Saúde integral da crinça e



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As crianças de risco (ao nascimento ou associados/adquiridos) devem ser priorizadas para o desenvolvimento das ações de vigilância à saúde, ou seja: captação precoce e busca ativa para a manutenção do calendário de atenção à saúde da criança, segundo proposta de acompanhamento do Crescimento e Desenvolvimento da Criança < 5 anos e segundo protocolos específicos (atenção ao desnutrido, criança com asma, etc.), além da avaliação de assistência especial com retornos mais freqüentes e outros cuidados que a criança necessite, incluindo ações intersetoriais.


Deve-se destacar os recém-nascidos de alto risco, ou seja, aquelas crianças que, além do cuidado ofertado pela equipe de saúde da família e unidade básica de saúde, demandam atenção especializada e atendimento multiprofissional, como: neurologia, oftalmologia, fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, entre outros. Deve ser considerado RN de alto risco: o prematuro pesando menos de 2000 g ao nascer, o RN com asfixia grave ao nascer (Apgar <7 no 5o minuto) e RN com outras patologias graves ao nascimento. Esta criança deve ser acompanhada em ambulatório de RN de alto risco, conforme fluxo e protocolo de crescimento e desenvolvimento do RN de alto risco da SMSA.

Esta assistência deverá estar desenhada de forma a compor a rede integral de saúde da criança, de forma regionalizada, permitindo o acesso e promovendo a qualidade de vida para estes bebês. A responsabilidade das equipes de saúde da família se mantém sobre esta população de maior risco, provendo a continuidade do cuidado e desenvolvendo ações de vigilância à saúde, contando, quando possível, com agenda intercalada de atendimento pelo pediatra de apoio das equipes.






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