uso de artefatos que podem prejudicar o aleitamento materno, como mamadeiras, chucas e chupetas; verificar o aspecto das mamas, presença de ingurgitamento, sinais inflamatórios ou infecciosos, existência de cicatrizes ou traumas e se existem dificuldades. Se a mãe apresenta ingurgitamento mamário, mais comum do 3º ao 5º dia após o parto, ensinar a auto ordenha manual e orientar a adequada extração do leite do peito para doação a um Banco de Leite Humano. Se detectadas alterações/dificuldades, encaminhar para avaliação pelo médico ou banco de leite, assim como para grupos de apoio à amamentação. Se a mãe apresenta sinais de infecção no peito (mastite), mais comum a partir do 14º dia após o parto, encaminhar imediatamente para atendimento de urgência em unidade especializada.



  • Aplicar vacinas:

BCG e anti-hepatite B para a criança

Anti-rubéola, e completar esquema anti-tétano (se necessário) para a

mãe




  • Realizar teste do pezinho no bebê






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